Aviação Civil Angolana Premiada Pelas Reformas Feitas no Sector

taag 00O ministro dos Transportes, Augusto Tomás, que recebeu, em Mombasa, o galardão que premeia o Executivo pelas reformas na aviação civil, declarou na ocasião que o pelouro que dirige vai manter os processos de reestruturação do sector.

Na cerimónia da atribuição do prémio, realizada na 45ª Assembleia Geral da Associação das Companhias Aéreas Africanas (AFRAA), o ministro disse que a distinção “coloca a aviação civil”, em particular, a TAAG, “como a face mais visível do transporte aéreo de Angola”.

Augusto Tomás afirmou que a frequência quotidiana da TAAG em muitos países, também coloca Angola “nos lugares cimeiros do transporte aéreo a nível internacional e entre as companhias de aviação não apenas de África como do mundo inteiro”.

A atribuição do prémio à Angola, sublinhou, é a distinção mais almejada por qualquer país no contexto da avaliação que a Associação das Companhias Aéreas Africanas (AFRAA) efectua anualmente sobre a evolução do sistema aeroportuário no nosso continente.

O ministro dos Transportes disse que a actuação do Ministério se vai centrar no reforço da segurança e da qualidade do transporte aéreo, com a promoção de boas práticas e trabalhando para “os custos operacionais das companhias continuarem tendencialmente a baixar sem perda de eficiência e competitividade”. Augusto Tomás considerou que os impactos e o êxito da estratégia e das medidas políticas que tiveram tradução prática nas realizações do sector aéreo determinaram a atribuição do galardão à Angola.

O ministro realçou os esforços do Executivo para a redução dos custos operacionais das companhias e do aumento da segurança e qualidade do transporte aéreo, “as variáveis estratégicas mais determinantes da procura deste meio de transporte e factores indutores do aumento das receitas das transportadoras, da viabilidade económica da operação comercial e da rentabilidade dos investimentos”.

Meio para a internacionalização

Augusto Tomás recordou que os transportes aéreos são um “instrumento fundamental do processo de internacionalização da economia angolana” e um elo importante da cadeia das relações entre países e sociedades comerciais. O aprofundamento da qualidade e da segurança na aviação civil, referiu, é determinante para manter a confiança, o gosto e a tranquilidade de quem viaja.

“As orientações e a estratégia de desenvolvimento patrocinada pelo Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, não apenas no domínio aeroportuário, mas em todos outros sectores da vida das populações e da actividade económica em geral, inserem-se numa linha de rumo que privilegia a promoção das relações económicas e de amizade com todos os povos do mundo, em particular com aqueles com quem, através da nossa companhia aérea, a TAAG, nos relacionamos mais intimamente no dia-a-dia em termos económicos e comerciais”, sublinhou o ministro.

Augusto Tomás, que anunciou o programa de reestruturação do sector aéreo angolano, referiu a reabilitação, modernização e a construção de 17 aeroportos, três deles internacionais, e construção do outro Aeroporto Internacional de Luanda com capacidade anual para 15 milhões de passageiros.

O ministro dos Transportes falou também da preparação de uma nova estratégia e política para o transporte aéreo doméstico, que é proximamente discutida por especialistas, bem como da adopção e execução nos próximos quatro anos de “um programa abrangente e profundo para o controlo e segurança do tráfego aéreo”.

Quanto ao sector aéreo, enumerou o programa de refundação da TAAG e da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea, assim como da reestruturação do Instituto Nacional da Aviação Civil.

Augusto Tomás também se referiu à formação permanente do pessoal “como o paradigma do processo de requalificação, expansão e modernização do sector do transporte aéreo” e um dos pilares da reforma em curso.

África Today


Segundo Voo Regular Directo Entre Luanda e Pequim na TAAG

taagA transportadora aérea angolana Taag iniciou na passada semana o segundo voo regular directo entre Luanda e Pequim e tenciona lançar um terceiro em 2014, disse o director da companhia em Pequim, António Inácio.

Num encontro realizado este fim-de-semana para assinalar o início de mais um voo regular, António Inácio sublinhou ser a Taag a única companhia aérea africana a empregar tripulantes chineses.

A transportadora aérea angolana começou a voar para Pequim, uma vez por semana, em 2008.

A China “é um parceiro estratégico e privilegiado de Angola” e “Angola é hoje um dos principais parceiros comerciais da China em África”, disse o embaixador angolano em Pequim, João Garcia Bires.

Os voos Luanda-Pequim saem às segundas e sextas-feiras e regressam às terças e sábados, constituindo os chineses, com mais de 260 mil pessoas a viver em Angola, a maior comunidade estrangeira no país.

(angolahub)


TAAG Indemniza e Pede Desculpas a 70 Passageiros

taagA TAAG, linhas aéreas de Angola, apresentou na quinta-feira, em comunicado, desculpas a 70 passageiros que, entre os meses de Junho e Setembro, viram a sua viagem entre Lisboa e Luanda adiada devido à impossibilidade de embarque no dia marcado.

