Estas Imagens Mostram uma Benguela Rejuvenescida

 

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É em Lisboa-Portugal que Angola Mostra Ao Mundo as Suas Potencialidades Turísticas

huila_angolaRepresentação angolana “apresenta os avanços registados no domínio de investimentos feitos no sector, com a construção de novos hotéis, a melhoria das vias de acesso, as oportunidades de negócios que se oferecem e o manancial turístico angolano”, segundo o secretário de Estado da Hotelaria e Turismo, Paulino Baptista.

Potencialidades turísticas angolanas estão patentes, desde quarta-feira, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que se realiza na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, na capital portuguesa.

No evento, que termina no dia 3 de Março, a representação angolana “apresenta os avanços registados no domínio de investimentos feitos no sector, com a construção de novos hotéis, a melhoria das vias de acesso, as oportunidades de negócios que se oferecem e o manancial turístico angolano”, segundo o secretário de Estado da Hotelaria e Turismo, Paulino Baptista.

A delegação angolana é integrada por representantes do Instituto de Fomento Turístico de Angola (INFOTUR) e por agentes operadores de turismo em Angola, ocupando um “stand” personalizado de mais de 50 metros quadrados.

Para Paulino Baptista, a curiosidade e admiração que o “stand” angolano tem granjeado na BTL é o resultado do trabalho de promoção turística que tem sido feito há já alguns anos, sobretudo depois da conquista da paz em 2002.

Dados da INFOTUR reafirmam que Angola pode atingir, até 2020, quase 4.6 milhões de visitas turísticas, registando-se actualmente um crescimento considerável, nos últimos anos, de unidades hoteleiras.

Para a maioria dos expositores portugueses, a estabilidade política e os actuais níveis de crescimento económico e de oportunidades em Angola, constituem factores de atracção de investimentos no actual contexto mundial, caracterizado pela crise financeira.

O acto inaugural da BTL foi assistido também pelo embaixador de Angola em Portugal, José Marcos Barrica, e por outras individualidades da missão diplomática angolana em Portugal.

Além dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a BTL deste ano conta com cerca de mil expositores de 27 países, entre os quais Alemanha, Canadá, Estados Unidos da América, Itália, Polónia e Reino Unido.

África 21


Projecto de Posto de Abastecimento de Combustiveis em Maputo Ganho Por Empresa Portuguesa

combustiveisA empresa lusa, já presente em mercados como o Brasil, Angola, Cabo Verde e Moçambique, irá desenvolver um posto de abastecimento de combustíveis em Maputo para a Petromoc.

A empresa portuguesa Projecto.Detalhe foi seleccionada pela Petromoc – Petróleos de Moçambique, para desenvolver um posto de abastecimento de combustível em Maputo. O contrato inicia-se este ano e deverá terminar no próximo, segundo uma nota difundida pela Aicep – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

A obra ficará localizada na Costa do Sol, bairro de Maputo situado ao longo da Marginal, e junto a um trecho do recente projecto Estrada Circular de Maputo. A Estrada Circular liga as cidades de Maputo, Matola e o distrito de Marracuene.

“Moçambique é um mercado com boas oportunidades ao nível da engenharia e conta com um programa de investimentos muito ambicioso, nomeadamente na área do petróleo. A concorrência é porém cada vez maior. Há grandes empresas internacionais no terreno e é difícil competir, por exemplo, no preço. Mas nós, a par da capacidade técnica, estamos lá. Desde 2010. E acreditamos que isso é uma vantagem”, refere Marcelino Cabral, diretor comercial da unidade de negócios de Moçambique.

A Projecto.Detalhe Moçambique é uma das quatro filiais da Projecto.Detalhe, além das congéneres de Angola, Cabo Verde e Brasil. A operação em Moçambique representa 8% da facturação da empresa portuguesa.

África 21


Algumas das Reivindicações dos Novos Moradores da Centralidade do Kilamba em Luanda

6B727C97-0367-44A3-8BD3-19D4F56F4B94_w640_r1_s_cx0_cy3_cw0Escolas não têm vagas e alguns moradores queixam-se da falta de hospital


Depois do pesadelo que foi a luta para se conseguir uma casa na Kilamba, os novos moradores queixam-se agora da falta de infra-estruturas sociais.
Não há hospitais e não há absolutamente mais nada a não ser as escolas” clamou uma das novas moradoras da Centralidade do Kilamba em Luanda.

