“Esta Guerra Não Vai Durar Muito Tempo”João de Matos,Soyo 1999

Depois da eclosão do conflito pós-eleitoral de 1992, José Eduardo dos Santos, presidente da República, nomeia João de Matos, um jovem de 37 anos, chefe do Estado Maior das FAA. Na altura, mais de dois terços do país era controlado pela rebelião armada.

Dois anos depois, o general Matos comanda uma espectacular inversão da situação no terreno. Reconquista localidades importantes como as cidades do Huambo, Uige e N’dalatando. Alarga o cordão defensivo da cidade do Kuito.


Saída de José Eduardo dos Santos e Ana Paula dos Santos, Entrada de João Lourenço e Ana Afonso Lourenço

Em Angola, o povo aguarda, impassível, pela chegada do dia seguinte. Aguarda pelas mudanças mas, como defende o escritor e deputado do MPLA, João Melo, recusa “a revolução”. A três semanas das eleições, marcadas para o próximo dia 23 de agosto, José Eduardo dos Santos não resiste a uma irreversível erosão do seu reinado diante da curva mais apertada da sua vida. O tempo dele está a chegar ao fim…


O Melhor Exemplar da Arquitectura do Ferro em Angola, o Palácio de Ferro em Luanda

Fotos de Helena Gomes – SkyscraperCity

Palácio de Ferro, Luanda O edifício possuiu uma original decoração em filigrana metálica e tem um soberbo avarandado envolvente, sendo sem sombra de duvida, o melhor exemplar da arquitectura do ferro em Angola


Patriota, Nacionalista e Activista Angolano, António Marques Monteiro (Antonico) Faleceu Há 50 Anos

António Marques Monteiro (DR)

Patriota, Nacionalista e activista Angolano, membro do processo dos 50, Antonico foi vítima de maus tratos durante a detenção, onde chegou a ser desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde.


Direção da UNITA Afirma Que “Sem Cuba História de Angola Teria Sido Diferente”

fidel_A direção da UNITA afirma que os militares do partido «sempre admiraram» Fidel Castro, mas sublinha que sem o envolvimento de Cuba em Angola o curso da história nacional teria sido «muito diferente».

 A posição vem expressa numa nota de condolências pela morte do líder histórico cubano, assinada pelo secretariado executivo da comissão política da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), à qual a Lusa teve hoje acesso.

 Cuba foi aliado do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder desde 1975, desde o período da guerra colonial até à guerra civil que se seguiu à independência angolana do regime colonial português, inclusive com apoio militar no terreno.