Iniciou No Lobito a Construção de 3 Mil Casas

O projecto da construção de três mil casas na cidade do Lobito, província de Benguela, teve início na passada sexta-feira com os trabalhos de limpeza do terreno, definição dos talhões e recepção do material, de acordo com o administrador municipal do Lobito, Amaro Segunda Ricardo.

Citado pela agência noticiosa angolana Angop, o administrador disse ainda que o empreiteiro, a empresa chinesa China International Trust and Investment Corporation (CITIC), subsidiária do grupo com o mesmo nome, já tem no local da obra todo o equipamento necessário para a execução da obra.

A par da construção das três mil casas, que ficarão situadas a norte da cidade do Lobito, a administração municipal prevê ainda para este ano o início da construção de dez moradias em cada sede comunal (Canjala e Egipto Praia).

(macauhub)


Primeiro Parque de Retalho de Angola no Lobito

A empresa portuguesa Casais Imobiliária está a construir o primeiro parque de retalho em Angola, tendo a cidade do Lobito, na província de Benguela, sido a escolhida para um investimento de 17 milhões de euros, informou em Lisboa o jornal Sol.

A poucos meses de terminar a obra, a Casais Imobiliária já tem 50% do espaço comercializado, sendo que, destes, 40% são detidos pela Kero, da sociedade angolana Zahara Comércio, que prepara uma cobertura nacional e quer alargar a aposta em hipermercados, supermercados e lojas de conveniência.

O Lobito Retail Park será constituído por 22 fracções destinadas ao comércio, armazéns, serviços, restaurantes e similares, tendo o projecto sido alvo, recentemente, de um ajustamento na sua disposição, tendo-se procedido a uma redistribuição e redimensionamento dos espaços, a fim de poder integrar alguns operadores, nomeadamente o hipermercado Kero.

Carlos Morgado, gestor comercial da Casais Imobiliária, assegurou ao jornal que a empresa pretende continuar a investir no mercado imobiliário de Angola, país que por estar a crescer necessita de infra-estruturas.

(angolahub)


Trovoadas e Temporal Causam Mortes no Lobito

Populares do município do Lobito, em Benguela, manifestaram, Quartafeira, 11, a O PAÍS a sua preocupação por causa da falta de orientações sobre as precauções a serem tomadas, antes, durante e após às chuvas com trovoadas, devido à morte de Aldina Suzana, vítima deste fenómeno, que dizem os ter marcado para toda vida. Os receios são extensivos aos moradores dos Bairos da Luz, Compão, Restinga, Caponte e zona Comercial, visitadas por este jornal.
Ana Maria Paula, 59 anos, nasceu na Canata e vive há muito tempo na Caponte. Considera o fenómeno como sendo próprio da natureza, mas não se recorda de ter ocorrido uma situação do género em toda sua vida no Lobito, com mortes à mistura.
“Aqui o que nos tira o sono, de quando em vez , é a carga das águas das chuvas, mas trovoadas nunca foi preocupação dos lobitangas”, disse, realçando que com enchurradas com trovoadas como as de Sexta-feira, 6, todo cuidado é pouco para qualquer morador.
Ana Paula afirmou que o mais preocupante é a falta de informação sobre as medidas de prevenção para os casos do género.
Em relação à primeira morte por relâmpago no Lobito, Ana Maria Paula considera ser um caso inédito cá, mas desconfia da aproximação de outros, por causa da localização geográfica da cidade, construida quase por cima da água do mar.
A nossa interlocutora recomenda aos citadinos a exigirem dos governantes informações sobre as formas de prevenção.
“Era bom que todos nós pedíssemos aos dirigentes do município ou da província para nos anunciarem os cuidados que devemos ter nesses ambientes”, rematou.
Por seu lado, Ananias Simão aprendeu durante a formação no ensino médio que deve desligar totalmente o telemóvel quando chove.
O estudante não conseguiu explicar devidamente a influência da activação do meio de comunicação, dizendo, entretanto, que os relâmpagos entram em contacto com o chamado celular daí que aconselha os outros lobitangas a seguirem essas medidas de segurança.
Ananias Simão espera que o corpo de bombeiros ou os especialistas do ramo criem alguns programas de rádio e televisão para sensibilizarem e mobilizarem a população.
O estudante, que estava em direcção a Universidade Católica, pólo do Compão, no Lobito, apressou-se em lamentar a forma como Aldina Susana perdeu a vida na noite de Sexta-feira, 6. “Morrer já é uma pena, tratando-se ainda mais desta maneira é muito lamentável”, disse o estudante da Católica.

