As Novas Centralidades do Lobito e Catumbela Acompanhadas Pela População com Grande Expectativa

lobito_00A construção de cinco mil habitações nas novas centralidades do Lobito e Catumbela e de duas centenas em cada um dos municípios da província de Benguela é acompanhada com grande expectativa pela população que se revelou satisfeita com a visita do ministro do Urbanismo e Habitação.

Centenas de pessoas acompanharam a visita de José Silva às o­bras de construção das centralidades do Lobito e da Catumbela, na zona do Luhongo.
Na cidade portuária estão a ser construídos, numa área de 293 hectares, três mil fogos, 856 dos quais moradias T3 e 2.144 apartamentos. A centralidade do Luhongo, Catumbela, vai contar com dois mil:1.008 moradias e 992 apartamentos T3.
Ambos projectos incluem escolas primárias e secundárias, creches, estabelecimentos comerciais, centros comunitários, sedes de Administrações Municipais, igrejas e Estações de Tratamento de Água e de Recolha de Resíduos Sólidos. As duas centralidades estão prontas até Maio do próximo ano.
“O que constatamos nas obras das duas centralidades deixa-nos satisfeitos”, disse o ministro, que realçou que a atenção a partir de agora está centrada no programa de construção dos 200 fogos em cada um dos municípios da província.
Na visita, o ministro inteirou-se também do andamento dos projectos de autoconstrução dirigida, incluída parte do Plano Nacional de Habitação.
José Silva visitou duas áreas próximas das centralidades do Lobito e do Luhongo, onde estão a ser loteados terrenos para a concretização desta iniciativa do Executivo.

Jovens atentos

A maioria das pessoas que acompanhou as visitas do ministro era jovem, sem dúvida os mais interessados em materializar o sonho de ter casa própria.
João Ferreira destacava-se pelo porte físico no meio de um grupo que ouvia com atenção as palavras do ministro e por se fazer acompanhar de uma agenda na qual tomava notas.
“Pedi dispensa no serviço para poder acompanhar a visita do ministro”, referiu o técnico de informática, que revelou “estar muito interessado em conseguir uma casa”, pois, com a namorada grávida, pretende casar em breve.
Talvez porque o tema do momento fosse o Censo da População e Habitação, que decorria em todo o país, João Ferreira salientou que “se mesmo sem dados exactos o Executivo está a construir centralidades e casas em todos os municípios” nem imagina “o que vai ser depois do recenseamento”.
Para o jovem, é de “particular importância” a construção dos 200 fogos em cada município, pois mesmo após a guerra “continua a haver deslocação, sobretudo dos jovens, do interior para as grandes cidades devido à falta de habitação”.
A estudante universitária Madalena Dias chamava a atenção pelo número de chamadas que fazia pelo telemóvel. “É uma colega que não pôde vir e está sempre a fazer-me perguntas”, justificou-se.
Conseguir uma casa na centralidade do Lobito, disse, era ouro sobre azul, mas se for um terreno para eu mesma construir, numa zona com água, luz, saneamento e ruas asfaltadas, vou à luta.

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A Centralidade “Horizonte” em Quilomoço no Uíge Já Leva Construídas 1010 Casas

centralidade_QuilomoçoO projecto habitacional “Horizonte”, que prevê a construção de quatro mil e 500 casas na província do Uíge, tem actualmente nesta primeira fase já construídas mil e 10 residências no Quilomoço.

A centralidade “Horizonte” recebeu hoje, no Uíge, a visita do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

As obras de edificação das construções estão bastante avançadas, podendo já encontrar no local a quadra modelo e a casa modelo.

A centralidade vai prever todas as infra-estruturas, tais como sistema de produção e abastecimento de energia eléctrica e acessos viários. Vai também dar início, no segundo semestre deste ano, a construção dos vários equipamentos sociais, tais como, centros infantis, jardins infantis, escolas primárias, escolas secundárias, escolas técnico profissionais, centro de saúde, postos de saúde e complexo desportivo.

