800 Milhões de Dólares Para o Município do Cazenga

O Executivo deverá gastar o montante de 800 milhões de dólares para financiar o programa de requalificação e modernização do município do Cazenga, em Luanda, soube O PAÍS.
De acordo com Carlos Alberto Lopes, o dinheiro para suportar este grandioso programa será obtido através de linhas de créditos internacionais, já disponíveis, bem como de fundos internos, provenientes do Orçamento Geral do Estado (OGE).
O plano contempla um conjunto de acções integradas nos domínios de estradas, drenagem de águas residuais e pluviais, abastecimento de água potável e energia eléctrica, entre outros.

A estratégia adoptada para o Cazenga, consiste na requalificação, por etapas, de áreas existentes, devendo as zonas ocupadas de forma desordenada, sem serviços e infra-estruturas apropriadas, serem substituídas por urbanizações estruturadas, sem necessidade de se retirar as populações das actuais áreas de residência.

Mas, nessa altura, a atenção está centrada na execução de programas de macro e micro drenagem do município, a reabilitação de ruas secundárias e terciárias, que igualmente, facilitarão o funcionamento do sistema de saneamento e lançamento de redes técnicas, como as ligadas à energia e água. Para conferir o andamento dos trabalhos no terreno, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, visitou na quarta-feira, 25, o município do Cazenga, para inteirar-se da implementação do programa de desenvolvimento e requalificação da circunscrição, bem como das obras de drenagem da lagoa de São Pedro.

Segundo o ministro do Urbanismo e Construção, Fernando Alberto da Fonseca, decorrem, a bom ritmo, as obras de construção e reabilitação das vias estruturantes, que vão facilitar a instalação dos sistemas de drenagem das águas pluviais e residuais.

Na perspectiva de se efectuar a requalificação do Cazenga com qualidade, as autoridades decidiram enquadrar os trabalhos de macrodrenagem, previsto no tratamento urbanístico para resolver o problema das pessoas que estão na zona da lagoa de São Pedro, muito crítica na época chuvosa.

O projecto de tratamento da lagoa de São Pedro contempla a requalificação urbana da área, que incluirá a construção de habitações, arruamento, zona florestal e áreas de lazer. Para o efeito, durante esse período dever-se-á escoar toda água para a vala do Suroca, e já está construído o canal que vai ligar os dois outros pontos de drenagem na rua do Patrício.

As obras vão obrigar o realojamento de cerca de 400 famílias, das cerca de 20 mil que habitam a zona circundante à lagoa de São Pedro. No entanto, a requalificação do Cazenga implica também a implementação de infra-estruturas integradas no município, bem como prosseguir com os projectos de carteira de construção da estação do água dos Mulenvos e ampliação do centro de distribuição de Cazenga e do Mulemba.

Com a requalificação do Cazenga, o Executivo pretende eliminar áreas ocupadas de forma desordenada e disponibilizar aos seus moradores habitação condignas.
Visa ainda evitar novas ocupações informais, permitir uma rápida prestação de serviços, reduzir a especulação fundiária, e altos preços dos terrenos.
Pretende-se que 55% dos terrenos sejam destinados à habitação, 30 para vias de circulação, 15 para equipamentos sociais e espaços verdes.

Nasce quinto Zango

Na comuna do Zango, Viana, está a ser erguido um novo bairro habitacional, denominado Zango V. Naquela zona do Sul de Luanda estão previstas a construção de mais de dez mil habitações.
Para àquela zona, segundo as autoridades estão projectadas a construção de lotes unifamiliares, bifamiliares e multifamiliares, com comércio diverso incorporado.

É um novo conceito de urbanismo que vai ser erguido com a participação dos sectores públicos, privados e ainda da própria população através do sistema de auto-construção dirigida.
José Eduardo dos Santos depois de ter visitado a “casa modelo”, entregou, simbolicamente, os primeiros kits para a auto-construção dirigida a um dos beneficiários.
O kit configura diverso material, patrocinado pelo Executivo, que permitirá a construção das referidas habitações.

Ivan Costa, um dos contemplados comentou, para jornalistas, que está a realizar um sonho há muito programado. disse pensar, num futuro próximo, começar a sua nova vida.

Igualmente foram entregues, a beneficiários, títulos de propriedade dos terrenos onde procederão a construção das suas residências.

