Em 10 Anos a Petrolífera Estatal Sonangol Endividou-se no Mercado Internacional em31.000 Milhões de Dólares

A petrolífera estatal angolana Sonangol endividou-se no mercado internacional, nos últimos 10 anos, em 31.000 milhões de dólares (26.400 milhões de dólares), mas terminou 2017 com uma dívida de 4.900 milhões de dólares (4.180 milhões de euros).

A informação consta de um documento do Governo angolano disponibilizado este mês aos investidores, ao qual a Lusa teve acesso, referindo que esses empréstimos foram obtidos pela Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) através de sindicatos bancários.

Entre os bancos que têm apoiado o financiamento do grupo petrolífero estatal angolano encontram-se o Credit Agricole Corporate and Investment Bank, o Standard Chartered Bank, o China Development Bank, o Industrial and Commercial Bank of China e o BNP Paribas, de acordo com a mesma documentação.

A informação aos investidores refere igualmente que a Sonangol contava em 31 de dezembro de 2016 com uma dívida externa de 9.900 milhões de dólares (8.450 milhões de euros), valor que um ano depois desceu para 4.900 milhões de dólares (4.180 milhões de euros).


Parceria de Multinacional com a Sonangol Vai Criar Mais de 200 Postos de Trabalho em Angola

A Tidewater Marine, uma das maiores empresas internacionais de apoio às atividades petrolíferas em ‘offshore’ e cabotagem, vai avançar com uma parceria com a concessionária estatal Sonangol e criar mais de 200 empregos em Angola, até 2019.

Segundo o projeto de investimento aprovado pelo Governo angolano, publicado a 06 de abril, ao qual a Lusa teve hoje acesso, o mesmo prevê a constituição da Sonatide Marine Angola, uma sociedade por quotas de direito angolano, cuja atividade consiste na prestação de serviços marítimos, incluindo cabotagem e gestão de navios, no apoio a empresas da indústria de petróleo e gás com operações de perfuração, pesquisa e produção em Angola.

Representa um investimento superior a 1,3 milhões de dólares (um milhão de euros), em Luanda, com a Tidewater Marine a ficar com 49% do capital social e a Sonangol Holdings com os restantes 51%.


Sonangol Quer Refinarias do Lobito e Cabinda Prontas nos Próximos 4 Anos

A Sonangol vai trabalhar de forma célere, com um total de 23 empresas a serem contratadas, para concluir a Refinaria do Lobito e construir a Refinaria de Cabinda, nos próximo quatro anos.

A petrolífera angolana pretende, com esses projectos, aumentar a produção de refinados e reduzir os custos de importação com os derivados do petróleo.

O tempo estimado nas propostas das empresas, que serão contratadas para financiar e construir as infra-estruturas, aponta para dois anos a conclusão da Refinaria de Cabinda, por ser de menor porte, e cinco a quatro anos para terminar as obras da Refinaria do Lobito, cuja sua construção começou em 2013.


A Sonair Subsidiária da Sonangol Negoceia Venda de Seus Aviões da Frota B-1900

A Sonair, subsidiária da Sonangol vocacionada para a prestação de serviços aéreos, está a negociar a venda de aviões da frota B-1900, com operadoras privadas.

Segundo apurou o VALOR, uma das primeiras vendas foi feita à operadora aérea Air Jet que adquiriu dois aparelhos. Mas o director comercial da Air Jet explica que os meios ainda não foram entregues, estando a empresa a aguardar pelo cumprimento de “burocracias administrativas” por parte da Sonangol


Assinatura de Acordos com a Francesa Total Para Relançamento da Sonangol

A estatal Sociedade Nacional de Combustível de Angola (Sonangol ) e a companhia francesa Total assinaram hoje, em Luanda, vários acordos de parceria para o relançamento da indústria petrolífera no segmento “upstream” e “downstream”, no âmbito da cooperação entre a concessionaria angolana e a multinacional francesa.

Com base nos acordos assinados, será desencadeado um processo para entrada em exploração do bloco 48 ( bloco em águas ultra profundas),  seis  anos  depois  de serem concluídos os últimos  blocos  que o país lançou para a exploração (2011).