120 Mortos e 453 Feridos Por Acidentes de Viação Durante a Quadra Festiva em Angola

acidentes_viaçao120 pessoas morreram e 453 outras ficaram feridas durante a quadra natalícia em Angola, segundo o balanço final, apresentado esta terça-feira pela Polícia Nacional. 

Os dados apresentados pelo segundo comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, indicam que 29 pessoas morreram em consequência de homicídios, 20 dos quais em ambiente familiar, 57 por acidentes de viação, seis por incêndio, 17 por afogamento e 11 devido às chuvas.


Mais de 950 Mortos e Quase Quatro Mil Feridos em Acidentes de Viação em Angola nos Primeiros Três Meses Deste Ano

acidentes_viacao_angolaMais de 950 pessoas perderam a vida e quase quatro mil ficaram feridas, em consequência de 3.980 acidentes de viação ocorridos nas estradas do país, durante os primeiros três meses do ano em curso.

Segundo o porta-voz da Direcção Nacional de Viação e Trânsito (DNVT), intendente chefe Angelino Sarrote, os dados dos acidentes são considerados violentos e preocupantes, com uma cifra de 37 acidentes/dia, com dez mortos e 41 feridos.

“Pelos dados, por si só, da para ver que não há segurança nas nossas estradas. Os atropelamentos em termos de tipicidade constituem a maior preocupação, porque morrem por dia em média quatro pessoas, no país, por isso existe a preocupação de se inverter este quadro”, frisou.


2014 Está a Ser um Ano Dramático em Termos de Mortos nas Estradas Angolanas

acidentesO Dia Mundial em Memória das Vítimas das Estradas assinalou-se 16 de Novembro em todo o mundo. Em Angola, o que sobressai é a preocupação e o luto. 2014 está a ser um ano dramático em termos de mortos na estrada.

Só de 8 a 11 de Novembro 2014, 21 pessoas morreram em 53 acidentes de viação. Um sinal claro de que é preciso agir. Não bastam os discursos e as boas intenções.

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De Janeiro a Outubro Deste Ano, Mais13 Mil Acidentes de Trânsito em Angola

acidente37A Polícia Nacional angolana registou, de janeiro a outubro deste ano, mais de 13 mil acidentes de viação, que resultaram em mais de 3 mil mortes e um número superior a 12 mil feridos
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De acordo com o director nacional adjunto da aviação e trânsito, Conceição Gomes, os indicadores mostram que os casos de sinistralidade rodoviária deverão superar em muito os números das ocorrências em 2013..

“Só nestes três trimestres de 2014 já temos acima de 13 mil acidentes de viação, mais de 3 mil mortes e acima de 12 mil feridos, um número superior, e ainda faltam 2 meses para o final do ano, o que nos leva a crer que este ano será muito mais fatídico que o ano passado”, afirmou, citado pelo jornal A Capital.

África 21


Como Medida Para Reduzir Acidentes de Viação, Governo Angolano Aumenta Taxa Alfandegária de Motorizadas

motorizadasA taxa de importação de motorizadas registou em Angola um agravamento de 50% desde 2012, uma medida fiscal destinada a conter a entrada maciça daquele tipo de veículos, disse o director do departamento de tarifas da Direcção Nacional de Alfândegas.

Citado pela agência noticiosa Angop, Garcia Afonso disse ainda que a medida fiscal visou procurar travar a entrada de motorizadas, veículos que são apontados como dos principais causadores de acidentes e consequentemente de perdas de vidas humanas.

A medida visou em particular as motorizadas de maior cilindrada que, além de causarem os referidos acidentes, são igualmente o principal meio usado pelos marginais, sobretudo na capital do país, para a prática de assaltos na via pública, além de apresentarem outros constrangimentos no âmbito social.

O responsável, que falava em Ndalatando, capital da província do Cuanza Norte, sobre a nova pauta aduaneira em execução no país desde 2012, disse que a decisão de introduzir a referida norma resultou da necessidade de travar a importação de alguns produtos e melhorar a regulação das importações a nível do território nacional.

Garcia Afonso salientou que a ideia subjacente à nova pauta aduaneira, nomeadamente através do agravamento de algumas taxas alfandegárias, é dificultar a importação de alguns produtos possíveis de serem produzidos em Angola, de modo a garantir que o país passe de potencial importador para potencial produtor passando a obter excedentes para exportação.

(macauhub/AO)