Segundo o Ministro da Construção e Urbanismo, Fernando Fonseca, inicia-se, desta forma, mais uma estratégia para a resolução do problema habitacional da população que vive em zonas de grande risco.

Vias-Expressas prontas em 2012

Depois de vários incumprimentos relativos à conclusão das obras de construção das vias estruturantes de Luanda, desta vez o Executivo avançou o ano de 2012 como novo período para a entrega de todas Vias-Expressas.

As ruas dos Comandos, Ngola Kiluanji, Via-Expressa Luanda/Viana, Sétima Avenida (troço Refinaria da Petrangol/Ngola Kiluanji) devem estar concluídas em Novembro do corrente ano, enquanto a Quinta Avenida deve ficar pronta em Junho do próximo ano.

No que se refere a programas complementares das vias estruturantes de Luanda, realce para as obras na via-expresso Luanda/Kifangondo, incluindo a ponte sobre o canal do Suroca), na Avenida Ngola Kiluanji (troço Sétima Avenida/Nova Cimangola e a conclusão do troço Cuca/ Sétima Avenida.

Na Avenida Hoji Ya Henda (troço Cidadela/Caminho-de-Ferro), os trabalhos terão início em Setembro próximo, com a duração de um ano.

Naquela mesma data (Setembro de 2012), está também prevista a conclusão da obra que liga a rotunda da Boavista/Ntunga Ngó/Avenida Deolinda Rodrigues, incluindo 50 quilómetros de vias secundárias e terciárias.

José Meireles/Jornal O País

The Last Lions

Nos últimos vinte anos o casal de sul-africanos (hoje acumulam a nacionalidade do Botswana) Dereck e Beverly Joubert, realizadores de cinema e conservacionistas, tem procurado influenciar a opinião pública mundial sobre o progressivo desaparecimento dos “grandes gatos” (leões, leopardos e outros felinos) em África. A sua missão de vida é “liderar acções de conservação dos felinos e inspirar outras pessoas a seguir o exemplo”.

A sua aventura mais recente é o filme The Last Lions, que estreou no Palm Springs International Film Festival, em Janeiro deste ano, e já está em exibição nas grandes salas de cinema em todo o mundo. Até Março, a longa-metragem já tinha atingido 632 mil dólares de receitas de bilheteira, um valor elevado se tivermos em conta que se trata de um documentário sobre a vida animal e não uma super- -produção de Hollywood.

Ma Di Tau: a mãe coragem

O filme começa com imagens nocturnas de satélite que incidem sobre África. Na primeira sequência, tirada há 50 anos, vemos pontos de luz relativamente escassos, com incidência ao longo da costa. Na segunda, o crescimento dos pontos de luz (que assinalam a presença dos humanos) é explosivo. Em contrapartida as zonas escuras (onde vivem os animais selvagens) reduziram–se substancialmente. As imagens terminam com uma estatística assustadora: há 50 anos havia 500 milhões de leões em África, hoje há apenas 20 mil espécimes.

A narração é de Jeremy Irons, o famoso actor britânico de voz grave, que acentua o tom dramático. Está dado o mote para o espectador entrar no espírito deste filme que conta a história real de uma leoa, baptizada de Ma Di Tau (“Mãe dos Leões”), determinada a correr todos os riscos para salvar a sua família.

A acção decorre nas zonas húmidas do Okavango Delta, no Botsuana. Tudo começa quando um leão jovem e faminto (acompanhado por um “harém” de temíveis leoas) decide invadir o território dos nossos heróis. Quando o macho é derrotado e sucumbe às feridas da batalha, Ma Di Tau consegue escapar da morte iminente (no calor da luta, cega a líder das leoas que a cercavam). Em desespero, pega nas suas crias e empreende uma fuga arriscada que inclui a travessia, a nado, de um rio infestado de crocodilos (uma das crias acaba na boca do predador). Chegada a um novo território hostil, repleto de búfalos (cujos cornos são uma das armas mais letais em África), Ma Di Tau inicia mais uma luta desesperada pela sobrevivência. Por um lado o grupo de leoas (lideradas pela temível “zarolha”, qual “pirata” do reino animal) não lhe dá tréguas.

Por outro, ela tem de caçar de modo a alimentar as duas únicas crias que lhe restam. E os búfalos em manada, a única presa disponível naquelas paragens, são um oponente temível (já para não falar das hienas sempre à espreita de uma oportunidade para lhe roubar as presas).

