“Pague um Leve Dois” é a Campanha da TAAG Para Quem Comprar Bilhetes em Executiva e Primeira Classe

As Linhas Aéreas de Angola (TAAG) anunciaram ontem, em comunicado, promoções do tipo “pague um leve dois” para bilhetes em executiva e primeira classe, assim como horários a conectarem voos regionais e intercontinentais, estes últimos, a partir de Março.


A Partir de Amanhã a TAAG Começa a Voar Para Maputo

taag_04A TAAG, Linhas Aéreas de Angola, inicia a partir de quarta-feira, 09, a sua operação regular para a cidade de Maputo, Moçambique, no âmbito da nova grelha de horário e visando a melhoria contínua da prestação dos seus serviços e diversificação dos destinos.


Voar Mais 11 Vezes Por Semana Para Lisboa a Partir de Fins de Outubro, Anuncia a TAAG

taag_2A transportadora aérea angolana TAAG vai passar a voar duas vezes por dia para Portugal, utilizando o novo avião Boeing 777-300 ER, batizado de “Morro do Moco”.

Em declarações à agência Lusa à margem da entrega da nova aeronave, o oitavo 777 da frota da companhia de bandeira, três dos quais recebidos desde 2014, o presidente do Conselho de Administração da TAAG, Peter Hill, disse que a nova aeronave, que custou 170 milhões de dólares (151 milhões de euros), vai operar a rota para Portugal.


“Morro do Moco” é o Nome do Novo Avião Boeing 777-300 ER da TAAG

boeing-777-300-erA transportadora aérea angolana TAAG recebe nesta quinta-feira (29) o novo avião Boeing 777-300 ER, batizado de “Morro do Moco”, o último de uma encomenda de três à empresa norte-americana.

A cerimónia de chegada a Angola da nova aeronave está prevista para o aeroporto internacional de Luanda, na presença de membros do Governo, mas acontece com três meses de atraso face à última previsão da administração da TAAG, informa a agência Lusa.


Já Ronda Neste Momento os 50 Milhões de Euros a Dívida do Estado Angolano à TAP

taag_1As dívidas do Estado angolano à TAP já rondam, neste momento, os 50 milhões de euros. Apesar de, nos últimos meses, ter recebido algum dinheiro, os pagamentos efectuados estão muito longe de cobrir as vendas que a companhia de aviação não tem conseguido repatriar, fruto da crise de divisas que Angola atravessa. Por agora, não estão previstas mais reduções de voos, mas a operação para este país começa a tornar-se financeiramente insustentável. E do lado do Governo, há pressão para que a rota não seja posta em causa.