Aos Seguidores do AngolaBela, um Bom Ano Novo

Para todos os que visitam o AngolaBela e seus familiares, um Bom Ano Novo.

ano_novo


A Maior Produção de Energia Hidroeléctrica em Angola Vai Ser no Cuanza Norte

barragensO Cuanza Norte será dentro de cinco anos a província de Angola com a maior produção de energia hidroeléctrica quando ficarem concluídas as obras de construção da barragem de Laúca e de modernização da de Cambambe, de acordo com o director do projecto.

Citada pela agência noticiosa angolana Angop, Elias Estevão, director do Gabinete de Aproveitamento do Médio Cuanza, disse que aqueles dois aproveitamentos, localizados no curso médio do rio Cuanza, estão projectados para produzir 3030 megawatts de electricidade, com a Laúca a produzir 2070 megawatts e a Cambambe 960.

Elias Estevão disse ainda que aquela produção de energia é fundamental para promover a industrialização de Angola e permite a mais de oito milhões de angolanos, na sua maioria das províncias de Luanda, Cuanza Norte, Cuanza Sul e Uíge, terem o abastecimento regular de energia eléctrica reforçado, já a partir de 2016.

A barragem de Cambambe, construída na década de 50 do século XX, está a ser objecto, desde 2009, de obras de reparação, ampliação e modernização, para elevar a sua capacidade de produção de electricidade de 180 megawatts para 960 megawatts.

O projecto de modernização da barragem de Cambambe é feito em três fases, que compreendem a elevação do paredão de 102 para 132 metros e a construção de uma nova central dotada de quatro unidades geradoras.

O complexo hidroeléctrico de Laúca vai ter duas centrais, uma constituída por seis unidades geradoras que vão produzir um total de 2004 megawatts de energia eléctrica e outra central eólica com capacidade para produzir 65 megawatts.

Após a conclusão das obras, em 2018, a cargo da empresa brasileira Odebrecht, a barragem de Laúca, construída em betão, vai ter 132 metros de altura, 1100 metros de comprimento e uma albufeira com 188 quilómetros quadrados.

(macauhub)


Venda Internacional de Café de Angola Com Início em 2014 Pela Angonabeiro

angonabeiroA Angonabeiro, empresa do grupo português Nabeiro, vai iniciar em 2014 a comercialização internacional da marca de café Ginga, afirmou ao jornal angolano Expansão o director-geral da empresa, José Carlos Beato.

Dizendo que o processo iniciar-se-á nos mercados da África do Sul, Namíbia e Moçambique, o director-geral da Angonabeiro disse estarem a decorrer negociações com empresas daqueles três países interessadas em comercializar o produto.

Os três países, de acordo com aquele responsável, vão servir igualmente de teste à actividade exportadora da empresa, que pretende igualmente começar a comercializar café em alguns países europeus.

Caso as negociações em curso venham a ter êxito, o café Ginga vai pela primeira vez ser consumido fora do território angolano, uma etapa que, segundo o director-geral da Angonabeiro, constitui um marco na actividade do grupo.

A iniciativa faz parte dos objectivos para 2014 da Angonabeiro, detentora da marca, que incluem acções de no sentido de procurar elevar o consumo de café em Angola, ainda considerado baixo.

A Angonabeiro é a empresa do grupo Nabeiro que, desde 2000, actua no mercado angolano na área do comércio e da indústria, com as marcas de café Ginga e Delta, os produtos Adega Mayor e Agrodelta, a água Vimeiro e a cerveja Sagres.

O grupo Nabeiro e a Delta Cafés mantêm uma forte e antiga ligação a Angola, que remonta à época em que o país ocupava já um lugar de relevo na produção mundial de café.

