Governo Angolano Recorre a Financiamento da Espanha Para Reabilitar a Central Hidroeléctrica da Matala

De acordo com informação do Governo, a barragem, construída no período colonial, ainda assume um “importante papel” na irrigação de campos agrícolas na região, além da prevista geração de 40,8 MegaWatts (MW) de eletricidade.

A primeira fase da modernização foi concluída em 2015, por empresas canadianas, e, no ano seguinte, o grupo espanhol Elecnor foi escolhido pelo Governo para assegurar a fase seguinte da reabilitação, que incluiria equipamentos eletromecânicos e da subestação elétrica, trabalhos avaliados em 106,9 milhões de euros.

Contudo, segundo a informação mais recente do Governo angolano, a empreitada “continua por financiar”, apesar de manter-se a Elecnor como a empresa selecionada para obra.

Entretanto, o ministro da Energia e Águas de Angola, João Baptista Borges, divulgou esta semana um acordo para uma linha de financiamento à empreitada com origem em Espanha.

Esta segunda etapa passa ainda pela construção da subestação que vai permitir ligar a produção de eletricidade daquela barragem às redes das cidades do Lubango, capital da província da Huíla, e de Moçâmedes, capital da província do Namibe.


Paralisadas Há Três Anos Serão Retomadas Este Ano as Obras de Reabilitação da Barragem de Cunje I na Província do Bié

As obras de reabilitação da barragem hidroeléctrica sobre o rio Cunje I, paralisadas há três anos, por razões financeiras, serão retomadas no decurso deste ano, prometeu nesta sexta-feira o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.

Ao falar à imprensa local, no quadro da sua visita de dois dias à província do Bié, pontualizou que depois de concluídas as obras, a barragem terá uma capacidade para produzir 10 megawatts e fornecerá energia eléctrica às vilas e arredores dos municípios de Camacupa e Catabola, 52 quilómetros a leste do Cuito.


Necessidade de Controlo Sério das Barragens Angolanas Sector Considerado Como Uma “Bomba Relógio Adiada”

A Ordem dos Engenheiros de Angola alertou hoje para a necessidade de um controlo sério das barragens nacionais, considerando o sector como uma “bomba relógio adiada” e que pode causar “consequências desastrosas” às populações circunvizinhas.
“Porque nós temos mais de 100 barragens que ninguém sabe como estão, e uma barragem quando rompe não mata 50 pessoas como num prédio, pode matar cinco mil famílias ou mais”, disse hoje Armindo Gomes da Silva, coordenador do Colégio Civil da Ordem dos Engenheiros de Angola.


O Presidente Angolano Inaugurou Hoje a Maior Barragem do País e Lançou a Primeira Pedra em Caculo Cabaça

Rio KwanzaO Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, inaugurou hoje a maior barragem do país, em Laúca, e lançou a primeira pedra em Caculo Cabaça, que a vai superar, obras no rio Kwanza avaliadas em 7.500 milhões de euros.


A 1ª Fase de Cambambe Ficou Concluída em 1963, Hoje Foi Inaugurada a 2ª Fase

Foto de Eduardo PedroA funcionar em regime experimental há seis meses, a segunda central da barragem hidroeléctrica de Cambambe, que eleva a capacidade de produção do empreendimento de 260 para 960 megawatts (MW) é inaugurada hoje pelo Vice-Presidente da República, Manuel Vicente.