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Cem Motorizadas Para Serviço de Táxi no Lobito

Jornal de Angola Online Sábado, 05 de Novembro 2011 12:44 Director: José Ribeiro Director Adjunto: Filomeno Manaças Pesquisa Avançada Início Política Regiões Mundo Economia Reportagem Sociedade Cultura Desporto Opinião Gente InícioRegiões Kangamba oferece motos para prestar serviço de táxi Jesus Silva | Lobito – Hoje PartilharPartilhar Diminuir tamanho de letra Aumentar tamanho de letra Tamanho da letra Enviar Enviar Imprimir Imprimir O empresário Bento Kangamba ofereceu, na quinta-feira, na cidade do Lobito, as primeiras cem motorizadas para serviço de táxi de um lote de mil, que vai distribuir pelos jovens necessitados da província de Benguela. O objectivo, disse o empresário, é o de criar condições para os jovens, com meios próprios, darem o primeiro passo para conseguirem autonomia financeira e não dependerem de terceiros que, frisou, muitas vezes os exploram e não os remuneram devidamente, colocando-os “em situação desconfortável no momento de apoiarem os lares”. Com este gesto, referiu, queremos dar aos jovens mais necessitados da província de Benguela a oportunidade de terem um trabalho e rendimentos, que, bem geridos, lhes sirvam para entrar no mundo dos negócios. “Só assim os jovens podem sustentar as famílias e ter dinheiro para as despesas de alimentação, educação e saúde”, declarou Bento Kangamba, que sugeriu ao governo provincial que promova mais programas sociais e económicos para a juventude, quer da cidade de Benguela, quer de outros locais, principalmente do interior. O empresário acredita que se os referidos programas forem bem desenvolvidos, pode se conseguir que os jovens não enveredem por práticas nocivas, como a delinquência, o alcoolismo e a prostituição, que, ultimamente, têm preocupado os encarregados de educação, líderes religiosos, associações cívicas e a população em geral”. Uma equipa do conselho municipal da juventude, juntamente com os próprios kupapatas, fez a selecção dos contemplados. Domingos José, um deles, disse, ao Jornal de Angola, que agora tem a “ vida mais facilitada”, pois de manhã pode “ir à horta” e à tarde dedicar-se ao serviço de transporte de passageiros.

Jesus Silva/Jornal de Angola


Elefantes ás Portas do Lobito

As autoridades da comuna da Canjala, no Lobito província de Benguela, manifestaram terça-feira a sua preocupação da presença na região de manadas de elefantes que estão a devorar as culturas e criar pânico as populações.
Em declarações a imprensa no final da visita de constatação do administrador do Lobito, Amaro Ricardo na região, o soba Reis Eduardo fez saber que os elefantes, cuja proveniência não foi descoberta, estão a destruir culturas de mandioca.
Sem quantificar os campos destruídos, o soba Reis Eduardo informou que pomares de mangueira e grandes extensões de cana-de-açúcar, e teme que os animais venham ameaçar a integridade física dos cidadãos.
Por seu turno, o administrador municipal, Amaro Ricardo que constatou o facto afirmou que o governo através do Instituto de Defesa Florestal (IDF) está a estudar mecanismos de proteger as populações, seus haveres e dos próprios elefantes.
Advertiu as autoridades locais a evitar ataques directos aos animais sob pena de os enfurecer.
Responsáveis ligados ao estudo da fauna afirmaram que a presença dos elefantes na região se deve a procura de água. A região da Canjala é atravessada pelo rio Balombo de caudal permanente, situação que torna a região rica de vegetação mesmo em tempos de estiagem.

Angop