Angola a Partir de 2015 Passa a Comercializar Carne e Deixa de Importar

carne_angolaO governador de Malanje, Norberto dos santos acredita que o País está em condições de até 2015 deixar de importar carne e passar a comercializar, essas palavras foram proferidas aquando da realização da 4ª edição da feira agro-pecuária do Namibe, informou o Jornal de Angola.

Há um envolvimento enorme do Ministério da Agricultura, que está a delinear algumas acções, para que na devida altura se possa consumir em condições aquilo que é nosso, realçou.

Norberto dos Santos, disse que a actual produção nacional de carne é suficiente para abastecer o país, tendo em conta o número de criadores de gado e de animais existentes em toda a extensão do território angolano.

O governador, que participou num leilão de gado que se realizou na quarta edição da feira agro-pecuária do Namibe, adiantou que o mais importante é que a classe de empresários ligados ao ramo da pecuária esteja unida, para juntos traçarmos políticas destinadas a diminuir os níveis de importação de carne.

Temos de nos organizar, saber dos empresários e da população criadora de gado o número de cabeças existentes, a vacinação, pois, este é mais um momento para conseguirmos esse grande objectivo e para trocarmos ideias, disse.

O governador mostrou-se ainda satisfeito com a transparência do leilão e com os parâmetros traçados pela comissão organizadora, que teve algumas inovações, mas que, segundo explicou, é uma forma de os governos provinciais traçarem políticas que visam o crescimento da economia nacional.

O governador do Huambo, Kundi Paihama, que também participou no evento, pediu aos naturais do Namibe para abraçarem a iniciativa do governo provincial, para que a próxima edição da feira seja realizada com a participação de mais criadores.

Kundi Paihama augura que, essa feira seja permanente, pois, afirmou, Angola tem todas as premissas e recursos para ultrapassar a importação e consumir o produto local, acrescentando que apenas falta organização aos criadores organização, para que estejam melhor estruturados e melhor servidos.

A feira contou com a presença de representantes das províncias da Huíla, Cunene, Bié, Lunda Norte, Malanje, Benguela e Huambo.

No leilão de gado, foram vendidas mais de 50 cabeças de bovinos, além de outras quantidades menores de cavalos, porcos, cabritos, ovelhas e aves diversas.

Jornal Expansão


Lançada a Primeira Pedra de Empreendimento Turístico em Tombe, Município do Soyo Província do Zaire

soyo-angola-580Foi já lançada a primeira pedra de um empreendimento turístico a ser construido na localidade do Tombe, município do Soyo, província do Zaire. Considerado um projecto “eco-resort”, este faz parte da aposta governamental na criação de espaços turísticos e de lazer em zonas costeiras do país.

A angolana Millen será a empresa responsável por, num espaço de 18 meses, concretizar a construção de um projecto direccionado ao município do Soyo, que contemplará a construção nas praias da aldeia do Tombe de três piscinas, 100 residências turísticas em madeira e várias áreas desportivas.

De acordo com informações da página do Ministério da Hotelaria e Turismo, o titular da pasta, Pedro Mutindi, encorajou a iniciativa e solicitou que mais empresas sigam o exemplo da Millen, com vista a impulsionar o desenvolvimento do sector turístico a nível nacional. “Estas iniciativas contribuem para a expansão e desenvolvimento do sector turístico que aumenta receitas para o país”, afirmou. O responsável convidou ainda a classe empresarial nacional e estrangeira a continuar a apostar no sector hoteleiro e turístico erguendo infra-estruturas capazes de prestar um serviço público de qualidade.

Já o governador do Zaire, José Joanes André, reafirmou que o governo provincial vai continuar a apoiar iniciativas do género para o fomento do sector hoteleiro e turístico na região. O político reconheceu que apesar dos esforços efectuados neste sector, a província necessita ainda de investimentos privados na área turística.

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O Pavilhão de Angola na Expo Milão Destina-se a Fazer com que os Visitantes Conheçam as Suas Potencialidades

angola-expo-milao-580Subordinada ao tema “Alimentação e Cultura: Educar para Inovar”, a Expo Milão, que contará com a presença de Angola, será uma hipótese para o país revelar as suas potencialidades. De acordo com a comissária-geral do país para a exposição, Albina Assis, o pavilhão de Angola destinar-se-á a fazer com que os visitantes sintam vontade em conhecer melhor as suas potencialidades económicas, naturais e culturais.

