Inauguração Nova Estação CFB Huambo


Benguela-Baía Azul Condomínio

Localizado a 150 m da Praia da Baía Azul, em Benguela, o projecto Baía Azul caracteriza-se por ser um condomínio com 48 residências de alto padrão, com piscina privada, com Café, Spa, Segurança24 horas.A localização privilegiada que alia a tranquilidade da natureza à proximidade da zona urbana.


As Novas Centralidades

As novas centralidades anunciadas pelo Executivo para reduzir o défice habitacional no país já começaram a ser desenhadas e algumas estão já em execução, afirmou, segunda-feira, o bastonário da Ordem dos Arquitectos Angolanos.
António Gameiro, que discursava num jantar conferência, subordinado ao tema “a visão estratégica do Presidente José Eduardo dos Santos sobre a expansão urbana e novas centralidades”, promovido pelo Comité de Especialidade dos Engenheiros, Arquitectos e Urbanistas do MPLA em Luanda, referiu-se às centralidades do Soyo, Malange, Menongue, Namibe, Huíla, Benguela, Lobito, Catumbela e Lunda-Sul.


Em execução estão os projectos do Bengo (Dande), Cabinda e Lunda-Norte. A primeira centralidade foi inaugurada, em Julho, em Luanda, pelo Presidente da República. A cidade do Kilamba, está localizada a cerca de 20 quilómetros do actual centro da capital e, numa primeira fase, foram disponibilizados 115 edifícios, com 3.180 apartamentos, 48 lojas e dez quilómetros de estrada.
A cidade do Kilamba contempla 710 edifícios, 24 creches, nove escolas primárias e oito escolas secundárias e 50 quilómetros de estradas. O projecto tem a conclusão prevista para Outubro de 2012. Até lá, o empreiteiro deve entregar mais 595 edifícios, que correspondem a 16.822 apartamentos e 198 lojas. António Gameiro referiu que as novas centralidades são uma resposta ao aumento demográfico do país e servem, também, para congregar os espaços habitacionais, as infra-estruturas, os equipamentos e as zonas de lazer.
O Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, frisou, tem como objectivo fundamental intervir com as instituições públicas, agentes privados e a sociedade em geral, fazendo-as participar de forma activa e sustentada naquilo que são as políticas de estratégias públicas.
De acordo com conceito de cidade perspectivado pelo Executivo, as centralidades do Lobito, Lubango e Namibe vão ter mais de cinco mil fogos habitacionais cada uma, para acolher mais de 30 mil habitantes. As novas centralidades em Malange e Menongue estão projectadas para dez mil fogos habitacionais, num total de 60 mil habitantes. A nova centralidade da Barra do Dande vai ter mais de cinco mil fogos para mais de 30 mil habitantes. A mais nova cidade de Angola tem uma comissão administrativa dirigida por uma espécie de presidente da Câmara Municipal. O novo modelo de gestão administrativa surge em função das novas autarquias criadas em Decreto-Lei.

Jornal de Angola

Historial do Caminho de Ferro de Benguela

A linha Lobito-Benguela paralisada desde 2002, está desde segunda-feira reaberta. O ministro dos Transportes, Augusto Tomás inaugurou a sua reabertura, um passo que vai permitir uma maior fluidez no transporte de pessoas e mercadorias a preços baixos entre as duas localidades.
Foi também inaugurada a estação ferroviária do CFB em Benguela, construída de raiz no âmbito do processo de modernização e reabilitação das infra-estruturas ferroviárias. O ministro dos Transportes procedeu à inauguração na presença dos ministros Afonso Kanga e Abrahão Gourgel. A ministra Ana Dias Lourenço e o Secretário de Estado Kiala Gabriel também marcaram presença num acto que serviu de ante câmara para a inauguração da circulação do comboio entre Benguela e o Huambo.

