Ministro Angolano Diz Que Menos de Metade dos cerca de 30 Milhões de Habitantes Tem Acesso a Luz

O ministro da Energia e Águas angolano disse,em Luanda, que é preciso aumentar a taxa de acesso à eletricidade, num país onde só menos de metade dos cerca de 30 milhões de habitantes tem acesso a luz.

João Baptista Borges discursava na abertura da palestra sobre o Financiamento dos Projetos de Energia Renováveis e o Ambiente Regulatório Ótimo para o Setor da Energia Elétrica, promovido pelo Programa Power África, do Governo norte-americano, no âmbito da cooperação com Angola no domínio da energia elétrica.

Segundo o ministro, há uma significativa parte da população ainda a viver em áreas rurais ou semi-rurais, zonas das periferias das cidades, e é necessário encontrar-se soluções que sejam económicas para se levar energia elétrica a essas localidades.

“O nosso país dispõe de recursos abundantes, recursos energéticos, primários como é o caso da energia solar”, que tem hoje um custo cada vez mais competitivo e é uma solução para a eletrificação do país, admitiu o ministro.


Energia Eléctrica Agravada em 81,99% Para as Empresas Industriais a Operar em Angola

As empresas industriais a operar em Angola vão ter a sua factura de energia eléctrica agravada em 81,99% quando no dia 15 de Julho corrente entrar em vigor Novo Regime Tarifário da Energia Eléctrica, noticiou a imprensa angolana.

As empresas industriais a operar em Angola vão ter a sua factura de energia eléctrica agravada em 81,99% quando no dia 15 de Julho corrente entrar em vigor Novo Regime Tarifário da Energia Eléctrica, noticiou a imprensa angolana.

De acordo com o Mercado, a entrada em vigor do novo tarifário, que deveria ter ocorrido dia 24 de Junho passado, foi adiada para 15 de Julho “por razões técnicas e operacionais das instituições responsáveis por assegurar este procedimento”, segundo um comunicado do Ministério das Finanças.

Portal de Angola

 


Laúca e Cambambe Tornaram Angola Como a 5ª Maior Potência de África em Energia Hidroeléctrica

As barragens de Laúca e de Cambambe colocaram Angola na lista dos cinco países do mundo que mais aumentaram a capacidade hidroeléctrica em 2017, tornando-o uma das cinco maiores potências de África neste domínio.

Apesar de África ser uma das regiões do mundo com maior potencial hidroeléctrico por desenvolver, vários projectos estão a alterar esta realidade, nomeadamente as barragens angolanas de Laúca de Cambambe, segundo avança hoje o Novo Jornal, com base no relatório da Associação Internacional de Energia Hidroeléctrica, IHA na sigla em inglês.

Segundo o mais recente relatório desta organização, em 2017 o continente agregou 1.924 MW à sua capacidade instalada, desempenho que tem em Angola um elemento-chave.

Com Laúca e Cambambe, Angola foi um dos cinco países do mundo que mais aumentou a capacidade hidroeléctrica em 2017- atrás da China, Brasil, Índia e Portugal – tornando-se uma das cinco maiores potências de África neste domínio, quando no anterior ocupava a 11.ª posição na classificação africana, entre cerca de 40 nações analisadas.


A Província de Benguela Vai Começar a Beneficiar de 22 Mil Ligações de Energia Eléctrica ao Domicílio

Foto de António Escrivão

A província de Benguela vai beneficiar de duas mil ligações de energia eléctrica ao domicílio até ao final de ano de 2018, anunciou, no Cubal, o ministro de Energia e Águas, João Baptista Borges, no quadro de uma visita de trabalho de dois dias efectuada a província de Benguela.

O governante, que falava à imprensa no último fim-de-semana, disse que dentro de dias Benguela vai começar a beneficiar de 22 mil ligações de energia eléctrica ao domicílio no âmbito do projecto de electrificação.

“A ligação entre Cambambe ao Lobito, a linha já esta concluída, havendo necessidade da estação do sistema de compensação que deverá decorrer nos próximos meses, este será um projecto que aliviará grande parte da produção térmica e dos custo de aquisição de combustíveis, porque Benguela vive de ponto de vista de abastecimento de 50 Megawatts, vindo do Lumaum”, disse.

Segundo o ministro, grande parte de energia distribuída na província de Benguela é por gerador e o sector vai, com esta ligação, reduzir estes custos.


Orçada em Mil Milhões de Dólares, a Central Angolana a Gás Natural Já Debita Electricidade na Rede Pública

A central de ciclo combinado do Soyo, em Angola, orçada em mil milhões de dólares, já começou a debitar electricidade na rede pública, produzida a partir de gás natural, anunciou hoje o grupo Sonangol.