Forno Para a Produção de Clinquer Faz com que a Cimenfort Angola Deixe de Importar o Produto

A entrada em funcionamento do primeiro forno para a produção de clinquer vai fazer com que a Cimenfort deixe de ter necessidade de importar o produto, o que se verifica desde a inauguração da fábrica de cimento em 2012, disse segunda-feira na Catumbela, província de Benguela, a ministra da Indústria de Angola Bernarda Martins.


Em Defesa da Produção Nacional, Governo Angolano Mantém Proibição em 15 Províncias de Importar Cimento

Cimento_5O Governo angolano decidiu manter a proibição de importação de cimento em 2016 em 15 províncias, alegando que a capacidade instalada no país ultrapassa largamente as necessidades internas, escreve a agência Angop.

Esta decisão não se aplica, contudo, às províncias fronteiriças de Cabinda, Cunene e Cuando Cubango, que continuarão a ter uma quota anual excepcional de importação individual de 150 mil toneladas.


Produção de Cimento emAngola Atinge os 8 Milhões de Toneladas por Ano, Tornando-se Auto-Suficiente

cimento20141010A produção de cimento atingiu 8 milhões de toneladas por ano, quantidade ligeiramente superior ao consumo, o que faz de Angola um país auto-suficiente neste produto, afirmou quinta-feira a ministra da Indústria, Bernarda Martins.

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Investimento nos Cimentos em Angola pelo Grupo Português Galilei

20130701O grupo português Galilei vai entrar no negócio dos cimentos em Angola em parceria com o grupo alemão HeidelbergCement, um dos maiores do sector em termos mundiais, disse o seu presidente Fernando Lima ao jornal português Diário Económico.

Lima disse ainda que o projecto Cimentos Nacionais Angola (CNA), em que irão ser investidos 370 milhões de dólares, já está elaborado e adiantou terem sido já iniciados os trabalhos preliminares.

O financiamento será assegurado maioritariamente pelo grupo alemão, sendo o restante garantido tanto pelo grupo Galilei como pelos parceiros angolanos.

Fernando Lima adiantou ao jornal ser intenção da parceria começar ainda este ano a construir a fábrica, que terá uma capacidade instalada inicial de 2 milhões de toneladas de cimento.

Constituído em 1999, o grupo Galilei objectivo de concentrar e liderar o investimento financeiro em participações diversificadas e com capacidade de intervenção na economia portuguesa.

O grupo Galilei é um grupo que concentra a sua actividade no desenvolvimento sustentável e na criação de valor accionista.

(macauhub)


Mais Uma Fábrica de Cimento Para o Lobito

20130425100116Companhia de Cimento do Lobito vai investir 18 mil milhões de kwanzas (187 milhões de dólares) numa nova fábrica de cimento no Lobito, com capacidade para produzir 1,2 milhões de toneladas por ano, anunciou quarta-feira, em Luanda, o administrador-delegado, Augusto Manuel Miragaia.

O projecto será erguido a 200 metros da actual cimenteira da Secil Lobito, afirmou o gestor no final de um encontro em que participou no Ministério da Indústria.

Dizendo não saber quando começará a ser construída a nova fábrica de cimento, Augusto Miragaia disse que a unidade actualmente em funcionamento tem uma capacidade de produção de aproximadamente 400 mil toneladas por ano.

De acordo com a agência noticiosa angolana Angop, Augusto Manuel Miragaia disse ainda que a indústria nacional de cimento está a desperdiçar cerca de 30 a 40% da sua capacidade produtiva devido à forte concorrência do produto importado, após as administrações das cimenteiras em actividade em Angola terem concluído que a taxa de utilização dos equipamentos ronda actualmente entre 60 e 70%.

“O cimento importado chega a preços muito competitivos e está a obrigar a indústria nacional a reduzir os preços, o que acontece praticamente de dois em dois meses”, salientou Miragaia, para acrescentar que a Secil Lobito está a sofrer, além da forte concorrência do cimento importado, com a quebra de mercado que se tem verificado desde o início de 2013.

“Estou convencido que se não forem tomadas medidas drásticas, a indústria cimenteira de Angola vai confrontar-se com problemas”, adiantou, para acrescentar defender uma revisão da pauta aduaneira e das taxas aplicadas aos produtos importados para evitar que as fábricas nacionais sejam obrigadas a parar.

Angop