Um dos Mais Criativos Artistas Plásticos de Portugal, Júlio Pomar, Faleceu Ontem aos 92 Anos

Painel junto à Biblioteca Nacional, em Brasília-Foto Pinterest

O artista plástico Júlio Pomar morreu, terça-feira, aos 92 anos no Hospital da Luz, em Lisboa.  Pintor e escultor, nascido em Lisboa em 1926, Júlio Pomar é considerado um dos criadores de referência da arte moderna e contemporânea portuguesa. 

Júlio Pomar deixa uma obra multifacetada que percorre mais de sete décadas, influenciada pela literatura, a resistência política ao fascismo, o erotismo e algumas viagens, como à Amazónia brasileira. Paris, onde viveu por mais de vinte anos, foi outra das suas fontes inspiradoras.

Em Brasília, cidade que visitou, Pomar assina um painel de 120 metros quadrados de azulejos, junto à Biblioteca Nacional, espaço nobre da capital federal, oferecido à cidade por Portugal, em dezembro de 2009.

Obras do artista estão presentes em várias coleções particulares e em museus do Brasil. Em 1976, participou da Bienal de São Paulo. Trabalhos de Júlio Pomar fazem parte dos acervos dos  Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte de S. Paulo Assis Chateaubriand, e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1986).


Em 2016 Foi Concedida a Nacionalidade Portuguesa a 25.104 Pessoas Entre Eles Mais de 7.800 Brasileiros

Portugal concedeu, em 2016, nacionalidade a 25.104 pessoas, aumento de 23% comparativamente a 2015, sendo mais de 7.800 brasileiros, segundo o Eurostat, centro de estatísticas da União Europeia.

De acordo com os dados de 2016 hoje divulgado, Portugal concedeu a naturalização a 25.104 estrangeiros (mais 23% do que no ano anterior), na sua maioria brasileiros (31,3%), seguindo-se cabo-verdianos (14,4%) e ucranianos (12,9%).

Em 2016, Portugal teve ainda uma a terceira maior taxa de naturalização – a relação entre o número de pessoas que adquiriram nacionalidade e o total de estrangeiros residentes no início do ano – da UE: 6,5 por cada 100, depois da Croácia (9,7) e da Suécia (7,9), informa a Lusa.


Em 2017 os Que Mais Pediram Asilo a Portugal Foram Ucranianos Angolanos e Congoleses

Em 2017 houve um total de 1.015 novos pedidos de asilo a Portugal, acima dos 710 registados no ano anterior, o que corresponde a 98 casos por um milhão de habitantes – só Eslováquia e Polónia tiveram uma proporção menor – e a apenas 0,2% dos requerimentos feitos durante esse período nos 28 Estados-membros da União Europeia.

Segundo os dados divulgados pelo Eurostat esta terça-feira, 20 de Março, no caso português, as três principais origens dos requerentes de asilo pela primeira vez foram a República Democrática do Congo (160 casos, 16% do total), Ucrânia (125 casos; 12,3%) e Angola (120 casos; 11,8%).

No entanto, destas três cidadanias com mais pedidos, só no caso dos angolanos é que Portugal figura como um dos maiores destinos – o terceiro. Os países onde mais angolanos procuraram asilo no ano passado foram França (865 pedidos, equivalente a 56% do total) e a Alemanha (240; 16%).


Em 2017 Portugal Atingiu o 2º Lugar Mundial com Mais Órgãos de Dadores Falecidos

Portugal atingiu no ano passado o segundo lugar na lista mundial de países com mais órgãos de dadores falecidos, anunciou hoje o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).

João Paulo Almeida e Sousa falava aos jornalistas à margem de um simpósio internacional sobre transplantação e doação de órgãos, que decorre em Lisboa.

Esta subida à segunda posição é “uma excelente notícia”, disse. “Mais do que a nossa posição no ‘ranking’, significa que houve mais oportunidade de doação e portugueses que precisaram de mais um órgão para viver, e para viver com qualidade, e que tiveram acesso a esse órgão”, adiantou.

Portugal alcançou este segundo lugar num universo de 50 países, entre os quais estão representados “todos os países ocidentais”. Em 2016, Portugal ocupava a terceira posição e, em 2015, o quarto lugar.


Aumentaram Quase 35% em 2017 as Exportações de Portugal Para a China

Portugal exportou para a China produtos no valor de 2.128 milhões de dólares em 2017, um crescimento de 34,69%, num ano em que as trocas comerciais entre os dois países desceram 0,17%, foi hoje divulgado. Entre os países lusófonos, o Brasil é o principal parceiro comercial da China, seguido de Angola.

Dados oficiais publicados no portal do Fórum Macau e com base nas estatísticas dos Serviços de Alfândega chineses, Lisboa vendeu a Pequim produtos no valor de 2.128 milhões de dólares (cerca de 1,7 mil milhões de euros), enquanto da China chegaram produtos no valor de 3.480 milhões de dólares. O Brasil é o principal parceiro da China no âmbito do bloco lusófono, tendo registado trocas comerciais de 87.534 milhões de dólares, seguido de Angola.