Você Sabia que a África do Sul é um dos Maiores Produtores de Vinho no Mundo

Vinhos-África-do-SulVocê sabia que a África do Sul é um dos países que mais produz vinhos no mundo? A associação Wines of South Africa, que cuida da publicidade e exportações de vinhos sul-africanos, exportou cerca de 417 milhões de litros de vinho em 2012, batendo o recorde de 2009, com 407 milhões, e mostrando 11% de aumento comparado à 2011 e a tendência é que este número cresça ainda mais até o final de 2013. De acordo com as previsões da associação, a colheita de 2013 pode ultrapassar 1.300 toneladas de uvas.

“Os recordes são resultados de uma concorrência favorável, assim como a escassez global de vinhos, agravada pela significante queda nas recentes colheitas nas nações produtoras de vinhos na Europa, América Latina, Austrália e Nova Zelândia”, explicou a CEO da associação, Su Birch.

Apesar do domínio contínuo das exportações do país de vinho a granel – representaram 59% dos embarques do volume total em 2012 – Birch argumentou que esse índice caiu em linha com uma tendência global que tem visto um aumento de 20% nos embarques a granel de vinho de exportadores de importância mundial durante a última década. “A realidade que enfrentamos também atinge a Austrália, Chile, Argentina e até mesmo Nova Zelândia”, observou ela.

RevistaAfro.com


Guerrilheiros da Renamo Atacam Viatura Civil, Causando Um Morto e Mais de Dez Pessoas Desaparecidas

01ATAQUES_NAMPULA_31X10X625X230Um morto e mais de dez pessoas desaparecidas é o que se pode descrever como resultado de uma emboscada, supostamente, provocada pelos guerrilheiros da Renamo a uma viatura civil, no posto administrativo de Mutivaze, cerca de 45 quilómetros da cidade de Nampula.

O assalto a uma camioneta que fazia o trajecto Iapala/Nampula e na qual seguiam mais de 20 passageiros, na sua maioria, revendedores de produtos agrícolas, ocorreu por volta das 22h00 da última terça-feira, na Estrada nacional número 13, mais concretamente no troço entre os distritos de Nampula e Mecuburi.

Para além da vítima mortal, cuja identificação não foi possível apurar, os assaltantes raptaram parte dos passageiros e pilharam bens valiosos, antes de incendiarem a viatura que ficou em cinzas. Até à hora em que a nossa reportagem abandonou o local, não havia quaisquer pistas sobre o paradeiro das pessoas desaparecidas. Mais triste ainda foi o facto de o corpo ter permanecido cerca de 15 horas antes de ser removido do local do incidente. Só por volta das 12h00 desta quarta-feira, é que o corpo foi removido do local, após uma equipa da Polícia da República de Moçambique ter chegado ao local para se inteirar do sucedido.

Alguns sobreviventes dizem ter sido surpreendidos por quatro indivíduos armados que disparavam ininterruptamente defronte da sua viatura, enquanto o quinto ia regando em cadência.

O País Online


“Queremos a Paz”, “Não à Guerra”, “Stop Raptos” Apelos Feitos na Marcha Pela Paz em Maputo

manifestaçao_moçambiqueAs cidades de Maputo, Beira e Quelimane foram esta quinta-feira palco de manifestações contra a onda de raptos no país e também a favor da paz. Na capital assistiu-se ao maior protesto contra o Governo dos últimos anos.

“Queremos a paz”, “não à guerra”, “stop raptos”,“exigimos segurança” foram alguns dos apelos ouvidos durante a “Marcha pela paz e contra os raptos” que esta quinta-feira (31.10) percorreu várias artérias da cidade de Maputo e que culminou com um encontro na Praça da Independência.

Organizada pela Liga dos Direitos Humanos, a manifestação na capital moçambicana foi a maior marcha popular de protesto contra o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), no poder desde a independência do território há 38 anos.

Em apenas dois anos registaram-se já cerca de 50 raptos, tendo-se instalado um clima de medo, terror e insegurança nos principais centros urbanos. Neste momento, quatro cidadãos, incluindo uma criança, estão nas mãos dos raptores.

“O que queremos é paz!”

A manifestação na capital decorreu de forma ordeira e pacífica apesar de ter contado com a adesão de mais de 20 mil pessoas, de acordo com os organizadores.

 

“O que queremos é a paz!”, apelou o presidente da Associação dos Desmobilizados de Guerra, Herminio dos Santos

 

“Ora há sequestros, ora há guerra. Não há paz. Se o Governo não tem capacidade para controlar a situação, que se demita”, afirmou Abdul Remane Ravat, um dos manifestantes que a DW África encontrou nas ruas de Maputo.