Mas se é verdade que há escolas não são contudo em número suficiente.

Segundo Filomena Santos, moradora do Bloco L, nem mesmo as escolas corresponde a procura actual dos moradores que acorreram a esta cidade. Filomena Santos afirmou que por motivos políticos em 2012, o governo angolano terá dado possibilidade de matrículas aos moradores fora do projecto Kilamba.

Hoje, estando a ser habitado na totalidade os novos moradores estes vêem-se com dificuldades de matricular os seus educando nas três unidades escolares que arrancaram num conjunto de 32 escolas existentes naquela centralidade. “Eu aproveito para fazer um apelo para que o Ministério da Educação para que dê respostas as nossas necessidades” disse.

A nossa reportagem constatou o funcionamento de uma creche infantil, escola 16 de Junho no Bloco Q, Sagrada esperança no Bloco F, e uma instituição do ensino Médio em que para todas as solicitações a resposta é: “Não há Vaga”.

Quem aproveito os microfones da Voz da América para apelar as entidades competentes a colocação de mais transportes públicos foi o pequeno Leandro, estudante da sétima classe na escola Sagrada Esperança 2001.

“Falta umas condições como transporte. O táxi aqui cobram duzentos Kwanzas e autocarros aqui só tem três ou dois,” disse.
“O governo tem que fazer alguma coisa para aumentar, no mínimo mais três no máximo cinco” frisou

Voz da América


600 Famílias em Malange Vão Beneficiar do Novo Projecto Agrícola

7C8A0C02-AF1F-4167-A214-0A41E30A9CE7_w640_r1_sNovo projecto agrícola vai beneficiar 600 famílias e garantir melhoria das condições básicas com novas infra-estruturas

O Programa de Agricultura Familiar do Pólo Agroindustrial de Capanda aberto recentemente no município de Cacuso, 72 quilômetros a oeste de Malange, vai beneficiar 600 famílias camponesas de 20 bairros rurais, do perímetro a comuna do Pungo Andongo e a sede municipal de Cacuso.

Com o objectivo de melhorar a qualidade de vida das comunidades local, três eixos foram concebidos para a sua execução, nomeadamente a geração de renda, saúde e condições de vida e o capital humano.

O presidente do Conselho de Administração da Sociedade de Desenvolvimento do Pólo Agroindustrial de Capanda (Sodepac), Carlos Fernandes está optimista com o projecto.

A ODEBRECHT, MAERSK, SONANGOL, MOSAP (Projecto de Culturas Alimentar Orientado para o Mercado) e a GESTERRA são os potenciais parceiros investidores, enquanto conformam os parceiros institucionais o Governo Provincial de Malange, Administração Municipal de Cacuso e suas respectivas direções e departamentos.

O governador de Malanje, Norberto Fernandes dos Santos “Kwata Kanawa” testemunhou o lançamento do projecto, onde a companhia MAERSK vai garantir o programa de água e de saúde para as aldeias selecionadas, de acordo com a directora de Reinserção Social, Victoria Guagua.

“Na área de água potável, saneamento e malaria, vamos procurar novos poços de água e, vamos fazer reparação das bombas existentes que necessitam de manutenção”, precisou, acrescentando que “ao longo de todo o projecto iremos trabalhar muito de perto com as comunidades, dando formação aos jovens e apoiando a formação das associações rurais”.

O programa de agricultura Familiar do Polo Agroindústria de Capanda vai prestar ajuda técnica, formação e de fortalecimento das associações para garantir a sustentabilidade do mesmo no futuro, disse o economista da Odebretch, João Cavalcanti.

João Cavalcanti precisou que as primeiras colheitas começam nos próximos tempos.

“O alface já podemos conhecer aqui em Maio”, e ao final de um as famílias poderão aumentar até 50 por cento, “uma família que ganha quatro mil kwanzas passará a ganhar seis mil”.

Quatrocentas toneladas por mês de hortaliça é a previsão para as dez mil pessoas estarão envolvidas no programa de agricultura familiar nos municípios de Cacuso, Cangandala e Malange.

Voz da América