Novo Centro Financeiro na Baía de Luanda Já Tem Infraestruturas Concluídas

baia-de-luanda-580A Baía de Luanda concluiu recentemente as infraestruturas da Parcela A, considerada o novo Centro Financeiro da capital angolana. Localizada na ponta norte da Marginal, em frente à Praça 17 de Setembro, a Parcela A tem 9,2 hectares de área e é composta por 19 Lotes de terreno que admitem 685,557 metros quadrados de área de construção total. Durante os próximos meses será concluído o paisagismo e colocação de mobiliário urbano.

De acordo com informações da Baía de Luanda a que o VerAngola teve acesso, as infraestruturas concluídas pertencem a quatro grandes grupos: rede de águas para abastecimento de água e rega; rede de drenagem de águas pluviais e residuais; rede de energia – e telecomunicações, de média tensão e iluminação pública, com posto de transformação de média tensão do empreendimento e posto de transformação privativo a cada lote e também sistema de backup da rede de iluminação pública, estação elevatória e rede de telecomunicações. Foi ainda concluída uma rede viária com vias de circulação automóvel e pedestre

O passeio marítimo na frente desta Parcela dará continuidade ao passeio já executado e aberto ao público. O mesmo começa por baixo do viaduto junto ao nó da Chicala e termina no Porto de Luanda, junto ao terminal marítimo de passageiros. O arranjo paisagístico engloba diversos equipamentos urbanos (bancos, papeleiras, estacionamento de bicicletas), cerca de 325 árvores, onde se incluem 86 palmeiras na Orla Marítima e 120 acácias, praças em betonilha e calçada, passeio marítimo (na continuidade do actual talude marítimo) e taludes relvados de pendente suave.

Com o término das infraestruturas desta parcela o empreendimento está preparado para o arranque da construção dos primeiros sete lotes, que a sociedade espera que aconteça ainda este ano. Dos 19 lotes, 14 já se encontram vendidos.

VerAngola


Marginal de Luanda Com Acesso Cortado Para Construção do Museu da Moeda e Grande Parque de Estacionamento

luanda_baixaO barulho das máquinas, camiões carregados com areia e outros materiais de construção, homens com as mãos na massa e equipados como mandam as normas de segurança no trabalho fazem parte do cenário da Marginal de Luanda.

Uma placa na Rua Cerqueira Lukoki, junto ao Banco Nacional de Angola (BNA) informa que ali está a nascer o Museu da Moeda, uma novidade na velha cidade de Luanda, com muitos séculos de vida e de História. A obra é do Banco Nacional de Angola (BNA) e que está a cargo de várias empresas que se juntaram no desenvolvimento do país.
O Jornal de Angola saiu à rua para obter mais informações mas sem grande sucesso. Os factos revelam que as obras causam grandes transtornos ao trânsito e mas também mostram que o país cresce e desenvolve-se. É importante abrir um museu que conte às actuais gerações e às futuras, como evoluiu a moeda nacional desde o zimbo, a makuta e o angolar. Um dos fiscais da obra informou que no espaço interditado ao trânsito há duas obras em curso. Uma é o edifício do Museu da Moeda. A outra é um grande parque de estacionamento no sentido Ilha-Porto de Luanda. As obras estão a causar complicações no trânsito “mas no final a cultura nacional fica mais rica e os automobilistas têm mais lugares de estacionamento.

Jornal de Angola/Nilza Massango


Obras “Para Inglês Ver” e Negligenciam Bairros Populares diz Chivukuvuku

ChivukuvukuO líder da CASA CE Abel Chivukuvuku criticou as autoridades pelo modo desordenado como tentam governar a capital e por se envolverem em projectos “para inglês ver” que não beneficiam a população.

Chivukuvuku falava numa conferência de imprensa comentou a visita que o Presidente José Eduardo dos Santos fez ao Cazenga na sequência das chuvas que causaram pelo menos nove mortos e avultados estragos.

Para Chivukuvuku José Eduardo dos Santos ao deslocar-se ao Cazenga acaba de despertar de um profundo sono de insensibilidade aos problemas dos cidadãos da periferia de Luanda.

“Finalmente o titular do poder executivo acordou da letargia e insensibilidade que vinha demonstrando face aos graves e dramáticos problemas que as populacoes vivem,” disse o líder da CASA CE que exortou o presidente a
“deixar definitivamente a cultura do faz de conta, que acaba sempre em tanto faz”.

