Angola Vai Exportar 54 Toneladas de Café Torrado Para Portugal, China e Estados Unidos

cafe_1A marca nacional Café Cazengo prepara-se para exportar este mês 54 toneladas de café torrado para Portugal, China e Estados Unidos da América, anunciou ontem o responsável pelo projecto.

José Gonçalves disse em declarações à agência Lusa que estão preparados três contentores, cada um com 18 toneladas para exportação.

Segundo o responsável, outras solicitações e negociações estão em curso com empresários da Espanha, Itália e Singapura, países para os quais foram já enviadas amostras do produto.


África do Sul, Namíbia e RDC Compram Banana de Angola

bananaEvento juntou no Bengo produtores de 14 províncias e gerou receitas superiores a 200 milhões Kz, mais 75 milhões Kz face a 2013. Ministro da Agricultura acredita no potencial exportador deste produto angolano.

A banana angolana está a conquistar mercados e, num futuro breve, poderá ser exportada para países como África do Sul, Namíbia e República Democrática do Congo (RDC), avançou o ministro da Agricultura, Afonso Canga.

O ministro, que falava à imprensa na 4.ª Feira da Banana de produção nacional, que decorreu na semana passada na província do Bengo, disse que a banana angolana “é muito apreciada e encontra-se já em fases de ensaio para exportação”, para os países vizinhos, com vista à diversificação da economia nacional.


Portugueses Vão Calçar Sapatos Made In Angola

rbs-580Nasceu em Angola ainda em 2006 e trouxe ao nosso país conhecidas marcas internacionais como Zara, Tiffosi, Elena Miró, Adolfo Dominguez, Paez e Cavalinho. Agora, reforça a sua expansão internacional com o lançamento de uma colecção de sapatos masculinos em Portugal.

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Segundo Números Fornecidos Pelas Alfândegas, as Exportações Angolanas Caíram 37,7%

exportaçoes_angolaA queda das exportações motivou também uma redução de 8% no saldo da balança de mercadorias, que se cifrou em 674,8 mil milhões Kz, nos primeiros seis meses de 2014, contra os 701,9 mil milhões Kz do período homólogo do ano passado.

O valor aduaneiro das mercadorias exportadas por Angola no primeiro semestre deste ano caiu 37,7%, para 2,0 biliões Kz, contra 3,3 biliões Kz do período homólogo de 2013, de acordo com dados do comércio externo do Serviço Nacional das Alfândegas (SNA), a que o Expansão teve acesso.

Contrariamente ao valor aduaneiro das exportações, o das importações evoluiu positivamente, ao registar um aumento na ordem dos 17,3%, passando de 1,1 biliões Kz no primeiro semestre do ano passado para 1,4 biliões Kz em igual período deste ano. Feitas as contas, o saldo da balança de mercadorias – valor aduaneiro das exportações menos importações – cifrou-se em 674,8 mil milhões Kz nos primeiros seis meses de 2014, contra os 701,9 mil milhões Kz do ano passado, uma queda de cerca de 8%.

Segundo os dados do SNA, registou-se um ligeiro crescimento de aproximadamente 10% no valor aduaneiro dos óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, a mercadoria mais exportada pelo País, de 1,7 biliões Kz no primeiro semestre de 2013 para 1,9 biliões Kz de Janeiro a Junho deste ano, ainda assim insuficiente para elevar o valor aduaneiro das exportações. As alfândegas justificam a queda com “uma alteração nos procedimentos de processamento das exportações de petróleo para o regime geral, à luz da Circular n.º 78/DPPP/SNA/12, de 16 de Abril”.

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Empresários de Vila Nova de Famalicão Ajudam Homólogos a Conquistar Mercado Angolano

empresario-famalicao-580Seis empresários de Vila Nova de Famalicão, Portugal, estão a ajudar homólogos a colocar os produtos em Angola. Nesse sentido, assumiram o papel de “Embaixadores de Vila Nova de Famalicão” em Angola. Este é o primeiro resultado visível do projecto “Famalicão Made INternacional” que arrancou na escola Didáxis de Riba D’Ave, e contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do cônsul-geral de Angola no Porto, Domingos Lopes, entre vários empresários da região.

As empresas Vieira de Castro, José Manuel Fernandes, Primor, Certave/ Caixiave, Adigeste e Cetrus, exemplos de sucesso na internacionalização dos seus produtos, nomeadamente no mercado angolano, assumiram, assim, o compromisso de apoiar novas empresas que estejam interessadas em explorar este mercado. A Câmara Municipal também se incluirá no processo, assumindo-se como elemento institucional facilitador. “A Câmara Municipal de Famalicão, tal como qualquer outra, não é nem tem vocação empresarial, mas assume a responsabilidade de ser plataforma facilitadora e indutora do desenvolvimento do tecido empresarial do Concelho. Este projecto do Made INternacional tem esse propósito, de criar condições para que exista uma acção concertada de forma a atingir esses propósitos”, assinalou Paulo Cunha.

O objectivo é, no fundo, que os embaixadores famalicenses se disponibilizem a prestar informações diversas sobre o respectivo mercado, facilitando a entrada de novas empresas e proporcionando novos negócios.

“Hoje já não se fala em mercados locais, nem sequer em mercados nacionais, só há uma escala para o mercado à escala global. Nós queremos empresários famalicenses arrojados, com capacidade para arriscar, que vão à luta, mas não queremos experimentalismos e muito menos aventuralismos”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, durante a sua intervenção.

Por sua vez, o Cônsul destacou que “apesar de Angola ter uma riqueza substancial, ainda tem muita pobreza e precisamos de bons parceiros, como os empresários portugueses, que têm colaborado no nosso desenvolvimento, criando possibilidades de emprego e participando na formação técnica profissional e outras dos nossos jovens”.

Paulo Cunha explicou ainda a razão pela qual o município escolheu Angola para iniciar este périplo de internacionalização da economia famalicense. “Existem laços profundos com Angola, não só a língua, mas a cultura e a história. É esta ligação profunda que nos permite começar por Angola este périplo da internacionalização da economia famalicense. Uma dinâmica que desejamos que seja recíproca, ou seja, que os empresários angolanos venham também para Famalicão”, frisou.

Consolidado o ciclo ‘Made In Famalicão’ que a autarquia tem vindo a promover nos últimos meses pelas empresas de referência do Concelho, bem como pelos projectos inovadores e diferenciadores, surge agora “Famalicão Made Internacional”, com o mesmo intuito de fomentar o empreendedorismo e de potenciar as empresas do concelho mas, desta vez, fora de portas.

O programa “Famalicão Made INternacional” será composto por um conjunto de sessões públicas, abordando sempre novos mercados com potencialidades de investimento.

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