5.700 Toneladas de Café Mabuba é a Colheita Este Ano no Uíge

cafe__A época 2013/2014 no Uíge terminou com a colheita de 5.700 toneladas de café mabuba, mais 400 que na época anterior, anunciou na quinta-feira o chefe de departamento provincial do Instituto Nacional do Café (INCA), citado pela Angop.

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Angola Deve Transformar o Seu Café, Criando Valor Acrescentado para a Economia do País

cafeA agrónoma Josefa Correia Sako defendeu, em Luanda, a necessidade de Angola criar projectos industriais que permitam a transformação local do café produzido, visando criar valor acrescentado para a economia do país.

Josefa Sacko, que falava em entrevista à Angop, acerca do “estado actual da produção do café no país”, é de opinião que o país não deve estar muito ligado à exportação de matérias-primas, mas deve preocupar-se em transformar os produtos de base, para criar “mais-valia” na cadeia produtiva, porque é daí onde se obtêm os lucros.

Segundo sublinhou, ao transformar a matéria-prima em produto acabado, neste caso o café, Angola teria a possibilidade de criar milhares de postos de trabalho para os jovens que tanto necessitam e poder beneficiar também do mercado da região da SADC.

Referiu que a agricultura, através do café, constitui uma fonte de diversificação da economia, até porque Angola não pode continuar a depender do petróleo.

“Nós temos o grande mercado da África do Sul e apesar de não podermos contar com o da RDC devido à instabilidade, torna-se importante reforçar o mercado Sul Sul. Se Angola transformar o café pode muito bem vender no mercado regional, não esquecendo o nosso mercado tradicional que é a União Europeia, Estados Unidos e o Japão”, observou.

Ao referir-se aos programas de incentivo à produção, disse existir no país a agricultura familiar, uma iniciativa que requer o papel do Estado, pois este deve acompanhar os cafeicultores, tratar da questão da terra e criar politicas bancárias de incentivo.

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Mais de 20 Milhões de Mudas de Café Vão Ser Distribuídas Gratuitamente aos Produtores Angolanos

mudas_cafeMais de 20 milhões de mudas de café serão produzidos até ao final do ano, informou o director do Instituto Nacional do Café de Angola (INCA), João Ferreira.

O director do INCA disse que as mudas irão ser distribuídas gratuitamente aos produtores, a fim de apoiar a produção de café a nível nacional e recordou que em 1973 Angola produzia 210 mil toneladas de café com valor comercial, quantidade que baixou para 3 mil toneladas em 2002.

Actualmente, prosseguiu, Angola está a produzir 12 mil toneladas, o que representa menos 10% da produção colonial, devido à guerra civil que se registou no país pouco após a independência do país, em 1975.

Em declarações à agência noticiosa Angop, João Ferreira disse que as zonas produtoras de café mais afectadas pela guerra civil foram as províncias do Uíge, Bié, Cuanza Norte, Huambo e Cuanza Sul, provocando uma desarticulação total no meio rural principalmente nas zonas de plantação.

A produção do café está fortemente concentrada nas províncias do Cuanza Sul e do Uíge que, em conjunto, representam cerca de 77% da produção nacional.

João Ferreira defendeu que o sector bancário deve apoiar cada vez mais os projectos de cultivo de café e de soja em Angola, uma vez que a cultura de café não foi abrangida no Crédito Agrícola de Campanha.

(macauhub/AO)


Benefícios do Café aos Estudantes em Demonstrações nas Universidades de Luanda Feitas Pela Delta Q

delta-q-angola-580A Delta Q inicia este mês um roteiro por várias universidades de Luanda numa acção que visa apresentar os benefícios do café aos estudantes. Os alunos do ensino superior terão ainda oportunidade de provar algumas das variedades de café oferecidas pela marca.

De acordo com um comunicado remetido ao VerPortugal, a Delta Q pretende com esta iniciativa aproximar-se ainda mais de um público jovem e urbano que valoriza os benefícios do café. “O café em cápsulas Delta Q traz inúmeros benefícios para a saúde, aumentando a capacidade de vigilância, o estado de alerta e a concentração e desempenho daqueles que o bebem”, refere a nota. A acção pretende explicar aos jovens estudantes angolanos que podem agora contar com um precioso aliado sempre que precisarem de uma dose extra de energia e concentração.

Durante o decorrer desta acção os estudantes terão a oportunidade de experimentar um café expresso Delta Q e ainda de receber como oferta material de apoio aos estudos: canetas, pastas e sacos Delta Q.

“O café tem propriedades que aumentam a capacidade de concentração do cérebro, pelo que decidimos desenvolver esta acção de degustação especialmente destinada aos estudantes universitários cujo rigor e exigência são mais elevados. Pretendemos desta forma permitir que os alunos das universidades possam confirmar que o café ajuda a melhorar o seu desempenho nos estudos e mostrar que é possível tomar um café expresso de qualidade sem sair do espaço onde se encontram”, refere José Beato, Director-Geral da Angonabeiro.

A iniciativa percorrerá as seguintes universidades:

Universidade Técnica de Angola – 03.07

Universidade Gregório Semedo – 07.07

Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais – 11.7

Universidade de Belas – 14.07

Universidade Óscar Rivas – 16.07

Universidade Católica 22.07

VerAngola


Em 20 Fazendas na Ganda Esperam-se Colher 20 Toneladas de Café Arábico

cafePelo menos 20 toneladas de café arábico poderão ser colhidas este ano, em igual número de fazendas de produção do Munguavolo, na comuna do Casseque, município da Ganda (Benguela), durante a campanha de colheita que arranca no final deste mês na região.

Em declarações à imprensa, a chefe da brigada técnica do café na Ganda, Ana Canga, disse que já se trabalha no processo de preparação da campanha da colheita de café nas 20 fazendas, cuja actividade foi reactivada pelos cafeicultores com base no novo programa de fomento da produção.

Ana Canga afirmou que para a implementação deste programa foram criados viveiros comunitários com 40 mil pés, através da assistência técnica do Instituto Nacional do Café (Incaf), junto dos produtores nos locais definitivos.

Para Ana Canga, as 20 toneladas de café a serem colhidas este ano, representam bons indicativos para o aumento do rendimento da produção, contra as 3,5 toneladas de produtos colhidas ano passado.

Anunciou por outro lado, a instalação nos próximos dias, de uma fábrica móvel de descasque do café, tendo ainda precisado a recuperação da outra destinada a torrefacção e transformação do produto para comercialização.

A chefe de brigada do café da Ganda apontou a actual descapitalização dos agentes cafeicultores como um dos factores que concorrem para a paralisação da produção na maior parte dos campos de plantações do café na região.

Angop/Expansão