O arcebispo de Benguela fez a tradicional bênção das carruagens, pintadas com as cores da Bandeira Nacional, num ambiente de clara satisfação dos munícipes.
O comboio vai ajudar ao desenvolvimento das regiões ao longo da linha, promovendo a coesão, o fortalecimento das trocas comerciais e o escoamento de produtos do campo. A visita de ontem do ministro Augusto Tomás marca o início das viagens de comboio até ao Huambo, após de ter ficado paralisado desde Outubro de 1992, por causa da guerra.
Para o ministro dos Transportes, o retorno do comboio ao Huambo marca o início de uma nova etapa no desenvolvimento do sector dos transportes ferroviárias. Depois do Huambo, o comboio vai em breve apitar nas províncias do Bié e Moxico e permite a ligação com o Porto do Lobito e o futuro Aeroporto Internacional da Catumbela. “Esta etapa representa claramente um impulso importante na vida dos angolanos e no desenvolvimento”, disse, reconhecendo existirem dificuldades financeiras que conduzem em muitos casos, ao abrandamento dos projectos. “Situações do género fazem com que tenhamos de trabalhar de modo pausado”, referiu Augusto Tomás, numa breve intervenção na nova estação de Benguela.
“Não há milagres, Temos de continuar a trabalhar, numa altura em que faltam 1.347 quilómetros de linha-férrea por construir do Huambo ao Moxico.
Relativamente ao desenvolvimento, Augusto Tomás disse que a reabertura da rota ferroviária Lobito-Huambo, passando pelo Bié e posteriormente Moxico, vai facilitar o crescimento económico destas regiões com o transporte de pessoas e mercadorias.

Recentemente, a província de Benguela recebeu 130 autocarros, no âmbito do reforço dos transportes públicos, e 106 camiões.
O Caminho-de-Ferro de Benguela foi fundado em 1903.

Relançamento até ao Huambo

As mudanças chegaram ao Huambo e os sinais de progresso são cada vez mais evidentes. Com o relançamento da circulação ferroviária na linha Lobito-Huambo, o crescimento económico é impulsionado com a facilidade nas trocas comerciais entre as duas províncias.
O maquinista Manuel Macedo destaca a importância deste meio de transporte ferroviário: “o comboio é fundamental para o desenvolvimento das províncias do Planalto Central e do seu povo. Há povoados encravados que vão precisar do comboio para conhecer algum crescimento”, disse à nossa reportagem.
Manuel Macedo, maquinista do CFB há mais de 40 anos acrescentou: “não tenhamos dúvidas, com este passo, o Huambo está na rota do desenvolvimento”.
A circulação do comboio, disse, é uma necessidade para Angola mas também para os países vizinhos. As regiões que vão do Kwanza até ao Luena vão ser beneficiados em grande medida pelo comboio. Temos também casos de países encravados como o Congo e a Zâmbia, que vão igualmente beneficiar deste meio.
Na estação de Benguela estava o velho Ernesto, camponês associado numa cooperativa. Perguntámos-lhe o que significava aquele momento. Respondeu que os dias de dificuldades no escoamento de produtos do campo para a cidade têm os dias contados. “Agora poderemos levar a nossa produção para a cidade sem muitas dificuldades e sem gastar tanto dinheiro”, disse. E acrescentou: “a nossa vida, enquanto camponeses e membros de cooperativas, vai mudar com a chegada do comboio”.
Partimos à meia-noite do Cubal em direcção à província do Huambo. Às 6h15 estávamos no coração da cidade do Huambo, marcando assim o inicio da circulação do comboio do Lobito ao Huambo, há muito interrompida.
O comboio passava por aldeias e vilas, apitando. Milhares de pessoas acenavam felizes. Sabiam que em breve as suas vidas vão melhorar. Gonçalves Joaquim, residente na província do Huambo, diz que com a chegada do comboio, os produtos do campo e mesmo os importados que chegam à cidade através do Porto do Lobito, vão conhecer uma significativa redução de preços: “O comboio transporta em grandes quantidades e é barato. Se é assim, então não tem como o preço final dos produtos ser alto”, concluiu.
Irene da Silva sente que com a chegada do comboio à província do Huambo e posterior rumo ao Bié e finalmente ao Moxico é um bom sinal para estas províncias.

