Benefícios do Café aos Estudantes em Demonstrações nas Universidades de Luanda Feitas Pela Delta Q

delta-q-angola-580A Delta Q inicia este mês um roteiro por várias universidades de Luanda numa acção que visa apresentar os benefícios do café aos estudantes. Os alunos do ensino superior terão ainda oportunidade de provar algumas das variedades de café oferecidas pela marca.

De acordo com um comunicado remetido ao VerPortugal, a Delta Q pretende com esta iniciativa aproximar-se ainda mais de um público jovem e urbano que valoriza os benefícios do café. “O café em cápsulas Delta Q traz inúmeros benefícios para a saúde, aumentando a capacidade de vigilância, o estado de alerta e a concentração e desempenho daqueles que o bebem”, refere a nota. A acção pretende explicar aos jovens estudantes angolanos que podem agora contar com um precioso aliado sempre que precisarem de uma dose extra de energia e concentração.

Durante o decorrer desta acção os estudantes terão a oportunidade de experimentar um café expresso Delta Q e ainda de receber como oferta material de apoio aos estudos: canetas, pastas e sacos Delta Q.

“O café tem propriedades que aumentam a capacidade de concentração do cérebro, pelo que decidimos desenvolver esta acção de degustação especialmente destinada aos estudantes universitários cujo rigor e exigência são mais elevados. Pretendemos desta forma permitir que os alunos das universidades possam confirmar que o café ajuda a melhorar o seu desempenho nos estudos e mostrar que é possível tomar um café expresso de qualidade sem sair do espaço onde se encontram”, refere José Beato, Director-Geral da Angonabeiro.

A iniciativa percorrerá as seguintes universidades:

Universidade Técnica de Angola – 03.07

Universidade Gregório Semedo – 07.07

Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais – 11.7

Universidade de Belas – 14.07

Universidade Óscar Rivas – 16.07

Universidade Católica 22.07

VerAngola


Em 20 Fazendas na Ganda Esperam-se Colher 20 Toneladas de Café Arábico

cafePelo menos 20 toneladas de café arábico poderão ser colhidas este ano, em igual número de fazendas de produção do Munguavolo, na comuna do Casseque, município da Ganda (Benguela), durante a campanha de colheita que arranca no final deste mês na região.

Em declarações à imprensa, a chefe da brigada técnica do café na Ganda, Ana Canga, disse que já se trabalha no processo de preparação da campanha da colheita de café nas 20 fazendas, cuja actividade foi reactivada pelos cafeicultores com base no novo programa de fomento da produção.

Ana Canga afirmou que para a implementação deste programa foram criados viveiros comunitários com 40 mil pés, através da assistência técnica do Instituto Nacional do Café (Incaf), junto dos produtores nos locais definitivos.

Para Ana Canga, as 20 toneladas de café a serem colhidas este ano, representam bons indicativos para o aumento do rendimento da produção, contra as 3,5 toneladas de produtos colhidas ano passado.

Anunciou por outro lado, a instalação nos próximos dias, de uma fábrica móvel de descasque do café, tendo ainda precisado a recuperação da outra destinada a torrefacção e transformação do produto para comercialização.

A chefe de brigada do café da Ganda apontou a actual descapitalização dos agentes cafeicultores como um dos factores que concorrem para a paralisação da produção na maior parte dos campos de plantações do café na região.

Angop/Expansão


Apoio do Brasil Para o Sector do Café Solicitado Pelo Governo de Angola

cafeO governo de Angola solicitou o apoio institucional do Brasil em investigação científica e experimentação cafeícola e assistência técnica na realização de estudos e acções conjuntas, informou em comunicado a embaixada de Angola no Reino Unido.

O pedido foi apresentado quarta-feira pelo representante de Angola junto das organizações internacionais no Reino Unido, Miguel Gaspar Fernandes Neto, à margem da 112ª Conferência Mundial do Café, que decorreu de 3 a 5 de Março corrente.