Todas as casas são de tipologia T3 e apresentam uma área de aproximadamente 100 metros quadrados. A centralidade Horizonte integra prédios de quatro pisos, com oito apartamentos cada e moradias de um e dois pisos.

A nova centralidade contempla também a construção de prédios mistos, que incluem uma zona comercial, no piso zero, e outra habitacional, nos três pisos superiores.

Segundo o director-geral da Kora-Angola, Nimrod Gerber, “este é um projecto especial, pois traz consigo a concretização dos sonhos de muitas famílias do Uíge, ter a sua própria casa. Um sítio seguro e confortável, onde podem criar os seus filhos”.

“Este é o novo conceito de comunidade urbana que desenvolvemos, abre de facto, espaço ao crescimento de novos pólos de desenvolvimento social e económico, e em última instância, à descentralização do crescimento populacional em Angola”, concluiu o responsável.

Angop


Baixa Qualidade dos Materiais Utilizados nas Centralidades Pelos Chineses Podem Trazer Perigos Futuros

construção-em-angolaVários projectos habitacionais estão a ser construídos em Angola.

Até ao momento estão executados os projectos das províncias de Luanda, Cabinda, Huila, Namibe e Benguela e o executivo prevê a construção em mais 13 províncias.

Entretanto, tem-se colocado com muita acuidade, a qualidade das construções.

A ordem dos arquitectos nunca se pronunciou sobre as construções.

Entretanto, o arquitecto João dos Santos alerta que a falta de cumprimento dos prazos das obras, a conivência entre a construtora e a dona da obra e a baixa qualidade dos materiais utilizados nas centralidades podem levar à pouca durabilidades das construções.

“Eram obras que estavam a ser feitas com base na classe C, cujo material de construção é aceitável mas sem a fiscalização devido à conivência entre a construtura e a dona da obra é difícil”, disse.

João dos Santos disse ainda que o executivo deve deixar que a fiscalização faça o seu trabalho para que futuramente não existam casos de difícil resolução nas infra-estruturas.

Santos afirma ainda que, por falta da falta de fiscalização, já existem nas centralidades várias fissuras e esgotos entupidos.

As estruturas das novas centralidades são propriedade da Sonangol e estão a ser desenvolvidas pela Comissão Executiva da Sonangol Imobiliária e Propriedade (Sonip).

Actualmente, estão em fase de conclusão várias obras nas províncias de Luanda, Cabinda, Huila, Namibe e Benguela.

Voz da América/Coque Mukuta


Sonangol Imobiliária e Propriedade Lda Constroi Novas Centralidades em 5 Províncias Angolanas

novas centralidadesNão se sabe ainda qual o valor, o processo de distribuição ou os beneficiários das habitações.

Com o objectivo de responder a várias inquietações ligadas às novas centralidades que estão a ser construídas, numa primeira fase em cinco províncias, a Sonangol Imobiliária e Propriedade Lda – SONIP, promoveu desde quarta-feira passada um périplo aos projectos habitacionais das províncias de Luanda, Cabinda, Huíla, Namibe e Benguela.

Não se sabe ainda qual o valor, o processo de distribuição ou os beneficiários das habitações.

Vários órgãos de comunicação social foram convidados para participar nesta visita, guiada também pelo Presidente do Conselho Executivo da SONIP, Orlando Veloso.

Orlando Veloso, no entanto, não satisfez as perguntas dos jornalistas. Ficaram por responder questões como: Em quanto está orçada cada moradia? Como serão as distribuições e quem serão os beneficiários?

Podemos, contudo, avançar com a capacidade de algumas das centralidades visitadas.
Cabinda, centralidade do Chibodo com 1.002 apartamentos, Huíla com 11.000 apartamentos. As centralidades do Namibe estão a ser construídas na Praia Amélia e 5 de Abril e em Benguela as contruções são na Baía Farta, Luhongo e Lobito.

