Banco Chinês Financia Projecto Urbanístico para 50 Mil Habitantes no Futungo de Belas, Luanda

futungo-belas-São 537 hectares que vão desde o largo da Corimba até à ponte do Benfica e preenchem o coração da Baía do Mussulo. Zonas habitacionais e turísticas, equipamentos desportivos, comércio, zonas dedicadas ao lazer e zonas verdes aliam-se a um dos espaços culturais mais importantes de Luanda, o Núcleo Histórico do Futungo. O projecto urbanístico será financiado em mais de 120 milhões de dólares por um banco chinês.

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Ministério do Urbanismo e Habitação Angolano Autoriza a Comercialização de 9.500 Habitações

luanda_00_carbono casimiro -skysO Ministério do Urbanismo e Habitação vai autorizar em breve o processo de comercialização de 9.500 habitações construídas no âmbito dos 200 fogos por cada município do país, anunciou em Luanda, o director-geral do Instituto Nacional da Habitação, João Pedro. Falando à imprensa à margem do acto de abertura do primeiro conselho directivo alargado daquela instituição, João Pedro anunciou que cada habitação vai ter um custo total de compra de quatro milhões de kwanzas, a serem pagos em 30 anos, num sistema de renda resolúvel. O director-geral do Instituto Nacional da Habitação lembrou que Presidente da República, José Eduardo dos Santos, deu instruções para a comercialização imediata das habitações que possuam todas as infra-estruturas concluídas.

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No Morro dos Veados em Luanda, um Projecto Imobiliário de Alto Padrão com Moradias Já à Venda

morro-dos-veadosO ramo imobiliário continua a crescer em Angola, principalmente na vertente do mercado de luxo. Desta vez foi o consórcio sino-angolano Condo Luxus que desenvolveu mais um projecto imobiliário de alto padrão na capital angolana. As habitações já estão à venda.

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Escritórios, Apartamentos e Vivendas de Luxo Royal Park no Coração de Talatona em Luanda

royal-park-Afirmou-se desde o início como um projecto de elite, empresarial e social. E tem tudo para o ser. O Royal Park preenche o coração de Talatona e quer transformar-se no novo centro urbano da capital angolana. Escritórios, apartamentos e vivendas de luxo deverão estar concluídos em 2017. Enquanto isso, a chinesa Megapolis, em parceria com o empresário angolano Melo Xavier, já inauguraram um edifício de três pisos que funcionará como central de vendas imobiliárias.

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As Novas Centralidades do Lobito e Catumbela Acompanhadas Pela População com Grande Expectativa

lobito_00A construção de cinco mil habitações nas novas centralidades do Lobito e Catumbela e de duas centenas em cada um dos municípios da província de Benguela é acompanhada com grande expectativa pela população que se revelou satisfeita com a visita do ministro do Urbanismo e Habitação.

Centenas de pessoas acompanharam a visita de José Silva às o­bras de construção das centralidades do Lobito e da Catumbela, na zona do Luhongo.
Na cidade portuária estão a ser construídos, numa área de 293 hectares, três mil fogos, 856 dos quais moradias T3 e 2.144 apartamentos. A centralidade do Luhongo, Catumbela, vai contar com dois mil:1.008 moradias e 992 apartamentos T3.
Ambos projectos incluem escolas primárias e secundárias, creches, estabelecimentos comerciais, centros comunitários, sedes de Administrações Municipais, igrejas e Estações de Tratamento de Água e de Recolha de Resíduos Sólidos. As duas centralidades estão prontas até Maio do próximo ano.
“O que constatamos nas obras das duas centralidades deixa-nos satisfeitos”, disse o ministro, que realçou que a atenção a partir de agora está centrada no programa de construção dos 200 fogos em cada um dos municípios da província.
Na visita, o ministro inteirou-se também do andamento dos projectos de autoconstrução dirigida, incluída parte do Plano Nacional de Habitação.
José Silva visitou duas áreas próximas das centralidades do Lobito e do Luhongo, onde estão a ser loteados terrenos para a concretização desta iniciativa do Executivo.

Jovens atentos

A maioria das pessoas que acompanhou as visitas do ministro era jovem, sem dúvida os mais interessados em materializar o sonho de ter casa própria.
João Ferreira destacava-se pelo porte físico no meio de um grupo que ouvia com atenção as palavras do ministro e por se fazer acompanhar de uma agenda na qual tomava notas.
“Pedi dispensa no serviço para poder acompanhar a visita do ministro”, referiu o técnico de informática, que revelou “estar muito interessado em conseguir uma casa”, pois, com a namorada grávida, pretende casar em breve.
Talvez porque o tema do momento fosse o Censo da População e Habitação, que decorria em todo o país, João Ferreira salientou que “se mesmo sem dados exactos o Executivo está a construir centralidades e casas em todos os municípios” nem imagina “o que vai ser depois do recenseamento”.
Para o jovem, é de “particular importância” a construção dos 200 fogos em cada município, pois mesmo após a guerra “continua a haver deslocação, sobretudo dos jovens, do interior para as grandes cidades devido à falta de habitação”.
A estudante universitária Madalena Dias chamava a atenção pelo número de chamadas que fazia pelo telemóvel. “É uma colega que não pôde vir e está sempre a fazer-me perguntas”, justificou-se.
Conseguir uma casa na centralidade do Lobito, disse, era ouro sobre azul, mas se for um terreno para eu mesma construir, numa zona com água, luz, saneamento e ruas asfaltadas, vou à luta.

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