Em 2019 a Capital Mundial da Paz Vai Ser em Luanda

A escolha do nosso país para albergar o evento comprova o respeito e a sua credibilidade a nível internacional na defesa da paz, da amizade e fraternidade entre os povos

A ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, anunciou ontem, em Lisboa, que o país vai albergar em 2019 a Bienal da Paz, que durante cinco anos promoverá o nosso país ao título de capital mundial da paz e da amizade entre os povos dos cinco continentes e da diáspora. Segundo a ministra, que falava durante uma confraternização com artistas e representantes da comunidade angolana em Portugal, o convite foi feito pela directora Geral da Unesco, Sra Andrew Azulay, aquando da visita do Presidente João Lourenço à sede da organização das Nações Unidas da Educação e da Cultura em Julho.

O evento servirá para o país mostrar o potencial cultural e o seu compromisso para com o processo de reconciliação entre os angolanos. A dirigente da Cultura no país avançou que, presidente da república assegurou dar todo o apoio para o sucesso do evento.

Deste modo, a escolha de Angola para albergar o evento comprova o respeito e a credibilidade do país ao nível internacional’’no que toca à defesa da paz, da amizade e fraternidade entre os povos, assente numa base de diálogo, de mutualismo e de concertação.


Prioridades Para Angola São a Promoção da Paz e da Segurança em África

A promoção da paz e da segurança em África constituem prioridades para Angola, que desenvolve esforços políticos e diplomáticos na criação de pressupostos sólidos de um desenvolvimento sustentável, afirmou nesta quarta-feira, na cidade do Lubango (Huíla), o ministro da Defesa Nacional, Salviano de Jesus Sequeira.

Na sessão ministerial da 20ª reunião da Comissão Mista de Defesa e Segurança de Angola e Namíbia, o governante destacou que Angola acompanha, de forma minuciosa e realista, os fenómenos políticos na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), particularmente no Lesotho, na República Democrática do Congo e no Zimbabwe, cooperando com os esforços da comunidade internacional.

Defendeu a necessidade de salvaguardar a independência e segurança dos estados, incluindo o angolano e namibiano, tendo em conta os riscos e ameaças de terrorismo e pirataria marítima que preocupam a comunidade internacional.

Para o combate dos males que afligem as populações, como o contrabando, imigração ilegal, tráficos humanos e de drogas, caça furtiva, roubos de gado e viaturas, entre outros, o ministro disse ser necessário manter o trabalho conjunto, baseado no incremento e dinamização de trocas de informações, assim como no patrulhamento unido.


A 4 de Abril de 2002 o Que é Que Aconteceu em Angola?

 

Assinala-se hoje, 4 de Abril, o 12º aniversário da assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo angolano e os rebeldes.

O documento, assinado pelo ex-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas, general Armando da Cruz Neto e do então responsável do Alto Comando das Forças Militares da Unita, Geraldo Abreu Muendo “Kamorteiro”, mudou o curso da História da República de Angola.

Esta data significa o fim de 25 anos de guerra e o começo da reconstrução do país, marcando uma viragem decisiva no processo político e no desenvolvimento de Angola, que foi facilitada pela morte em combate, a 22 de Fevreiro de 2002, de Jonas Savimbi, o fundador e antigo líder da UNITA.


16.º Aniversário da Conquista da Paz Definitiva em Angola

Pela passagem, Quarta-feira, 4 de Abril de 2018, do 16.º aniversário da conquista da paz definitiva em Angola, o MPLA saúda todas as forças vivas da Nação e reitera o seu compromisso de continuar firme, consistente e coerente na sua luta para a satisfação das aspirações mais profundas do Povo Angolano.

Angola é hoje, para bem dos seus filhos, uma Nação em paz e reconciliada, que não pretende voltar a trilhar os caminhos do ódio e da violência, onde cada cidadão deve ser um agente activo da tolerância e do amor ao próximo, para que nela seja construída uma sociedade de bem-estar, de progresso social e de desenvolvimento sustentável. A consolidação da paz e da reconciliação nacional são premissas fundamentais de toda a acção prática do MPLA, cujas raízes assentam na longa luta de libertação nacional contra o colonialismo português e contra as agressões militares externas, razão porque continuará a bater-se pelo aprofundamento da inclusão política e social, para que Angola cresça de modo equilibrado, harmonioso e com equidade.


Angola Assinala Amanhã o 15º Aniversário da Assinatura do Acordo de Paz

(Foto: Francisco Miúdo)O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder desde 1975, afirma que o processo de paz no país, que terça-feira assinala 15 anos, tornou-se numa “referência” internacional, apesar das críticas de “intolerância” da oposição.