42 Anos de Independência Para os Angolanos

             Foto-Portal de Angola

Os angolanos festejam sábado, 11 de Novembro, o quadragésimo segundo aniversário da sua independência, proclamada em 1975, após 14 anos de luta armada contra o colonialismo português.

Foi precisamente às 00 horas do dia 11 de Novembro, que o então Presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e chefe de Estado da jovem República, António Agostinho Neto, proclamou a Independência do país.


Angola Celebra Hoje 41 Anos de Independência Sendo o Seu Maior Ganho a Integridade Territorial

angola_independenteO ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, considera a manutenção da integridade territorial como o maior ganho dos angolanos ao longo dos 41 anos de independência, que o país celebra hoje (dia 11 de Novembro).

O nosso maior ganho é nós mantermos a nossa integridade territorial, mantermos a nossa independência e mantermos a paz que foi arduamente alcançada. A mensagem que eu deixo é que todos angolanos coloquem a paz acima de tudo” , salientou o governante.


Angola Festeja Hoje o 40º Aniversário da Proclamação da Independência de Angola

40-anos-independenciaMilhares de cidadãos participaram, na Praça da República, em Luanda, no desfile central alusivo ao 40º aniversário da proclamação da Independência de Angola, que hoje, quarta-feira, se assinala.


Urge Melhorar a Democracia e Só Assim Seremos Respeitados, Artigo de Opinião do Angolano Fernando Pereira

117_ MercúrioAngola comemora quarenta anos de independência. A 11 de Novembro de 1975, a então República Popular de Angola emerge no conjunto de nações independentes.


Causas Segundo Otelo de Portugal Ter Sido dos Últimos Países do Mundo a Reconhecer a Independência de Angola

Foto de Paulo de Jesus-Otelo Saraiva de Carvalho

0teloOtelo Saraiva de Carvalho, um dos rostos do Movimento dos Capitães de Abril de 1974, conhecido por ter derrubado o regime político autoritário, autocrata e corporativista que vigorou em Portugal, entre 1933 e 1974, abrindo caminho à sua democratização, encara “um tremendo erro” o facto de Portugal ter reconhecido tardiamente a independência de Angola.