O também embaixador de Angola no Reino Unido e na Irlanda solicitou que o Brasil ajude Angola a fortalecer as suas cooperativas produtoras de café, a incentivar os jovens produtores de café e a apoiar as mulheres do sector na formação e organização das respectivas associações.

No decurso de um encontro em que participaram o vice-ministro brasileiro da Agricultura, Geraldo Fontellas, o representante permanente do Brasil na Organização Internacional do Café, embaixador Pita Gama e o director do Instituto Angolano do Café, João Ferreira, o embaixador de Angola solicitou que o apoio institucional inclua a troca de informações sobre cadastro geoeconómico bem como sobre a utilização de equipamento moderno.

Dados estatísticos da Organização Internacional de Café revelam que Angola produziu 50 mil sacas em 2013, depois de 33 mil em 2012, enquanto o Brasil, o maior produtor mundial, produziu 49,1 milhões de sacas, uma pequena quebra relativamente aos 50,8 milhões de sacas registados um ano antes.

Antes da independência de Portugal, em 1975, Angola era um dos principais produtores mundiais com 4 milhões de sacas ou 240 mil toneladas mas a guerra civil que se registou entre a independência e 2002 destruiu na quase totalidade as plantações de café.

(macauhub


Venda Internacional de Café de Angola Com Início em 2014 Pela Angonabeiro

angonabeiroA Angonabeiro, empresa do grupo português Nabeiro, vai iniciar em 2014 a comercialização internacional da marca de café Ginga, afirmou ao jornal angolano Expansão o director-geral da empresa, José Carlos Beato.

Dizendo que o processo iniciar-se-á nos mercados da África do Sul, Namíbia e Moçambique, o director-geral da Angonabeiro disse estarem a decorrer negociações com empresas daqueles três países interessadas em comercializar o produto.

Os três países, de acordo com aquele responsável, vão servir igualmente de teste à actividade exportadora da empresa, que pretende igualmente começar a comercializar café em alguns países europeus.

Caso as negociações em curso venham a ter êxito, o café Ginga vai pela primeira vez ser consumido fora do território angolano, uma etapa que, segundo o director-geral da Angonabeiro, constitui um marco na actividade do grupo.

A iniciativa faz parte dos objectivos para 2014 da Angonabeiro, detentora da marca, que incluem acções de no sentido de procurar elevar o consumo de café em Angola, ainda considerado baixo.

A Angonabeiro é a empresa do grupo Nabeiro que, desde 2000, actua no mercado angolano na área do comércio e da indústria, com as marcas de café Ginga e Delta, os produtos Adega Mayor e Agrodelta, a água Vimeiro e a cerveja Sagres.

O grupo Nabeiro e a Delta Cafés mantêm uma forte e antiga ligação a Angola, que remonta à época em que o país ocupava já um lugar de relevo na produção mundial de café.

(macauhub)


Planos Para se Plantar Mais Café Criam Entusiasmo no Kwanza Sul

cafe_angolaAngola foi durante o tempo colonial um dos principais produtores de café do mundo. Agora começam a surgir planos para aumentar a produção do café no país.
A organização não-governamental Acção Angolana para o Desenvolvimento, AAD, está a implementar projectos de fomento da plantação do café arábica no Kwanza Sul.

A AAD notabilizou-se nos municípios do Sumbe, Seles e Amboim, mas agora as suas atenções estão centradas em Cassongue onde, segundo o seu responsável, Albino Chicale, implementa projectos de desenvolvimento comunitário tendo como bandeira o fomento do café arábico.

Depois de seis anos de trabalho na região de Cassongue, a AAD faz uma análise animadora da sua actividade na região e aponta novos projectos.

A organização está também envolvida no repovoamento florestal no Kwanza Sul.

Albino Chicale, que falava à rádio local, sublinhou a importância dos projectos naquela circunscrição, uma vez que segundo ele, quando a ONG se instalou em Cassongue a produção e comercialização do café era incipiente, apesar da tradição na produção do bago vermelho.

Leia Mais