Uma vida de ferroviário

O maquinist, Manuel Macedo, ainda no activo, tem uma vida dedicada à actividade ferroviária. São 40 anos, entre altos e baixos, momentos memoráveis e amargos. Dos tempos das locomotivas a vapor às máquinas diesel, as actuais, Manuel Macedo está optimista quanto ao futuro. Lembrou que em 1975 frequentou o curso de maquinista de locomotivas diesel. Hoje é chefe do departamento de serviço de tracção e material, que regula o tráfego de comboios entre as diversas localidades. De lá para cá, diversas situações se passaram. Umas boas e outras nem por isso. “Tenho saudades do tempo em que nos encontrávamos nas casas de passagem e reportávamos sobre o comportamento das locomotivas ao longo da linha”.
Somos, recordou, os sobreviventes desse mau bocado que o país atravessou por força da guerra. De 1973 a 1977 esteve no Luau como maquinista. E mais tarde trabalhou entre Luena e a fronteira da RDC e depois entre Luena e Munhango. Em 1977 foi para o Lobito e daí para o Huambo. O Luau, antiga Teixeira de Sousa, foi o local mais marcante para Manuel Macedo, que deseja que os comboios comecem a sua circulação normal no mais curto espaço de tempo.
As oficinas da CFB no Huambo ocupam 16 hectares. São um gigante adormecido e aba ndonado. Manuel Macedo lembrou que já houve tempo em que se fabricavam duas mil peças para o material circulante e locomotivas. Desde finais dos anos 80, altura em que os comboios pararam, a oficina adormeceu. De lá para cá nunca mais acordou.
Afonso Comandala é outro maquinista que carrega um forte optimismo por causa do relançamento do comboio. Exerceu a profissão durante 45 anos. Neste longo trajecto viveu bons e maus momentos. Hoje tem esperança de que os dias vão ser de progresso para os munícipes da província de Benguela, Huambo e num futuro breve do Bié e Moxico. “Temos razão para o optimismo”, disse.

Historial

Além de percorrer uma vasta área do território nacional, o Caminho-de-Ferro de Benguela constitui uma importante via de escoamento de produtos e bens para os países que não beneficiam da costa marítima. Do tráfego drenado para o litoral, consta especialmente minério, cobre, cobalto, manganês e zinco vindos da República Democrática do Congo e da República da Zâmbia.
Do tráfego fazem também parte produtos agrícolas oriundos do interior do país, combustíveis, material de construção, conservas, sal e peixe. A empresa do Caminho-de-Ferro de Benguela foi fundada em 27 de Novembro de 1902, por Decreto que autorizava a concessão de terras para a construção da uma linha férrea do Lobito à fronteira Leste de Angola com a República Democrática do Congo e da Zâmbia. O contrato de concessão foi outorgado no dia seguinte entre o Governo português e o cidadão britânico Robert Williams, a quem foi concedido o direito de construir e explorar o caminho-de-ferro por um período de 99 anos.
O CFB atingiu, em 1973, um valor de transporte estimado em 3.279.439 mil toneladas, incluindo o tráfego internacional. Com o início da guerra civil, em 1975, a exploração ferroviária de tráfego internacional foi suspensa.
Em Novembro de 2001, cessou o contrato de concessão e o Estado angolano ficou na posse do Caminho-de-Ferro de Benguela, com todo o seu material fixo e circulante. O CFB passou a ser gerido por uma comissão de gestão.

