Reconstrução e Conservação de Estradas

A conservação do troço de estrada Lucala/Cacuso, numa extensão de 56.30 quilómetros, está orçada em 242 milhões de Kwanzas, enquanto a via Cacuso/Malanje, estimado em 67 quilómetros, está orçada em 249 milhões de Kwanzas, soube O PAÍS.
Nesta primeira fase do arranque do programa, sofrerão intervenções os lotes constituídos pelos troços Viana/ Maria Teresa (91Km), Kifangondo/ Funda/Catete, incluindo os acessos à Cabiri, numa extensão de 66 quilómetros.
Os trabalhos serão extensivos aos troços Quibala/Waco Kungo (74Km), Waco Kungo/Alto Hama (118.5Km) desvio da Matala/Quipungo e Quipungo/Matala, cujas consignações deverão ocorrer a breve trecho e na devida oportunidade inserir-se-ão no sistema os restantes lotes de conservação já definidos e outros por definir, na medida em que as empreitadas de reabilitação forem concluídas.


No arranque da primeira fase, foram adjudicadas obras à cinco empresas, que participaram em concurso público a propósito, devendo cobrir oito lotes. A empresa Angolaca, que assume os trabalhos do troço Lucala/Cacuso e Cacuso/Malanje, é a única que tem sob sua responsabilidade dois lotes.

O chefe de Departamento de Conservação do INEA, disse a OPAÍS, que ao longo da primeira fase foram seleccionados oito lotes e cada lote tem mais de 60 quilómetros.
A julgar pela dimensão do programa, Florentino da Silva deu a conhecer a realização para breve de mais concursos públicos para a selecção de empresas, devendo o anúncio ser publicado oportunamente.
O concurso, conforme explicou o responsável do INEA, tem razão de ser, na medida em que há a necessidade de se adjudicar os restantes 46 lotes de estradas a empresas que se mostrarem interessadas em participar no processo.

O que será feito

As empresas envolvidas nos trabalhos de conservação e manutenção de estradas terão como missão a recomposição de base com demolição e incorporação de revestimentos com adição de material proveniente de pedreiras.
Recomposição de defensa lateral metálica, recomposição mecanizada de aterro, remoção manual e mecanizada de barreira de solo, execução de descida de água de betão, execução de dreno profundo e execução de aqueduto.
Está ainda reservado a rega de impregnação com asfalto diluído, operação tapa buraco, remendo profundo com demolição manual e limpeza e desobstrução da faixa de rodagem.

Florentino da Silva deu a conhecer que para essa operação poderão concorrer pequenas empresas familiares, com vista a garantir empregos para jovens e manter as estradas trasfegáveis em condições de conforto, conforme foram reabilitadas.

José Meireles-JornalO País

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