No Morro dos Veados em Luanda, um Projecto Imobiliário de Alto Padrão com Moradias Já à Venda

morro-dos-veadosO ramo imobiliário continua a crescer em Angola, principalmente na vertente do mercado de luxo. Desta vez foi o consórcio sino-angolano Condo Luxus que desenvolveu mais um projecto imobiliário de alto padrão na capital angolana. As habitações já estão à venda.

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Escritórios, Apartamentos e Vivendas de Luxo Royal Park no Coração de Talatona em Luanda

royal-park-Afirmou-se desde o início como um projecto de elite, empresarial e social. E tem tudo para o ser. O Royal Park preenche o coração de Talatona e quer transformar-se no novo centro urbano da capital angolana. Escritórios, apartamentos e vivendas de luxo deverão estar concluídos em 2017. Enquanto isso, a chinesa Megapolis, em parceria com o empresário angolano Melo Xavier, já inauguraram um edifício de três pisos que funcionará como central de vendas imobiliárias.

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As Novas Centralidades do Lobito e Catumbela Acompanhadas Pela População com Grande Expectativa

lobito_00A construção de cinco mil habitações nas novas centralidades do Lobito e Catumbela e de duas centenas em cada um dos municípios da província de Benguela é acompanhada com grande expectativa pela população que se revelou satisfeita com a visita do ministro do Urbanismo e Habitação.

Centenas de pessoas acompanharam a visita de José Silva às o­bras de construção das centralidades do Lobito e da Catumbela, na zona do Luhongo.
Na cidade portuária estão a ser construídos, numa área de 293 hectares, três mil fogos, 856 dos quais moradias T3 e 2.144 apartamentos. A centralidade do Luhongo, Catumbela, vai contar com dois mil:1.008 moradias e 992 apartamentos T3.
Ambos projectos incluem escolas primárias e secundárias, creches, estabelecimentos comerciais, centros comunitários, sedes de Administrações Municipais, igrejas e Estações de Tratamento de Água e de Recolha de Resíduos Sólidos. As duas centralidades estão prontas até Maio do próximo ano.
“O que constatamos nas obras das duas centralidades deixa-nos satisfeitos”, disse o ministro, que realçou que a atenção a partir de agora está centrada no programa de construção dos 200 fogos em cada um dos municípios da província.
Na visita, o ministro inteirou-se também do andamento dos projectos de autoconstrução dirigida, incluída parte do Plano Nacional de Habitação.
José Silva visitou duas áreas próximas das centralidades do Lobito e do Luhongo, onde estão a ser loteados terrenos para a concretização desta iniciativa do Executivo.

Jovens atentos

A maioria das pessoas que acompanhou as visitas do ministro era jovem, sem dúvida os mais interessados em materializar o sonho de ter casa própria.
João Ferreira destacava-se pelo porte físico no meio de um grupo que ouvia com atenção as palavras do ministro e por se fazer acompanhar de uma agenda na qual tomava notas.
“Pedi dispensa no serviço para poder acompanhar a visita do ministro”, referiu o técnico de informática, que revelou “estar muito interessado em conseguir uma casa”, pois, com a namorada grávida, pretende casar em breve.
Talvez porque o tema do momento fosse o Censo da População e Habitação, que decorria em todo o país, João Ferreira salientou que “se mesmo sem dados exactos o Executivo está a construir centralidades e casas em todos os municípios” nem imagina “o que vai ser depois do recenseamento”.
Para o jovem, é de “particular importância” a construção dos 200 fogos em cada município, pois mesmo após a guerra “continua a haver deslocação, sobretudo dos jovens, do interior para as grandes cidades devido à falta de habitação”.
A estudante universitária Madalena Dias chamava a atenção pelo número de chamadas que fazia pelo telemóvel. “É uma colega que não pôde vir e está sempre a fazer-me perguntas”, justificou-se.
Conseguir uma casa na centralidade do Lobito, disse, era ouro sobre azul, mas se for um terreno para eu mesma construir, numa zona com água, luz, saneamento e ruas asfaltadas, vou à luta.

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A Centralidade “Horizonte” em Quilomoço no Uíge Já Leva Construídas 1010 Casas

centralidade_QuilomoçoO projecto habitacional “Horizonte”, que prevê a construção de quatro mil e 500 casas na província do Uíge, tem actualmente nesta primeira fase já construídas mil e 10 residências no Quilomoço.

A centralidade “Horizonte” recebeu hoje, no Uíge, a visita do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

As obras de edificação das construções estão bastante avançadas, podendo já encontrar no local a quadra modelo e a casa modelo.

A centralidade vai prever todas as infra-estruturas, tais como sistema de produção e abastecimento de energia eléctrica e acessos viários. Vai também dar início, no segundo semestre deste ano, a construção dos vários equipamentos sociais, tais como, centros infantis, jardins infantis, escolas primárias, escolas secundárias, escolas técnico profissionais, centro de saúde, postos de saúde e complexo desportivo.

Todas as casas são de tipologia T3 e apresentam uma área de aproximadamente 100 metros quadrados. A centralidade Horizonte integra prédios de quatro pisos, com oito apartamentos cada e moradias de um e dois pisos.

A nova centralidade contempla também a construção de prédios mistos, que incluem uma zona comercial, no piso zero, e outra habitacional, nos três pisos superiores.

Segundo o director-geral da Kora-Angola, Nimrod Gerber, “este é um projecto especial, pois traz consigo a concretização dos sonhos de muitas famílias do Uíge, ter a sua própria casa. Um sítio seguro e confortável, onde podem criar os seus filhos”.

“Este é o novo conceito de comunidade urbana que desenvolvemos, abre de facto, espaço ao crescimento de novos pólos de desenvolvimento social e económico, e em última instância, à descentralização do crescimento populacional em Angola”, concluiu o responsável.

Angop


Baixa Qualidade dos Materiais Utilizados nas Centralidades Pelos Chineses Podem Trazer Perigos Futuros

construção-em-angolaVários projectos habitacionais estão a ser construídos em Angola.

Até ao momento estão executados os projectos das províncias de Luanda, Cabinda, Huila, Namibe e Benguela e o executivo prevê a construção em mais 13 províncias.

Entretanto, tem-se colocado com muita acuidade, a qualidade das construções.

A ordem dos arquitectos nunca se pronunciou sobre as construções.

Entretanto, o arquitecto João dos Santos alerta que a falta de cumprimento dos prazos das obras, a conivência entre a construtora e a dona da obra e a baixa qualidade dos materiais utilizados nas centralidades podem levar à pouca durabilidades das construções.

“Eram obras que estavam a ser feitas com base na classe C, cujo material de construção é aceitável mas sem a fiscalização devido à conivência entre a construtura e a dona da obra é difícil”, disse.

João dos Santos disse ainda que o executivo deve deixar que a fiscalização faça o seu trabalho para que futuramente não existam casos de difícil resolução nas infra-estruturas.

Santos afirma ainda que, por falta da falta de fiscalização, já existem nas centralidades várias fissuras e esgotos entupidos.

As estruturas das novas centralidades são propriedade da Sonangol e estão a ser desenvolvidas pela Comissão Executiva da Sonangol Imobiliária e Propriedade (Sonip).

Actualmente, estão em fase de conclusão várias obras nas províncias de Luanda, Cabinda, Huila, Namibe e Benguela.

Voz da América/Coque Mukuta