João Dias/Jornal de Angola

Património da Humanidade para o Corredor do Kwanza

Finalmente, serão definidas as estratégias que conduzirão o Corredor do Kwanza à inscrição na lista do Património da Humanidade. Especialistas de diferentes áreas trabalham arduamente na recolha de subsídios visando reforçar o referido dossier. A execução do projecto implica a criação de uma equipa interdisciplinar para agilizar o processo.
O projecto, lançado nesta Segunda-feira, 22, durante uma Mesa Redonda promovida pelo Instituto Nacional do Património Cultural (INPC), divide-se em três fases: a primeira incidir-se-á sobretudo na avaliação do local, de modo a permitir aos peritos a elaboração de um documento preliminar.
Seguir-se-á a segunda fase, de implementação de todas as acções definidas inicialmente, e, por último, o dossier de candidatura que será submetido à UNESCO, incluindo um plano de gestão a ser feita após a inscrição. 

Para esta empreitada, o Ministério da Cultura contará com a colaboração de técnicos do Instituto Nacional do Património Cultural, bem como com as diferentes áreas da cultura que lidam com o património imaterial (tradição oral), em particular historiadores, arquitectos e ambientalistas .

Características excepcionais do Corredor

Detentor de um vasto conjunto de riquezas patrimoniais que definem o seu valor universal excepcional, o “Corredor do Kwanza” é tido por peritos como um bem misto, devido às suas características naturais e culturais.
Do ponto de vista natural, o Corredor em questão inclui uma vasta vegetação ao longo do Rio Kwanza, bem como uma rica biodiversidade.
Já na vertente cultural, abarca um conjunto de bens como fortalezas, Igrejas seculares, entre outras infra-estruturas, incluindo a própria cidade histórica do Dondo.
Estas particularidades tornam, assim, o Corredor do Kwanza num bem a ser preservado, valorizado e desfrutado, não só pela sociedade angolana, as também pelos visitantes que possa atrair de outras partes do planeta, gerando recursos para o desenvolvimento sócio-económico e cultural do país.

Outras propostas em curso

Curiosamente, o Ministério da Cultura através do INPC lançou-se no desafio da inscrição na lista do Património Mundial da UNESCO com três sítios, designadamente a Cidade Histórico-Arqueológica de Mbanza Kongo, o Sítio Arqueológico de Tchitundo-Hulo, na província desértica do Namibe, e o Corredor do Kwanza.