Voz da América


Três Novas Centralidades em Luanda Já a Partir Deste Ano

luanda_novas_centralidadesTrês novas centralidades de diferentes modelos e características, em construção em distintas localidades de Luanda, capital do país, pelo Executivo Angolano, com previsão de conclusão até 2015, contam já com parte do projecto finalizado e começam a servir a população em Junho.

Os mesmos estão a ser edificados desde 2012 e devem estar totalmente acabados em 2015 para beneficiar cerca de 108 mil pessoas de todos os estratos sociais, na lógica de seis em cada uma das 18 mil moradias, segundo o presidente da Comissão Executivo da Sonangol Imobiliária e Propriedade, Lda, Orlando Veloso.

As infra-estruturas estão a ser implantadas nas zonas do Zango 5 (projecto habitacional “Zango oito mil”), no município de Viana, do Kilamba (“KK cinco mil”) e um outro também nos arredores da já habitada centralidade do Kilamba (“Cif – Cinco mil”), ambos no município de Belas.

A nova centralidade do Zango está já executada a 75 porcento, estando a ser edificada numa área de 416 hectares. A mesma contempla oito mil habitações económicas de modelos combinados, das quais duas mil 780 moradias térreas (incluindo geminadas) e cinco mil 220 edifícios.

Os prédios são de dois e três pisos de quatro apartamentos cada, todos de tipologia T3, tal como as moradias simples. A partir do final deste primeiro semestre do ano, 1297 mil casas estarão concluídas e começam a ser imediatamente comercializadas, apurou a Angop.

Diferente deste projecto habitacional, o “KK cinco mil” ocupa uma área de 75 hectares e caracteriza-se como um projecto habitacional composto por 188 edifícios, num total de cinco mil apartamentos T3, distribuídos por dois blocos, sendo o “R1” com um 81 prédios e “R2” com 103.

A planta dos prédios varia entre “estrela” (de cinco pisos de quatro apartamentos cada) e uma única entrada e os “lineares”, uns de três entradas e 30 apartamentos por piso e outros com dois acessos e 20 apartamentos em cada andar, que começam a ser distribuídos em Junho deste ano.

Por seu turno, o “Cif – Cinco mil”, igualmente situada nas imediações da Centralidade do Kilamba, abarca a construção de cinco mil residências do tipo T3, e, à semelhança do “Zango Oito mil” começou a ser erguido em Junho de 2012 e deve estar finalizado em 2015.

O KK será o primeiro a estar concluído na totalidade (Dezembro do presente ano), para beneficiar parte de cidadãos que já pagaram ao Estado e aguardam pelas moradias, de acordo com o presidente da Comissão Executivo da Sonangol Imobiliária e Propriedade, Lda, Orlando Veloso.

Os três projectos habitacionais abarcam a construção de escolas primárias e secundárias, creches, estação de tratamento de água, central de captação, redes eléctricas, assim como possuem áreas reservadas para serviços sociais e ou instituições públicas e outra disponível ao investimento privado.

As referidas infra-estruturas reforçam o grosso das recém-contruídas centralidades da capital: as de Cacuaco (mais de 20 mil habitações), Musseque Kapari (mais de mil vivendas e 16 edifícios do topo T2 e T3, com cerca de 400 apartamentos), Zango (mais de cinco mil apartamentos e mais de cem prédios).

Até agora a Centralidade do Kilamba é a maior a nivel da capital do país.

O escopo inicial compreende 710 edifícios, 24 creches, nove escolas primárias, oito secundárias e cinquenta quilómetros de estradas. O projecto foi concebido para se desenvolver em três fases, com um total de 82 mil apartamentos, numa área de 54 quilómetros quadrados.

A primeira fase deste empreendimento, já habitado, foi prevista para alojar cerca de dezanove mil pessoas em 115 edifícios, num total de 3.800 apartamentos, erguidos em padrão urbano com serviços públicos integrados, como escolas, instituições financeiras e outras básicas.

Angop