África Subsaariana Vai Receber do Banco Mundial Mais de 50 Mil Milhões de Euros Sob a Forma de Empréstimos Sem Juros

Os países da África Subsaariana, região que inclui Angola, Moçambique, Cabo Verde e Guiné Equatorial, começam a receber fundos do maior pacote de financiamento do Banco Mundial, no valor de 53 mil milhões de euros, no início de julho.


Mishi Mboko Deputada Queniana Apela às Mulheres Para Recusarem Sexo aos Maridos por Não Terem Cartão de Eleitor

Mishi Mboko diz que o sexo é uma arma poderosa e deve ser usada para obrigar os homens a adquirir o seu cartão de eleitor.


Presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe Diz Que Vai Abandonar o Poder “de Forma Apropriada”

Foto África 21robert-mugabeO presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, 92, no cargo há 36 anos, disse que vai abandonar o poder “de forma apropriada”, mas, além de não esclarecer o significado do adjetivo em questão, também não mencionou a data em que a sua hipotética saída ocorrerá. Mugabe, que falava diante dos veteranos da Zanu-FP, partido no poder, afirmou ter derrotado os americanos e os ingleses, que há muito defendem a sua saída, sem êxito até agora.


Para Impedir o Contínuo Avanço do Deserto do Saara, África Avança com “A Grande Muralha Verde”

grande_muralha_verdeDentro de aproximadamente vinte anos, a “Grande Muralha Verde”, como é conhecida, deverá estar construída, muralha esta que tem o objetivo de impedir o contínuo avanço do deserto do Saara, que continua a estender-se ano após ano com as dunas a serem arrastadas pelo vento.

Explica a NBC que esta muralha será composta por um largo cinturão de árvores que se irão replicar ao longo de 15 quilómetros de largura e mais de sete mil em comprimento, ligando a Mauritânia e Djibouti, abrangendo assim todo o continente africano.


Desde 1990 Refugiada na Finlândia, Regressa à Somália Para se Candidatar a Presidente do Seu País

fadumo-dayibFadumo Dayib era apenas uma jovem quando, em 1990, a Somália mergulhou na guerra civil.

Em Mogadíscio, a sua família gastou o que tinha para enviar a rapariga, de 18 anos, para longe da violência que se avizinhava.

Fadumo Dayib tornou-se especialista em saúde pública, foi reconhecida como ativista. Preparou-se ao longo de anos até que um dia decidiu que ia abandonar o norte da Europa para voltar à Somália.

Em outubro, será a única mulher entre 18 candidatos à presidência. Ela sabe que não vai ganhar. “Se não és corrupto, não entras no sistema”, diz ao The Guardian.