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Um Marinheiro16 Meses à Deriva Num Pequeno Barco Foi Encontrado Vivo

mexicanoUm pequeno barco terá sido arrastado pela corrente marítima desde o México até ao outro lado do Oceano Pacífico, a 12.800 quilómetros de distância. Um dos dois ocupantes foi encontrado com vida.

Um homem magro, com barba e cabelo comprido e sinais de grande fragilidade, foi encontrado na quinta-feira a bordo de um pequeno barco de fibra de vidro numa praia das Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico, já às portas da Oceania. E tudo indica que terá ido ali parar por acidente, após quase ano e meio à deriva.

A vítima, um homem que dá pelo nome de Jose Ivan e que fala espanhol, disse que veio do outro lado do Oceano, do México. Contou às autoridades que, em Setembro de 2012, tinha saído do México em direcção ao país vizinho de El Salvador com mais um homem a bordo. Por razões ainda por apurar, o barco terá avariado, colocando os dois ocupantes à deriva e à mercê da morte.

O outro ocupante morreu meses após o início da aventura. Jose sobreviveu comendo tartarugas, peixes e pássaros crus e bebendo sangue destes animais quando não chovia.

O sobrevivente está agora aos cuidados de uma família da pequena ilha do arquipélago onde foi encontrado. Apresenta tensão baixa e dificuldades em caminhar, mas não corre risco de vida. Só na próxima semana terá transporte para a capital das Ilhas Marshall, onde receberá cuidados médicos adicionais e iniciará o aguardado regresso a casa.

O caso não é inédito. Em 2006, três mexicanos também foram encontrados ao largo das Ilhas Marshall depois de nove meses à deriva. Em 1992, dois pescadores de Kiribati foram encontrados ao largo de Samoa depois de 177 dias de desespero. No entanto, é a Jose que pertence um possível recorde de sobrevivência.

Novo Jornal


Dia Nacional do Ambiente Assinalado no Namibe Com Campanha de Remoção de Lixo

                    Lucira

namibe_luciraUma campanha que visa a remoção dos grandes focos de lixo nas artérias da cidade está a envolver 120 funcionários de empresas públicas e privadas, na província do Namibe, numa iniciativa enquadrada nas comemorações do Dia Nacional do Ambiente que hoje se comemora.

Em declarações à Angop, o chefe do departamento para o saneamento, Silvério Fernandos, assegurou que as condições estão criadas para o arranque ainda hoje da campanha.

Silvério Fernandos disse que os organizadores da campanha têm o apoio e a ajuda do Instituto de Estradas de Angola (INEA) e da empresa Opuai, que disponibilizaram camiões monta-cargas para a remoção do lixo.

Com duração de dois dias, a campanha vai abranger todas as artérias da cidade do Namibe e arredores do cemitério municipal, da loja Nosso Super, forte Santa Rita, Cinco (5) de Abril e estrada que liga a cidade ao aeroporto, num percurso de sete quilómetros.

O Dia Nacional do Ambiente tem como principal objectivo reforçar os alertas aos diferentes sectores para a necessidade de se adoptar padrões de vida sustentáveis e que promovam uma gestão equilibrada dos recursos naturais.

Foi no dia 31 de Janeiro de 1976 que terminou a primeira “Semana de Conservação da Natureza, realizada em Luanda, durante a qual estiveram presentes delegações provenientes de Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.

Lusa / Novo Jornal


Quatro Toneladas de Marfim Apreendidas no Togo

elefantes_togoA polícia togolesa efectuou uma nova apreensão de cerca de duas toneladas de marfim no porto de Lomé, elevando para um total de quatro toneladas em menos de uma semana, anunciou hoje o ministro do Ambiente e dos Recursos Florestais do Togo.

Um vietnamita e dois togoleses foram presos no quadro de uma investigação sobre a rede de traficantes de marfim no país, disse à agência de notícias francesa AFP o ministro André Johnson.

“Mais de 2,1 toneladas de marfim foram apreendidas na quarta-feira em dois contentores no porto autónomo de Lomé. O marfim pertence ao mesmo proprietário do contentor da anterior operação de apreensão”, disse Johnson.

No dia 23 de Janeiro, quase 1,7 toneladas foram apreendidas em Lomé num contentor carregado de madeira que seria enviada para o Vietname. Com a nova apreensão, cerca de quatro toneladas foram apreendidas pela polícia do Togo em menos de uma semana.

“O proprietário do contentor é um vietnamita. Este foi preso, assim como dois togoleses. As investigações prosseguem para desmantelar esta rede de traficantes de marfim”, acrescentou.

Em agosto de 2013, 700,5 quilos de marfim – sendo a maior parte proveniente do Chade – foi apreendido pela polícia togolesa numa loja de Lomé, pertencente a um togolês, de 58 anos.

O comércio internacional de marfim foi proibido em 1989 pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Ameaçadas de Extinção (CITES).

Porém, o tráfico tem crescido nos últimos anos devido à grande procura no Médio Oriente e Ásia, onde as presas dos elefantes são utilizadas no fabrico de objectos decorativos e na medicina tradicional.

Lusa / Novo Jornal


Daqui a 50 Anos África Inteira Estará Ligada por um Comboio TGV, Exploração Espacial e Uma Língua Única

africaA presidente da Comissão da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini Zuma, apresentou hoje na cimeira da organização a sua visão de África daqui a 50 anos: com uma língua única, peso diplomático, exploração espacial e TGV.

Em 2063, as línguas dos antigos colonizadores desapareceram e foram substituídas pelo swahili (língua comum a vários países da África Oriental), enquanto as grandes cidades de África estão ligadas por um comboio de grande velocidade (TGV), o que permite visitar o continente num mês, descreveu Zuma.

Escrita como uma mensagem a um hipotético amigo em 2063, a visão da presidente do órgão executivo da UA foi exposta na 22.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo do bloco pan-africano, que começou hoje em Adis Abeba.

“Conflitos, fome e má nutrição, doenças e pobreza” foram erradicados em 2063 e a Confederação de Estados Africanos, criada há 12 anos, é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, adiantou.

No “e-mail” imaginário, Zuma diz que daqui a 50 anos, África tem a sua própria agência espacial e que Kinshasa (República Democrática do Congo) eclipsou Paris e Milão como capital da moda, enquanto os apreciadores de chocolate preferem Accra (Gana) a Bruxelas.

Na abertura da cimeira de dois dias, realizou-se a passagem da presidência rotativa da UA entre o primeiro-ministro etíope, Hailemariam Desalegn, e o Presidente mauritano, Mohamed Ould Abdel Aziz, que prometeu trabalhar com os membros do bloco pan-africano para que o “continente ocupe o seu justo lugar” no mundo.

As vítimas dos conflitos no Sudão do Sul e na República Centro Africana foram evocadas, tendo Hailemariam Desalegn pedido “soluções urgentes para impedir (…) dois países irmãos de caírem no abismo”.

A 22.ª cimeira do bloco de 54 países tem como tema central “A Agricultura e a Segurança Alimentar”, mas os combates que decorrem no Sudão do Sul e os últimos desenvolvimentos na República Centro-Africana obrigaram a recentrar a agenda da reunião.

Lusa / Novo Jornal