Numa das noites em que Ma Di Tau caçava búfalos, o líder da manada decide vingar-se nos filhotes. Ao regressar, já de manhã, a leoa percebe que se passou algo terrível dado que as duas crias não respondem aos chamamentos. Horas depois, descobre uma delas num estado agonizante (foi pisada pelos búfalos e não consegue caminhar).

A parte em que Ma Di Tau se afasta da cria (percebendo que ela não tem salvação) enquanto esta arrasta penosamente os membros inferiores tentando seguir a mãe, é dramática e comovente. Já sem nada a perder, Ma Di Tau resolve deixar de fugir e enfrenta a rival num duelo sangrento.

No final a heroina não só vence a oponente como passa a liderar o grupo de leoas em ataques cirúrgicos às manadas de búfalos (é impressionante ver como as manobras furtivas e coordenadas dos felinos). É que, entretanto, Ma Di Tau aprendeu a caçar os búfalos na água, altura em que estão mais dispersos e vulneráveis.

Ajudar leões com um clique

O filme The Last Lions já estreou nas salas de cinema (ainda não está em exibição em Angola). Mas basta ver o trailler do filme no You Tube para ajudar os grandes felinos. Por cada visualização a National Geographic doará 10 cêntimos à iniciativa Big Cats. Um clique por um boa causa.

História Com Final Feliz

O filme termina, como nas histórias de encantar, com um final feliz. A segunda cria, por sinal a mais frágil, aparece inesperadamente. Ma Di Tau enche-a de lambidelas. Afinal os sacrifícios valeram a pena. A corajosa mãe leoa não só protegeu a sua linhagem como ainda se tornou a líder do bando. E o filme termina com a cria já adulta assumindo o seu papel do novo “rei leão”.

Por esta altura o leitor estará a interrogar-se se a história é mesmo real, ou se segue um argumento ficcionado. A verdade é que os realizadores não tiveram qualquer tipo de intervenção na acção. Eles viveram durante os últimos sete anos no delta do Okavango, limitando-se a registar as cenas usando as mais modernas tecnologias (incluindo câmaras subaquáticas) colocadas à disposição dos realizadores pela National Geographic. Na altura mais dramática do filme – ou seja, quando se julgava que as duas últimas crias tinham morrido – os realizadores temeram que isso significasse anos de trabalho perdido e que fosse necessário mudar o ângulo da história (ver entrevista à direita). A Natureza, afinal, foi generosa e o argumento teve um final digno dos melhores de Hollywood.

O resultado é um filme épico e intenso, servido por uma fotografia fabulosa, que comove o mais insensível dos espectadores. Conforme se lê nos cartazes de promoção de The Last Lion, a corajosa história da leoa Ma Di Tau prova que “o amor de uma mãe é a força mais poderosa da Natureza”.

Uma vida dedicada aos grandes felinos

Dekeck e Beverly Joubert são investigadores residentes da National Geographic e dois reputados conservacionistas. A sua missão é perceber os hábitos e comportamentos dos “grandes gatos”. Eles exploram a África profunda há três décadas durante os quais já produziram 22 filmes, 10 livros, 6 estudos académicos e inúmeros artigos publicados na revista National Geographic (cujas fotografias são de Beverly).

O casal já foi galardoado com 5 Emmys, um World Ecology Award e uma Ordem de Mérito do Governo do Botsuana. Eternal Enemies é o seu filme de maior êxito (foi visto por mais de mil milhões de pessoas). The Last Lions, que estreou no início do ano, ameaça destronar rapidamente esse recorde.

O filme tem um atractivo especial. Se vir o trailler no You Tube, a National Geographic contribui com dez cêntimos para a iniciativa Big Cats (um fundo de emergência que visa sensibilizar a opinião pública mundial para o declínio do número de grandes felinos e realizar acções no terreno para travar esse flagelo). Além desta iniciativa, Dereck e Beverly também criaram a empresa de turismo responsável, Great Plains, que já adquiriu 607 mil hectares de terra onde os felinos crescem livremente no estado selvagem.

A VIDA esteve com o casal em Durban, durante a estreia do filme The Last Lions. No final, Dereck adiou a sua entrada na festa em sua homenagem para partilhar com os leitores, a sua inspiradora história de vida.

