A Economia de Cabo Verde Cresce 4,3% em 2018 é a Previsão do FMI

No entanto, aquela instituição prevê, no quadro do panorama da economia mundial, um abrandamento da economia cabo-verdiana, já a partir de 2019, com projecções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a chegarem apenas a 4%.

Também prevê que inflação deve crescer este ano 1 % e que a balança de pagamentos deve agravar-se no arquipélago cabo-verdiano.

A projecção do FMI relativamente à inflação é mais modesta do que a feita pelo Banco de Cabo Verde (BCV) segundo a qual haverá uma barreira mais elevada no intervalo entre o 1,75 % e 2,75 %.


Em Sete Dias Jacaré Mata Sete Pessoas na Comuna do Quê na Província da Huíla

Para se inverter o quadro, as autoridades tradicionais estão a sensibilizar os habitantes desta zona a não circularem pelas margens do rio Quê, principalmente depois de chover

Sete pessoas morreram em sete dias na comuna do Quê, a 45 quilómetros da sede municipal de Chicomba, na província da Huíla, ao serem atacadas por um Jacaré, no rio Quê. A informação foi avançada recentemente a este jornal pelo soba daquela localidade. Ele explicou que as vítimas mortais foram atacadas quando se dirigiam ao rio em busca de água para o consumo doméstico. Kateke Nangolo informou ainda que as principais vítimas do ataque deste réptil foram mulheres e crianças que desempenham actividades pastoris, alguns foram atacados no momento em que levavam o gado a pastar, nas margens do referido rio. “As vítimas são maioritariamente as mulheres, quando vão lavar a roupa ou buscar água para beber e ainda as crianças que pastam os bois”, disse.


Governo Angolano Solicita Apoio ao FMI Para Aumento da Credibilidade Externa

O governo angolano solicitou apoio ao FMI para desenvolvimento das medidas contidas nas ações de Estabilização Macroeconómica, iniciadas em Janeiro de 2018.

O plano apresentado pelo governo angolano visa o aumento da credibilidade externa com efeitos positivos na captação de investimento direto estrangeiro, segundo documento do Ministério das Finanças.

Com o início este ano da implementação do Plano de Desenvolvimento Nacional  2018-2022, Angola entra num novo ciclo caracterizado por uma menor dependência do país dos recursos originários da produção petrolífera e por uma forte aposta na dinamização do sector privado da economia nacional, visando a promoção das exportações não petrolíferas e a substituição das importações, sendo nesta perspectiva que se enquadra o pedido de apoio ao FMI para o programa não financiado “Instrumento de Coordenação de Políticas”, segundo o governo.


Na Província do Bié a Produção de Peixe Cacusso (Tilápia) Pode Atingir 30 Mil Toneladas

A produção de peixe cacusso (tilápia) na província do Bié poderá crescer, este ano, para 30 mil toneladas, contrariamente às 28 mil e 147 do ano 2017, informou hoje o director da Agricultura Desenvolvimento Rural e Pescas, Marcolino Rocha Sandemba.

Para o alcance desta meta, segundo Marcolino Rocha Sandemba, o governo da província e a Agricultura vão apoiar os piscicultores e trabalhar com os bancos para facilitar o acesso ao crédito.

A produção de tilápia na província do Bié, apesar das dificuldades, está com níveis satisfatórios e os municípios do Cuito, Andulo e Camacupa são os que mais produzem. Estão envolvidos nessa actividade 30 criadores e 40 tanques, mais 27 em relação a 2017.

A propósito deste assunto, o criador de tilapia, Abrantes Catiti, criticou a burocracia que se verifica na banca para a concessão de crédito, situação que cria muitos constrangimentos à actividade, devido ao alto custo da produção.


Centenas de Crianças Angolanas Cruzam Diariamente a Fronteira Para Estudarem nas Escolas da Namíbia

Centenas de crianças angolanas cruzam diariamente, logo às primeiras horas da manhã, a fronteira de Santa Clara, em Namacunde, na província do Cunene, para estudarem nas escolas da vizinha Namíbia, devido às condições e ao ensino do inglês.

Junta à linha de fronteira, a agência Lusa encontrou Edvânia Domingos, angolana de 15 anos que estuda na oitava classe do Mennonite Brethren Community School, em Omafo, na Namíbia.

Regressa a casa ao início da tarde, juntamente com algumas dezenas de colegas angolanas da mesma escola namibiana, da igreja evangélica dos Menonitas.

“O ensino é muito educativo, as pessoas aprendem mais, é diferente de Angola”, explica a estudante, que todos os dias tem de apanhar um táxi, já do outro lado da fronteira, para chegar à escola, a quase 10 quilómetros de distância de Santa Clara.

“É muito distante, não vamos conseguir chegar lá a pé. Apanhamos um táxi”, conta.