Três Meses Depois de Ter Chegado a Angola,o Navio de Pesquisa Científica Está Encalhado na Ilha de Luanda

Três meses depois de ter chegado ao país, o navio oceano-gráfico de investigação científica, que custou aos cofres públicos cerca de 80 milhões de dólares, apresenta problemas técnicos que podem ditar o seu regresso à Roménia, onde foi fabricado, para trabalhos de correcção, disse ao Jornal de Angola uma fonte do Ministério das Pescas.

Sem avançar pormenores, a fonte que pediu para não ser identificada, disse que a superação dos problemas encontrados no navio vão, “provavelmente”, exigir o seu regresso aos estaleiros da empresa holandesa “Damen” na Roménia.Outra hipótese em cima da mesa, de acordo com a fonte, é a vinda de técnicos da “Damen” a Angola para, localmente, encontrarem uma solução para o problema, mas sem nunca excluir a hipótese do retorno da embarcação à Roménia, se o grau de dificuldades a isso exigir.

Sobre o assunto, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério das Pescas, Celestino Gonçalves, remeteu para os próximos dias o pronunciamento da instituição.

“Há um técnico a trabalhar no assunto e a ministra promete falar nos próximos dias”, disse Celestino Gonçalves, ante a insistência do Jornal de Angola em obter informações detalhadas sobre a real situação do navio.


Ministra Angolana das Pescas e do Mar Apela aos Empresários a Produzir Peixe Seco Para Exportação

A aposta na reabilitação das infra-estruturas de apoio à pesca e na produção do peixe seco para a exportação foi o apelo lançado nesta sexta-feira, no Soyo, província do Zaire, pela ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto, aos proprietários de salga e seca do país
A governante fez este apelo quando discursava na cerimónia de abertura do primeiro conselho consultivo alargado do seu Ministério, que decorre hoje (sexta-feira) e sábado, nesta localidade costeira da província do Zaire, sob o lema “Economia azul rumo ao desenvolvimento”.

Victoria de Barros Neto, pediu às empresas privadas do sector a retomarem a produção do peixe seco de qualidade para o consumo interno e também para a exportação, como acontecia na época antes e após a independência nacional em 1975.

Segundo disse, o peixe seco de Angola continua a ser muito solicitado por muitos, sobretudo, por países vizinhos como a RDC, o Gabão, Congo Brazzaville, históricos mercados deste produto de origem angolana.

Sugeriu que os empresários do ramo estabeleçam parcerias mutuamente vantajosas com as mulheres processadoras de pescado, de modo a ajudá-las a exercer a actividade em melhores condições higio-sanitárias que colocam em perigo a saúde pública.


Foram Resgatados no Gabão os 6 Pescadores Angolanos que se Encontravam Desaparecidos Desde Outubro

Os seis pescadores angolanos que se encontravam desaparecidos em alto mar desde 30 de Outubro passado foram localizados no Gabão, divulgou hoje a imprensa local, citando fonte consular de Angola em Ponta Negra, República do Congo.Os pescadores desapareceram a bordo de uma chata de pesca artesanal, na província de Cabinda, norte de Angola, e desde aquela altura que as autoridades angolanas tinham em curso operações de busca.


Vídeo do Lançamento à Água do Navio de Investigação Angolano “Baía Farta” Angolano

 

Para visualização do vídeo com o Lançamento

à água do Navio de Investigação “Baía Farta” em construção em Galati, na Roménia.



A Partir do Próximo Ano Angola Passará a Contar Com Navio de Pesquisa Marinha

Angola vai contar, a partir do próximo ano, com um navio de pesquisa marinha denominado “Navio Oceanográfico de Investigação Científica Baia Farta”, com vista a aprofundar a descoberta e identificação de novos recursos marinhos na costa angolana e regional.