Pedido de Promoção de Campanhas de Limpeza na Cidade do Lobito Feito Pelo Soba do Município

Foto de Raquel Ferreiralobito_23-Raquel FerreiraO soba do município do Lobito, província de Benguela, Afonso Sukumulã, pediu ontem aos munícipes para promoverem campanhas de limpeza, para se manter a cidade sempre limpa.

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Um Hospital Pediátrico e Uma Maternidade na Zona Alta da Cidade do Lobito

Foto de Raquel Ferreira

lobito_01-Raquel FerreiraUm hospital pediátrico e uma maternidade são construídos na zona alta da cidade do Lobito, com vista a dinamizar o atendimento médico à criança e à mulher, anunciou ontem o administrador municipal.Amaro Segunda Ricardo salientou que o Governo Provincial de Benguela projectou a construção das duas unidades clínicas que vão ser erguidas entre o Lobito e Culango, no sentido das mesmas servirem de alavanca para o surgimento da nova centralidade e pôr fim às enchentes registadas a nível do Hospital Geral do Lobito.

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Restinga, Caponte e Zona Comercial na Cidade do Lobito, Vão Ter Parques de Estacionamento

Foto da Restinga, de Mário Rui Ribeiro

lobito_restingaA partir do próximo mês, as viaturas que circularem na Restinga, Caponte e na zona comercial, as mais movimentadas da cidade do Lobito, província de Benguela, vão ser estacionadas em parques de estacionamento, de modo a disciplinar o trânsito.

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Parabéns à Cidade do Lobito Pelos Seus 101 Anos de Idade

                       Foto de Raquel Ferreira

lobito_70-Raquel FerreiraA cidade do Lobito celebra 101 anos hoje, 2 de Setembro, num momento em que regista um ritmo de crescimento económico positivo e consequentes melhorias na qualidade de vida dos seus habitantes.

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O Desenvolvimento da Cidade do Lobito e o Regresso Massivo dos Flamingos Rosados

Foto do Lobitanga Mário Rui Ribeiro

lobito_flamingosO regresso massivo dos flamingos rosados às lagoas do Compão e da Caponte revestiu-se de um marcante simbolismo para a cidade do Lobito e sossegou inquietações dos habitantes segundo as quais o acelerado desenvolvimento da região punha em causa elementos ambientais que sempre caracterizaram a região.

Da janela do avião, o visitante avista uma cidade que já não se limita à chamada parte baixa, com uma restinga de areia de cinco quilómetros de extensão e a espectacular baía onde está instalado o porto.
Aqui fica o núcleo urbano que começou a ser instalado em pleno século XX e que faz do Lobito a mais nova cidade do litoral angolano, a ponto de ser chamada a “cidade sem história”. Foi aqui na restinga que nasceu o aglomerado urbano na mesma altura em que começou a ser construído o porto e o Caminho de Ferro de Benguela, cuja linha se estendeu nos anos seguintes até à fronteira Leste, no Luau, numa extensão de 1.300 quilómetros.
Do ar distinguem-se facilmente as manchas de águas interiores, a zona dos mangais que por estarem sincronizadas com as marés oceânicas se tornaram o habitat de variadas espécies piscícolas que atraíram grandes colónias de flamingos rosados, garças e pelicanos que ali procuram alimento.
Estas aves tornam a cidade do Lobito uma das mais peculiares de Angola. Mas também trazem uma realidade problemática em termos urbanísticos, uma vez que a disponibilidade de terrenos nesta parte baixa para a implantação de novas edificações atingiu o seu limite.
A seu tempo algumas vozes menos sensatas defenderam e permitiram o aterro de algumas lagoas a fim de conseguir espaço para a construção imobiliária, o que fez perigar a existência dos flamingos e outros elementos importantes da fauna e flora. Felizmente esta tendência foi abandonada e as atenções viraram-se para a zona que permitia a expansão urbana sem alterar o perfil característico da região costeira. Todas as cidades do mundo têm definida a área de expansão. E o Lobito não podia expandir-se para os mangais, onde fervilham milhões de vidas que fazem parte essencial do ecossistema.

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