(macauhub)


Ajude a Acabar com o Massacre dos Leões Africanos

leoes_africanos

Que vitória incrível! Um tribunal sul-africano acabou de reconhecer que o governo violou nosso direito de expressão quando arrancaram nossos anúncios pedindo por proteção aos leões da África do Sul – e agora estamos em todas as manchetes. Vamos usar esse momento para fazer nossa petição crescer ainda mais e salvar os leões:

Caros amigos,

Leões sul-africanos estão sendo abatidos por causa de seus ossos, apenas para produzir “poções sexuais” falsas para homens. Mas se mostrarmos ao presidente Zuma que isso prejudica a imagem da África do Sul como um destino turístico, ele poderá acabar com essa crueldade, proibindo o comércio de ossos e órgãos de leões. Assine a petição abaixo – nós vamos publicar anúncios nas principais revistas e websites de turismo:

Centenas de leões sul-africanos estão sendo abatidos para a produção de “poções sexuais” falsas para os homens. Mas podemos acabar com este comércio cruel atingindo o governo em um ponto sensível – a indústria do turismo.

A proibição mundial da venda de ossos de tigre fez com que comerciantes fossem atrás de um novo prêmio – os majestosos leões. Leões estão sendo criados em condições terríveis na África do Sul para a “caça enlatada”, onde os turistas ricos pagam fortunas para atirar neles através das cercas. Agora, especialistas dizem que os ossos de leão dessas fazendas assassinas estão sendo exportados para os fabricantes de “remédios” falsos na Ásia com enormes lucros. O comércio está explodindo e especialistas temem que à medida que os preços subam, mesmo os leões selvagens – dos quais restam apenas 20 mil na África – estarão sob o risco da caça..

Leia Mais


Graça Machel, Uma Mulher Inteligentíssima e Culta que Deslumbrou Mandela

graça machel

Comentaristas sublinharam o silêncio no estádio Soccer City, dias atrás, em Johannesburgo, quando Winnie Mandela, de 77 anos, curvou-se diante de Graça Machel, de 68, para lhe dar condolências pela morte de Nelson Mandela, aos 95. O encontro das viúvas titânicas do mesmo homem, o herói sem fronteiras, foi selado por dois beijos na boca, costume africano, e por iniciativa daquela que se curvou.

“Mas estas mulheres não se falam”, exclamou uma radialista incrédula, ao vivo. Seria mais uma cena inusitada numa cerimónia com direito a aperto de mão entre Barack Obama e Raúl Castro, auto retrato de governantes pelo celular da primeira-ministra da Dinamarca e um atrapalhado tradutor para surdos-mudos, que jura ter visto anjos no palco.

No entanto, o beijo de Winnie na rival não se explica por ousadia ou deslize de protocolo. Tem-se ali o reconhecimento público de uma grande líder africana: a “mama” Graça, como é chamada não só em Moçambique, onde nasceu, e na África do Sul, onde vive, mas nos países onde sua voz ecoa – Etiópia, Sudão, Índia, entre outros.

Graça Machel casou-se com Mandela em 1998, dois anos depois do turbulento divórcio do líder negro. Uma separação marcada por casos de corrupção, autoritarismo desmedido e infidelidade vindos da parte de Winnie. Já em 2010, quando veio a São Paulo receber o título de doutor honoris causa conferido pela USP a Mandela, Graça anunciaria numa entrevista ao Estado a decisão de fechar sua agenda para compromissos externos, terminar com a ponte aérea semanal entre Maputo e Johannesburgo (fica na capital de Moçambique a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, que ela criou e preside), só para se dedicar a Madiba. “Meu marido está com 92 anos. Tem todo o conforto de que necessita. Nada lhe falta. Mas ele me quer a seu lado”, disse.

Discreta quanto à vida privada, não se negou a explicar como e quando o romance começou. Viúva do presidente moçambicano Samora Machel, morto em 1986 num suspeito acidente de avião em espaço aéreo sul-africano, Graça Machel procurou o presidente Mandela para cobrar dele empenho nas investigações. “Era o décimo aniversário da morte de Samora e não se avançava na investigação sobre o envolvimento de elementos ligados ao apartheid. Madiba ouviu, acolheu minha revolta e assim tudo começou”, contou. Teria sido amor à primeira vista? “Creio que estávamos, ambos, muito sozinhos naquele momento”. A partir daí, o que se viu foi um Mandela feliz, exaltando “a maravilha de estar apaixonado”.

Leia Mais