O presidente da Associação dos Desmobilizados de Guerra, Hermínio dos Santos, considera que os moçambicanos já estão cansados desta situação. “Não queremos mais raptos nem guerra em Moçambique. O que queremos é a paz!”, sublinhou.

Hermínio dos Santos lançou ainda um apelo para que o Presidente Armando Guebuza vá falar com Afonso Dhlakama, o líder da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), “para acabar com a guerra.”

“Vinte e um anos depois, não queremos saber quem tem razão. Não queremos cidadãos a morrer com balas”, defendeu também Eric Charas, editor do jornal de distribuição gratuita @Verdade, considerado o semanário de maior circulação no país.

 

Alice Mabota, presidente da Liga dos Direitos Humanos, lidera o movimento contra a onda de raptos

Para o presidente do Parlamento Juvenil, Salomão Muchanga, a paz passa pelo diálogo. “O presidente Guebuza e o presidente Dhlakama devem sentar-se e resolver os problemas premente da sociedade porque os interesses das elites políticas não se podem sobrepor aos interesses da nação”, reclama.

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Benguela Concorre às Sete Maravilhas Naturais de Angola com a Praia da Caotinha

praia_da_caotinha_BENGUELAA Praia da Caotinha é uma das representantes da província de Benguela no concurso as sete maravilhas naturais de Angola, na categoria de praias, num evento organizado pela National 7 wonders. Para a escolha desta maravilha natural de Angola o público pode enviar o seu voto para o número 44567 com o código 20.

A Praia da Caotinha é uma das mais bonitas de Benguela, província reconhecida por uma costa rica em praias de rara beleza.

Com águas muito límpidas, é uma praia pequena com cerca de 100m de comprimento à qual se acede contornando o Morro da Caota.

É muito frequentada porque situa-se próximo à cidade em relação às outras, também é muito visitada pela sua beleza e pela sua natureza bem preservada.

O concurso sete maravilhas naturais de Angola, lançado no dia 17 de Julho pela organização National 7 wonders, seleccionou as 27 maravilhas das 200 candidatas apresentadas a um conselho científico onde participaram representantes do Ministério da Cultura, Ambiente, Hotelaria e Turismo e outras entidades singulares.

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Das 27 maravilhas candidatas para as “sete maravilhas naturais de Angola” constam a Bacia do Okavango, na província do Kuando Kubango, Barra do Dande (Bengo), as Cachoeiras do Binga (Kwanza Sul), as Cataratas do Ruacaná (Cunene), as Fendas da Tundavala e a Serra da Leba (Huíla), o Deserto do Namibe (Namibe), o Morro do Moco (Huambo), a Ilha do Mussulo, o Parque da Quissama e o Miradouro da Lua (Luanda).

Estão ainda, entre as candidatas, o Parque Nacional da Cameia (Moxico, leste), o Parque da Cangandala, as Pedras Negras de Pungo a Ndongo e as Quedas de Calandula (Malanje), o rio Cuito (Kuando Kubango), o rio Kwanza (Bié), o rio Zaire (Zaire) e a reserva florestal do Golungo Alto (Kwanza Norte).

Angop


A Índia é o País Com Maior Número de Escravos, Quase 14 Milhões

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Na Mautirânia, a situação é proporcionalmente mais crítica: 4% da população é considerada escravizada

Relatório de ONG australiana aponta Índia e China como os países onde a situação é mais crítica. Brasil aparece em 94ª no ranking.

Quase 30 milhões de pessoas vivem sob condições de escravidão atualmente no mundo, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira (17/10) pela ONG australiana Walk Free Foundation, que examinou o problema em 162 países.

A Índia é o país com o maior número de escravos, com quase 14 milhões. Em segundo lugar está a China, com cerca de 3 milhões. Os dois países têm uma população de mais de 1 bilhão de habitantes cada.

No entanto, o lugar onde o problema da escravidão é proporcionalmente mais grave é na Mauritânia, no oeste da África, onde cerca de 4% da população é escravizada, principalmente através do casamento forçado de crianças. No alto da lista também aparecem Haiti e Paquistão.

Por outro lado, Islândia, Irlanda e Reino Unido são os países onde a prevalência de escravidão entre a população é a mais baixa do mundo.

A Walk Free Foundation chegou a esses números considerando não apenas a escravidão tradicional, mas também práticas como casamentos forçados, exploração infantil e tráfico de pessoas. O relatório alerta para o fato de que apenas dez países são responsáveis por 76% do total das pessoas escravizadas no mundo atualmente.

O Brasil aparece na 94ª posição na lista. A ONG estima que haja até 220 mil pessoas vivendo sob condição de escravidão no país atualmente. Elas trabalham sobretudo em minas, plantações e na exploração madeireira. O relatório cita também a escravidão de bolivianos no setor têxtil brasileiro e ressalta existir pouca informação em relação ao trabalho doméstico.

DW.DE