Como membro do Bureau Internacional de Exposições (BIE), o país estabelecerá parcerias com países africanos com o objectivo de ter um papel de liderança e ser exemplo de desenvolvimento. Angola aderiu em 2011 a esta organização, responsável pela fiscalização e promoção da Convenção das Exposições Internacionais. Os projectos a serem apresentados na Expo Milão, estão a ser executados por equipas técnicas multidisciplinares em parceria com consultores internacionais e nacionais de diferentes áreas e instituições, revelou a resposável, citada pelo Jornal de Angola.

O pavilhão de Angola na Expo Milão contará com mostras sobre culinária angolana e exposições temporárias de pintura, escultura e artesanato. Realizar-se-ão ainda espectáculos, desfiles de moda, semanas temáticas, fóruns e outras iniciativas destinadas a promover Angola.

Em Maio último, Angola assinou o Acordo de Participação na Expo Milano 2015, um documento que define a modalidade de participação no certame que decorre entre 1 de Maio e 31 de Outubro. Mais de 100 países confirmaram já a sua participação no evento, que deverá atrair a Milão, em Itália, cerca de 30 milhões de visitantes durante os seis meses de exposição. A primeira participação de Angola em exposições universais foi na Expo Sevilha em 1992. Seguiram-se Lisboa, Xangai, na China e Yeosu, Coreia do Sul.

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Estão em Construção 111 Unidades Hoteleiras em Angola

hotel-angola-580O crescente investimento no território angolano tem vindo a fazer com que o sector da hotelaria e turismo registe um desenvolvimento considerável ao longo dos últimos anos. Actualmente, o país conta com 176 hotéis, que perfazem um total de quase dez mil quartos, o que traduz um crescimento de cerca de 13,5 por cento em relação à oferta existente em 2012. Este ano, estão em construção 111 unidades hoteleiras de grande, média e pequena dimensão.

A capacidade hoteleira quase que triplicou desde há dois anos, sendo que em 2012 Angola dispunha apenas de 61 hotéis e 2822 quartos. De acordo com dados do Ministério de Hotelaria e Turismo (MINHOTUR), citados pelo Expansão, existem neste momento em Angola 176 hotéis, 9353 quartos e 12 569 camas, representando um crescimento de 13,5 por cento, em termos de número de hotéis, face a 2012. O sector dispõe ainda de 14 aparthotéis, com 725 quartos, 87 aldeamentos turísticos, com 2842 quartos, perfazendo um total de 13033 quartos e 16826 camas a nível nacional.

Este crescimento no ramo da hotelaria deverá ainda resultar num aumento do número de empregos, sendo que é estimado que sejam criados mais de 8500 novos postos de trabalho. Ainda de acordo com os dados a que o Expansão teve acesso, segundo as projecções para 2020, Angola deverá atingir dentro de seis anos 4,6 milhões de turistas e receitas de 4,7 mil milhões de kwanzas. Prevê-se a criação de um milhão de postos de trabalho directos e indirectos. Neste momento trabalham no sector 158 mil pessoas, mais 8,5 por cento que em 2011.

Apesar de tudo, os dados demonstram que existem assimetrias, já que 55 por cento do total de quartos de hotéis estão concentrados em Luanda. Os projectos que procuram levar este tipo de infraestruturas a outras províncias não satisfazem a procura, sendo que a qualidade da oferta é bastante inferior. Ainda de acordo com os dados a que o Expansão teve acesso, os altos preços praticados pelo sector hoteleiro em Angola são outra questão a ter em conta.

Agostinho Kapia, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Opaia, afirmou que o desenvolvimento do sector hoteleiro trará enormes benefícios ao país, sobretudo no que se refere à entrada de turistas e à criação de empregos. A rede hoteleira Opaia Hotels criará cerca de 2 mil postos de trabalho directos e 20 mil indirectos.

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Cidade do Lobito a Eterna Sala de Visitas de Angola, Vista por um Lobitanga

Fotos de Mário Rui Ribeiro
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