Marginal de Luanda Com Acesso Cortado Para Construção do Museu da Moeda e Grande Parque de Estacionamento

luanda_baixaO barulho das máquinas, camiões carregados com areia e outros materiais de construção, homens com as mãos na massa e equipados como mandam as normas de segurança no trabalho fazem parte do cenário da Marginal de Luanda.

Uma placa na Rua Cerqueira Lukoki, junto ao Banco Nacional de Angola (BNA) informa que ali está a nascer o Museu da Moeda, uma novidade na velha cidade de Luanda, com muitos séculos de vida e de História. A obra é do Banco Nacional de Angola (BNA) e que está a cargo de várias empresas que se juntaram no desenvolvimento do país.
O Jornal de Angola saiu à rua para obter mais informações mas sem grande sucesso. Os factos revelam que as obras causam grandes transtornos ao trânsito e mas também mostram que o país cresce e desenvolve-se. É importante abrir um museu que conte às actuais gerações e às futuras, como evoluiu a moeda nacional desde o zimbo, a makuta e o angolar. Um dos fiscais da obra informou que no espaço interditado ao trânsito há duas obras em curso. Uma é o edifício do Museu da Moeda. A outra é um grande parque de estacionamento no sentido Ilha-Porto de Luanda. As obras estão a causar complicações no trânsito “mas no final a cultura nacional fica mais rica e os automobilistas têm mais lugares de estacionamento.

Jornal de Angola/Nilza Massango


Obras “Para Inglês Ver” e Negligenciam Bairros Populares diz Chivukuvuku

ChivukuvukuO líder da CASA CE Abel Chivukuvuku criticou as autoridades pelo modo desordenado como tentam governar a capital e por se envolverem em projectos “para inglês ver” que não beneficiam a população.

Chivukuvuku falava numa conferência de imprensa comentou a visita que o Presidente José Eduardo dos Santos fez ao Cazenga na sequência das chuvas que causaram pelo menos nove mortos e avultados estragos.

Para Chivukuvuku José Eduardo dos Santos ao deslocar-se ao Cazenga acaba de despertar de um profundo sono de insensibilidade aos problemas dos cidadãos da periferia de Luanda.

“Finalmente o titular do poder executivo acordou da letargia e insensibilidade que vinha demonstrando face aos graves e dramáticos problemas que as populacoes vivem,” disse o líder da CASA CE que exortou o presidente a
“deixar definitivamente a cultura do faz de conta, que acaba sempre em tanto faz”.

A CASA-CE considera não fazer qualquer sentido o executivo anunciar requalificações de alguns bairros, como Cazenga e Sambizanga, quando vão nascendo outros sem qualquer ordenamento.

“Não tem muito valor requalificar mas continuar a nascer e a crescer bairros desordenadamente,” disse Chivukuvuku que rejeitou o argumento da falta de recursos para atender as todas as necessidades dos bairros de Luanda.

A falata de recursos, disse , é um falso problema e fez notar os projectos de embelezamentos das marginais de Luanda que, segundo disse, envolveram “bililões de dólares”.

“Essas obras mudaram a vida de quem? Não teria sido melhor utilizar estes recursos na requalificação do Cazenga, levar ‘água potável ao Cazenga, ao Rangel, pra Viana, Rocha Pinto?” interrogou.

O lider da CASA-CE diz não ter dúvidas que o que falta ao executivo, não são recursos mas sim sensibilidade aos problemas dos cidadãos.

” Na negligencia e insensibilidade para o poder, a vida das pessoas não conta e precisam de fazer obras teatrais para Inglês ver,” disse.
“O que vem de fora vai a Marginal e está muito bonita,” acrescentou.

Voz da América


Maquete dos Prédios a Construir na Baía de Luanda

Maquete dos Prédios a Serem Construidos

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A instalação dos alicerces dos primeiros três dos 15 edifícios projectados para área reservada à construção de prédios na Baía de Luanda começaram a ser erguidos este mês, constatou hoje (terça-feira) a Angop no local.

A construção dos edifícios com apartamentos T2, T3 e T4, inserida na terceira fase da requalificação da zona, iniciada em 2012, iniciou em Novembro de 2012, num espaço de três hectares, na primeira linha de água entre a Avenida Dr.
Agostinho Neto e a entrada da Ilha do Cabo

 Segundo o administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestora do projecto, Miguel Carneiro, em declarações hoje a Angop, trata-se de um lugar destinado a assegurar a continuidade com o renovado espaço público da marginal.