 Preservar para melhor servir

Numa breve síntese sobre a fundação do referido Corredor, o director do Instituto Nacional do Património Cultural, Ziva Domingos, referiu que após a proclamação da Independência Nacional, o Ministério da Cultura, através do Instituto Nacional do Património Cultural, tem desenvolvido programas para a gestão e preservação do rico e variado património angolano, desde a escala do bem cultural às edificações, sítios e zonas históricas, incluindo paisagens culturais e naturais e o património imaterial.
Trata-se de programas de todo um conjunto de acções e medidas interdisciplinares de investigação e conservação, além de outras nos domínios de metodologia, práticas, ético e jurídico.
Uma das melhores formas de preservar e valorizar esses bens, segundo o director, é a sua classificação, não só como património cultural e natural nacional, mas também como património da humanidade, de acordo com os seus valores universais excepcionais.
O responsável salientou que do período pré-colonial, colonial, até a fase actual, o “Corredor do Kwanza” foi, e é considerado, uma zona de activo comércio, praticado no princípio pelos Mbumbos (batedores ou vendedores) do Reino do Ndongo, e que possuía níveis satisfatórios de recursos, entre fontes de minerais como o ferro e o sal, a agricultura, pastorícia e uma pequena indústria que movimentava homens e mercadoria, e que fomentaram uma complexa rede de comércio.
Hoje, curiosamente, o peso desta dimensão económica ainda é notório na prática da actividade piscatória e noutras de carácter agro-pecuário.
Quanto se sabe, o Rio Kwanza dispõe de várias características naturais que facilitam a fixação nas suas margens de aglomerados populacionais.
Os Mbundu que ai se foram desenvolvendo ao longo dos tempos ficaram ligados a uma intensa actividade mercantil, através da implementação de feiras ou mercados frequentados por populações de outras zonas do país.
O espaço que se enquadra nos limites geográficos do Reino do Ndongo, cuja capital é Kabasa e o seu soberano Ngola Kiluanji, tinha excelentes pontos de vigilância e era naturalmente defendido por um conjunto de morros.
Consta ainda que desse quadro natural de protecção, já nos séculos XVI e XVII, os portugueses desenvolveram um sistema militar de defesa, tornado o Rio Kwanza no principal eixo de penetração ao interior de Angola, ávidos por alcançar as feiras e as lendárias minas de prata que supostamente existiriam na região, sobretudo em Kambambe.
O potencial defensivo do Corredor do Kwanza, correspondente ao período da ocupação, foi fixado em Massangano em 1583, no ponto estratégico da confluência dos rios Kwanza e Kukala, na Muxima, em 1599/1606, e em Kambambe, em 1604, no limite navegável do Kwanza.
A fixação nestes pontos estratégicos deu um saliente impulso à fixação da população colonial no interior e consistuiram pontos de escala obrigatória para as embarcações que demandavam a captura de escravos.
O turismo Neste caso particular, à beleza e benenses naturais do Corredor somam-se, no entanto, a perspectiva humana, impondo-se a acção construtiva do homem desde épocas muito antigas. Desde a foz podemos encontrar excepcionais paisagens construídas e de grande valor, do ponto de vista histórico. São disso exemplos as localidades de Kalumbo, Muxima, Massangano, Dondo e Cambambe, onde podemos ir ao encontro de construções militares, civis e religiosas dos séculos XVI, XVII e XVIII.
No somatório, a região que integra o Corredor do Kwanza, por força da sua beleza natrural, riqueza histórica e cultural (material e imaterial) constitui um pólo de atracção turística e cultural, justamente pela prefeita harmonia entre o natural e o artificial que apresenta.
Segundo estatísticas fornecidas pela Secção Cultural do Município de Kambambe, a comuna de Massangano recebe em média, por semana, cerca de 400 visitantes.

Demolições e descaracterizações

Dondo é uma das cidades históricas de Angola em que, apesar de isolados, em alguns momentos foram registados casos de adulteração ou demolição dos seus bens patrimoniais. Possui cerca de uma centena de locais na zona histórica da urbe e esta lista pode ser alargada, de acordo com as intenções das autoridades governativas, através da Direcção Provincial da Cultura.
Trata-se de um processo que deverá ser submetido ao Instituto Nacional do Património Cultural, apesar de os trabalhos de inventariação dependerem das administrações locais.
Este é um trabalho que, no entender de Ziva Domingos, deve ser feito agora para que a cidade não perca o seu valor histórico e para que as intervenções a serem feitas futuramente possam realmente responder àquilo que os peritos prevêem no regulamento da Lei do Património.
Efectivamente, a cidade do Dondo, sede do município de Kambambe, reveste-se de capital importância histórica, pela memória das transacções comerciais durante a época colonial, factor que motivou o então governo da Província Ultramarina de Angola a promover a realização de feiras periódicas que, para além de promoverem as trocas comercias, serviam, de igual modo, para a exposição de materiais de artesanato produzidos nas regiões de Malanje, Bengo, Kwanza-Norte e Kwanza Sul.
No que se refere a descaracterização de bens patrimoniais, o caso mais recente ocorreu na Casa dos Bentes, no centro da cidade.
somando-se a outros como o da antiga Estação Ferroviária do Zenza do Itombe.
Houve, de facto, uma corrente no passado recente de destruição de alguns bens históricos, mas que com a nova sensibilidade do governo poderemos travar e, se tudo correr bem, tentar inverter.
“Mas precisaremos de técnicos competentes para arrancar com o projecto”, concluiu Ziva Domingos.

Augusto Nunes/Jornal O País