Localizada na Catumbela, a Cimenfort Aposta no Aumento de Produção

Localizada na Catumbela em Benguela, a cimenteira Cimenfort está cada vez mais empenhada na aposta do aumento da sua produLocalizada na Catumbela em Benguela, a cimenteira Cimenfort está cada vez mais empenhada na aposta do aumento da sua produção.

Com 750 hectares, fundamentalmente de área calcária, e 218 trabalhadores, a Cimenfort foi concebida para ser implementada em três fases: a primeira para produzir 700 mil toneladas, inaugurada a 22 de Agosto de 2012; a segunda, destinada a aumentar a capacidade de produção para o dobro; a terceira (última) para a montagem da moagem do clínquer, cujos equipamentos são importados da Alemanha e da China.

Nas instalações da fábrica, é visível algum equipamento que vai ajudar a “revolucionar” a produção, com a previsão de a tornar plena até 2022, altura em que deverão estar instalados novos fornos, britadores, redutores, refrigeradores, ventiladores e transportadores.

Actualmente a Cimenfort possui um ramal de ligação à linha dos CFB, que passa, justamente, a menos de 10 metros das suas instalações. A sua produção, espera-se que atinja um milhão e 400 mil toneladas ano, contra as actuais 400 mil.

Mercado

 


Angola Tenciona Exportar Cimento Para a RDC Através do CFB

O director comercial da fábrica de cimento “CIMEFORT”, de Benguela, Nilton de Carvalho, manifestou, hoje, domingo, no Município fronteiriço do Luau, Província do Moxico, a intenção de comercializar o cimento da sua empresa na RDCongo, aproveitando a oportunidade da reabertura do tráfego internacional do Caminho de Ferro de Benguela (CFB).

Falando à Angop, o responsável que se deslocou ao Luau com o propósito de testemunhar o reinício, nesta segunda-feira, 05, da transportação do minério da RD Congo para Angola, fez saber que a fábrica, localizada na comuna da Gama, município da Catumbela (Benguela), produz mil toneladas de cimento por ano.

Referiu que a ideia vai agora depender das possibilidades de contactos a manter com o mercado da RDC para exportar o produto através dos comboios do Caminho de Ferro de Benguela e da Sociedade Nacional dos Caminhos-de-Ferro do Congo (SNCC).


Por Falta de Combustível a Fábrica de Cimento do Cuanza Sul Dispensa 900 Trabalhadores

Cerca de 900 trabalhadores foram dispensados na quarta-feira pela fábrica de cimento do Cuanza Sul, uma das cinco unidades do género que funciona em Angola, mas que paralisou a actividade por falta de fornecimento de combustível, foi hoje divulgado.

Em causa está a necessidade de Heavy Fuel Oil (HFO), combustível utilizado na produção do clínquer, componente fundamental para o fabrico de cimento, num alegado diferendo com os fornecedores.


Prevista a Paralisação da Fábrica de Cimentos do Cuanza Sul por Falta de Combustível

A fábrica de cimento da província do Cuanza Sul informou hoje as autoridades que prevê a paralisação dos trabalhos a 01 de Novembro, devido à falta de fornecimento de combustível.

Aquela unidade industrial escreveu à direção provincial da indústria do Cuanza Sul a dar conta da situação, que se arrasta desde janeiro deste ano, e que se junta a outros problemas que o setor está a atravessar no país, fazendo disparar o preço do cimento.

Para o funcionamento daquela fábrica é necessário combustível do tipo HFO, que serve para a queima de clínquer, matéria-prima para a produção de cimento, bem como para o funcionamento das máquinas.


Pôr Cobro à Concorrência Desleal no Sector do Cimento Afirmou Hoje o Presidente Angolano

Foto Angop

Presidente da República, João Lourenço, afirmou hoje, na Assembleia Nacional, ser urgente pôr cobro à situação de concorrência desleal que se verifica actualmente na indústria do cimento do país.
Segundo João Lourenço, em função desta concorrência desleal, os preços do cimento no mercado dispararam devido à paralisação de duas unidades fabris.

O Presidente da República, que dirigia uma mensagem ao país sobre o Estado da Nação, na reunião solene de abertura da I sessão Legislativa da IV Legislatura da Assembleia Nacional, prometeu submeter ao Parlamento uma lei da concorrência, para eliminar as imperfeições do mercado ainda existentes na economia, como os monopólios.