Na nota, enviada ontem ao Jornal de Angola, a empresa pública de aviação civil referiu que, respeitando os direitos dos passageiros, responsabilizou-se pela extensão da estadia, providenciado acomodação no Hotel Radisson, em Lisboa, além de ter indemnizado os lesados e reposto a situação, colocando-os no voo seguinte.
“No âmbito do serviço prestado aos clientes, a companhia tem direccionado os seus esforços para que situações deste género não aconteçam no futuro”, lê-se no comunicado. No mesmo período, a TAAG transportou mais de 36 mil passageiros na sua rota Luanda/Lisboa/Luanda, o que “representa uma multiplicação significativa face aos anos anteriores”.
Na nota, a TAAG faz referência à sua ascensão à qualificação de três estrelas no ranking mundial da aviação, denominada Skytrax, encontrando-se em paridade com as melhores companhias aéreas africanas.
A TAAG reitera o compromisso de servir com qualidade os seus clientes e hastear a bandeira de Angola com profissionalismo.
A TAAG dispõe de uma frota de aviões modernos e opera para vários países do mundo

Jornal de Angola


TAAG Ultrapassa Expectativas da Companhia na Feira Internacional de Turismo em Buenos Aires

taag_00A transportadora aérea angolana TAAG participou na Feira Internacional de Turismo (FIT) da América Latina, que decorreu de 14 a 17 deste mês em Buenos Aires, capital da Argentina.

Durante quatro dias, os diversos expositores estabeleceram relações
comerciais com as suas congêneres e levaram ao conhecimento dos visitantes do Stand Internacional os seus produtos e pacotes turísticos promocionais.

A TAAG apresentou no seu pacote o cartão que permite ao passageiro ganhar milhas, quando viaja em seu voo, denominado “Umbi Umbi”, cujo nível de adesão, no Mercosul, tem ultrapassado as expectativas da companhia, segundo Luís Ferreira de Almeida, representante geral da TAAG para as Américas.

A cerimónia de abertura do stand da TAAG na FIT contou com a presença do embaixador de Angola na Argentina, Hermínio Escórcio, de funcionários da representação diplomática e comunidade angolana naquele país.

África 21


A TAAG Continua a Só Poder Operar na Europa com o Boeing 777

taag 2As companhias aéreas nacionais permanecem na lista negra da União Europeia, com a TAAG a ter restrições na utilização dos seus aparelhos, ou seja, apenas pode voar para o espaço europeu com os Boeing 777.

Além de Angola, outras companhias de 20 países, com destaque para Moçambique e São Tomé e Príncipe, estão proibidas de operar no espaço europeu, informou a Comissão Europeia na quarta-feira, em Bruxelas (Bélgica).
A Comissão Europeia determina que a TAAG continue a operar “sob condições estritas”, ou seja, apenas com a Boeing 777, enquanto outras 13 companhias estão proibidas.
A lista actualizada da UE relativa ao nível de segurança aérea inclui todas as companhias aéreas certificadas em 20 países, ou seja, as 278 companhias que são objecto de proibição total de operação no espaço aéreo da UE.
A Comissão Europeia destaca os “progressos registados” em Moçambique – cuja companhia, Linhas Aéreas de Moçambique, está proibida de voar no espaço europeu desde 2011 – mas considera-os ainda insuficientes.
Impedida de operar em espaço europeu, a STP Airways (de São Tomé e Príncipe) voa uma vez por semana para Lisboa com aviões fretados aos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV).
A decisão adoptada na quarta-feira pela Comissão Europeia baseou-se no parecer unânime do Comité da Segurança Aérea da União Europeia, no qual participam peritos em matéria de segurança de cada um dos 28 Estados-membros, além da Noruega, Islândia, Suíça e da Agência Europeia de Segurança Aérea. A TAAG foi incluída na lista negra das empresas proibidas de operar na Europa a 4 de Julho de 2007, por motivos de falta de segurança. Quatro meses depois, a medida foi estendida a todas as outras companhias aéreas angolanas, devido à “existência de problemas de segurança graves”.
Na altura, o Executivo dos 27 informou que “estes problemas de segurança graves”, que foram detectados pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) no seu relatório de auditoria de 1 de Outubro, “continuam sem solução e afectam a segurança das actividades de todas as transportadoras aéreas angolanas”. As causas principais da decisão tiveram a ver com dificuldades na reestruturação do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) e a incapacidade do instituto em corrigir os problemas.
A “lista negra” previa uma proibição total de voar para a Europa de todas as transportadoras de Angola, Guiné Equatorial, Indonésia, Cazaquistão, Libéria, Serra Leoa, Suazilândia e República Democrática do Congo (RDC), assim como do Gabão, à excepção das Linhas Aéreas do Gabão e da Afrijet.
Em Novembro de 2011, a Comissão Europeia autorizou a TAAG a operar na União Europeia com dois aviões Boeing 777-300.
“Graças às melhorias no desempenho no que respeita à segurança, a transportadora aérea TAAG Linhas Aéreas Angolanas é autorizada a operar na União Europeia com dois aviões”, decidiu Bruxelas, com base num parecer do Comité da Segurança Aérea europeu. A Comissão Europeia manteve, no entanto, na sua lista negra a proibição para o resto da frota da TAAG, assim como para as restantes operadoras certificadas em Angola.

Jornal de Angola