Tal área, considerada zona B, de acordo com o responsável, apresenta acessos rodoviários para a Avenida 4 de Fevereiro, Chicala e Ilha do Cabo.

No total, foram seleccionados três lotes de terrenos para a construção de prédios que vão de 2.500 a 50 mil metros quadrados ao longo do local.

Para facilitar o trabalho, a Sociedade Baía de Luanda pôs à disposição dos investidores diversos serviços ajustados às necessidades dos clientes, nomeadamente informações técnicas e jurídicas, para optimizar as actividades de planeamento, licenciamento e construção na zona.

Consta igualmente do pacote de serviços, controlo financeiro, apoio técnico desde a concepção do projecto a construção, serviços de engenharia, orientação em torno da construção de edifícios, apoio comercial e colocação de produtos imobiliário no mercado e gestão de edifícios.

Angop


Projecto Baía de Luanda Está a Ter Boa Aderência com a Fase Imobiliária

luanda_nova_marginal_56Empresários nacionais ligados ao sector imobiliário estão a aderir aos lotes de terrenos postos à disposição para a edificação de infra-estruturas sociais na Baía de Luanda, no âmbito da terceira fase da requalificação da zona, em curso desde Setembro deste ano.

Segundo o administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestor do projecto, Miguel Carneiro, em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, trata-se de parcelas para a edificação de prédios que vão de 2.500 a 50 mil metros quadrados ao longo da Baía de Luanda que estão à disposição dos promotores, investidores institucionais, pequenas e médias empresas.

As referidas áreas, de acordo com o responsável, estão localizadas na Ilha do Cabo e são divididos em parcelas A, B e C, totalizando 39 mil hectares.

Para facilitar o trabalho, a Sociedade Baía de Luanda pós à disposição dos investidores diversos serviços ajustados as necessidades dos clientes, nomeadamente informações técnicas e jurídicas, para optimizar as actividades de planeamento, licenciamento e construção na zona.
Consta igualmente do pacote de serviços, controlo financeiro, apoio técnico desde a concepção do projecto a construção, serviços de engenharia, orientação em torno da construção de edifícios, apoio comercial e colocação de produtos imobiliário no mercado e gestão de edifícios.

Indicou que nesta terceira etapa a requalificação da Baía está baseada num modelo de desenvolvimento tipicamente divido a uma fase inicial de arquitectura e projecto aprovado pelo cliente, seguida de uma segunda de construção, liderada pela sociedade.

Após requalificação parcial, a Baía de Luanda foi aberta ao público em Agosto deste ano, reflectindo uma imagem da modernidade.

Angop


Fase de Edificação Imobiliária na Requalificação da Baía de Luanda

Trata-se de espaços para os quais se propõe um programa urbanístico que sirva as famílias, empresas e a cidade capital, cujos projectos propostos baseiam-se em princípios comuns ligados a modernidade arquitectónica e a beleza natural.

O administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestora do empreendimento, Miguel Carneiro, fez saber que as áreas, localizadas na Ilha do Cabo, são divididas em parcelas A, B e C e totalizam 39 mil hectares.

A parcela A, segundo o responsável, encontra-se no extremo norte da Avenida 4 de Fevereiro, junto ao Porto de Luanda, correspondendo a uma área de nove hectares, que avança para dentro da Baía, no alinhamento da Praça 17 de Setembro, onde será desenvolvido um pólo urbano que se antevê de eleição para o estabelecimento do novo centro de negócios da cidade.

O espaço B, com três hectares, está implantado na primeira linha de água entre a Avenida Dr. Agostinho Neto e a entrada da Ilha do Cabo. Trata-se de um lugar destinado a assegurar a continuidade com o renovado espaço público da marginal.

Tal zona, de acordo com o responsável, apresenta acessos rodoviários para a Avenida 4 de Fevereiro, Chicala e Ilha do Cabo, enquanto o espaço C, com 27 hectares, deverá ser transformado numa zona especial de habitação e serviços.

Após requalificação parcial, a Baía de Luanda foi aberta ao público em Agosto, reflectindo uma imagem da modernidade. Iniciado em 2009, o seu projecto de requalificação está avaliado em 36 mil milhões de kwanzas.

O País Online