A CASA-CE considera não fazer qualquer sentido o executivo anunciar requalificações de alguns bairros, como Cazenga e Sambizanga, quando vão nascendo outros sem qualquer ordenamento.

“Não tem muito valor requalificar mas continuar a nascer e a crescer bairros desordenadamente,” disse Chivukuvuku que rejeitou o argumento da falta de recursos para atender as todas as necessidades dos bairros de Luanda.

A falata de recursos, disse , é um falso problema e fez notar os projectos de embelezamentos das marginais de Luanda que, segundo disse, envolveram “bililões de dólares”.

“Essas obras mudaram a vida de quem? Não teria sido melhor utilizar estes recursos na requalificação do Cazenga, levar ‘água potável ao Cazenga, ao Rangel, pra Viana, Rocha Pinto?” interrogou.

O lider da CASA-CE diz não ter dúvidas que o que falta ao executivo, não são recursos mas sim sensibilidade aos problemas dos cidadãos.

” Na negligencia e insensibilidade para o poder, a vida das pessoas não conta e precisam de fazer obras teatrais para Inglês ver,” disse.
“O que vem de fora vai a Marginal e está muito bonita,” acrescentou.

Voz da América


Maquete dos Prédios a Construir na Baía de Luanda

Maquete dos Prédios a Serem Construidos

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A instalação dos alicerces dos primeiros três dos 15 edifícios projectados para área reservada à construção de prédios na Baía de Luanda começaram a ser erguidos este mês, constatou hoje (terça-feira) a Angop no local.

A construção dos edifícios com apartamentos T2, T3 e T4, inserida na terceira fase da requalificação da zona, iniciada em 2012, iniciou em Novembro de 2012, num espaço de três hectares, na primeira linha de água entre a Avenida Dr.
Agostinho Neto e a entrada da Ilha do Cabo

 Segundo o administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestora do projecto, Miguel Carneiro, em declarações hoje a Angop, trata-se de um lugar destinado a assegurar a continuidade com o renovado espaço público da marginal.

Tal área, considerada zona B, de acordo com o responsável, apresenta acessos rodoviários para a Avenida 4 de Fevereiro, Chicala e Ilha do Cabo.

No total, foram seleccionados três lotes de terrenos para a construção de prédios que vão de 2.500 a 50 mil metros quadrados ao longo do local.

Para facilitar o trabalho, a Sociedade Baía de Luanda pôs à disposição dos investidores diversos serviços ajustados às necessidades dos clientes, nomeadamente informações técnicas e jurídicas, para optimizar as actividades de planeamento, licenciamento e construção na zona.

Consta igualmente do pacote de serviços, controlo financeiro, apoio técnico desde a concepção do projecto a construção, serviços de engenharia, orientação em torno da construção de edifícios, apoio comercial e colocação de produtos imobiliário no mercado e gestão de edifícios.

Angop


Projecto Baía de Luanda Está a Ter Boa Aderência com a Fase Imobiliária

luanda_nova_marginal_56Empresários nacionais ligados ao sector imobiliário estão a aderir aos lotes de terrenos postos à disposição para a edificação de infra-estruturas sociais na Baía de Luanda, no âmbito da terceira fase da requalificação da zona, em curso desde Setembro deste ano.

Segundo o administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestor do projecto, Miguel Carneiro, em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, trata-se de parcelas para a edificação de prédios que vão de 2.500 a 50 mil metros quadrados ao longo da Baía de Luanda que estão à disposição dos promotores, investidores institucionais, pequenas e médias empresas.

As referidas áreas, de acordo com o responsável, estão localizadas na Ilha do Cabo e são divididos em parcelas A, B e C, totalizando 39 mil hectares.

Para facilitar o trabalho, a Sociedade Baía de Luanda pós à disposição dos investidores diversos serviços ajustados as necessidades dos clientes, nomeadamente informações técnicas e jurídicas, para optimizar as actividades de planeamento, licenciamento e construção na zona.
Consta igualmente do pacote de serviços, controlo financeiro, apoio técnico desde a concepção do projecto a construção, serviços de engenharia, orientação em torno da construção de edifícios, apoio comercial e colocação de produtos imobiliário no mercado e gestão de edifícios.

Indicou que nesta terceira etapa a requalificação da Baía está baseada num modelo de desenvolvimento tipicamente divido a uma fase inicial de arquitectura e projecto aprovado pelo cliente, seguida de uma segunda de construção, liderada pela sociedade.

Após requalificação parcial, a Baía de Luanda foi aberta ao público em Agosto deste ano, reflectindo uma imagem da modernidade.

Angop