60 Mil Milhões de Dólares é Quanto a China Já Emprestou a Angola

Angola e China celebram 35 anos de relações diplomáticas a (12 de Janeiro de 1983). Para celebrar o acontecimento, o Ministro das Relações Exteriores chinês desembarca na capital do país este Sábado, 13 de Janeiro.

 O Embaixador da China acreditado em Angola, Cui Aimin, revelou que o seu país já concedeu 60 biliões de dólares ao Governo angolano para a construção de inúmeras obras de infra-estruturas como centrais de energia, estradas, pontes, hospitais e casas, incentivando o desenvolvimento económico e a melhoria da vida do povo de Angola. Cui Aimin, em artigo de opinião publicado no Jornal de Angola de ontem, Quarta-feira, destaca ainda que durante o fórum de investimento China-Angola realizado em Luanda em finais de 2016, foram celebrados 48 acordos de intenção de investimento no valor total de 1,2 bilião de dólares.

 Nos últimos oitos anos, escreve o diplomata chinês, mais de 60 médicos fizeram em Angola mais de duzentas mil consultas gratuitas a cidadãos angolanos no Hospital Geral de Luanda, construído com financiamento da China. “A China é o maior parceiro comercial de Angola, ao passo que Angola é o segundo maior parceiro comercial, o maior fornecedor de petróleo da China, em África, um dos maiores mercados ultramarinos de obras empreitadas,” salienta o Embaixador chinês em Angola.

 Cui Aimin destacou também que a comissão orientadora da cooperação económica e comercial entre a China e Angola tem permitido mais pragmatismo nas relações entre os dois países. Em 2010, os governos angolanos e chinês, estabeleceram uma parceria estratégica para impulsionar a cooperação. Angola e China estão a celebrar 35 anos de relações diplomáticas (12 de Janeiro de 1983). Ora foi precisamente para celebrar o acontecimento, que o ministro das Relações Exteriores chinês desembarca na capital do país, este Sábado, 13 de Janeiro, para no dia 14, Domingo proceder à assinatura do acordo de facilitação de vistos em passaportes ordinários. 

 O acordo visa agilizar os mecanismos de concessão de vistos sobretudo para empresários, académicos e investigadores de várias áreas do conhecimento, desportistas de alta competição, agentes culturais e cidadãos com necessidade de tratamento médico. Os dois países já assinaram um acordo de supressão de vistos em passaportes Diplomatico e de Serviço que está em vigor.

 ANGONOTÍCIAS

 

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