Jaime Fidalgo/Jornal O País

Caçar Com Veneno

Guardas florestais encontram animal morto

O administrador da comuna da Canjala, localizada na província de Benguela, acusou, no sábado, caçadores furtivos de envenenarem poços de água utilizados por animais selvagens.
Carlos Caterça, que falava aos jornalistas, alertou para a circunstância de esta carne, normalmente vendida à beira da Estrada Nacional 1, que liga Lobito a Luanda, poder causar graves problemas à saúde pública.
A administração comunal da Canjala e a municipal do Lobito, disse, têm procurado, com as autoridades tradicionais e coordenadores de bairros, encontrar formas de combater esta prática. O Estado tem reforçado a vigilância nas reservas e parques nacionais, visando a protecção da fauna e da flora.


Miséria na Capital de Angola

Fotografia : Kindala Manuel


Mariana Mutuli, 34 anos, pede esmola aos automobilistas que param nos semáforos do Largo da Independência, quando a luz vermelha acende. Mal o sinal verde regressa ela empurra a cadeira de rodas para o passeio e aguarda novamente o sinal vermelho e os gestos de solidariedade dos automobilistas ou dos seus acompanhantes.
“Uns dão dez kwanzas. Outros 50 ou 100”, disse Mariana Mutuli ao jornal de Angola. Desde manhã e até às 15 horas, consegue dois a três mil kwanzas. Com o dinheiro compra comida para o jantar, no Mercado dos Congolenses. Ela vive com os seus quatro filhos, duas primas e uma sobrinha numa casa arrendada a três mil kwanzas por mês, no bairro do Tunga, município do Rangel.



O resto do dinheiro vai para as despesas de casa, principalmente para comprar água e o material escolar dos filhos que têm idades entre os oito e os 17 anos. A filha cassula não estuda por falta de cédula.
Mariana, que é pedinte desde 1994, disse que tentou algumas vezes vender cerveja e gasosa fresca à porta de casa, “mas o negócio arreou”. Tem uma arca em casa, mas devido às constantes faltas de energia raramente funciona: “comprei gelo algumas vezes, mas desisti do negócio porque não rendia”.
Os filhos e familiares sabem que anda na mendicidade para arranjar dinheiro que lhe permita o sustento da casa. Alguns familiares passam na zona onde fica a pedir esmola, “deixam uns mil kwanzas e vão embora. Eles têm carro e dinheiro e eu não. Por isso não me ligam, nem procuram saber onde vivo”. Os pais de Mariana já morreram. O pai faleceu quando tinha poucos meses de vida e a mãe aos dez anos. Desamparada foi para um lar no Bié, onde conheceu uma senhora que a trouxe para Luanda, quatro anos depois, para cuidar do bebé dela. Mariana não pensa em arranjar outro meio de sobrevivência porque é analfabeta: “se soubesse ler procurava um emprego”, disse, apontando também a sua deficiência como uma obstáculo para vencer na vida. Ficou paralítica no seu primeiro ano de vida.
Enquanto não tiver alternativa, Mariana disse que vai continuar a pedir esmola para alimentar os filhos e mantê-los na escola: “gostava de ter um filho enfermeiro e outro professor”.

Vítimas de minas

Feliciana Armindo, 37 anos, Doroteia Chilumbo, 45 anos, e Rosa Domingos, 50 anos, também pedem esmola no Largo da Independência. As três têm só uma perna. Feliciana e Doroteia ficaram amputadas em consequência da explosão de minas. Doroteia sofreu o acidente no Huambo e Feliciana em Malange.
Rosa nasceu no Bié, onde durante a guerra apanhou um tiro na perna direita. Apesar do tratamento, a perna ferida foi amputada.
Em Luanda, desde 1990, Rosa vive em Kifangondo, no município do Cacuaco, com dois filhos que estão desempregados. A lavra que ajudava no sustento da família está inundada com a água das chuvas. Por esta razão, decidiu pedir esmola para sustentar a família. Feliciana e Doroteia, vítimas de minas, pedem esmola “para não deixar os filhos com fome”. Elas ganham 1.500 a dois mil kwanzas por dia. Doroteia vive no Tunga, com o filho de 13 anos, que estuda a quarta classe. Feliciana vive em Viana com sete filhos, com idades entre os cinco meses e os 18 anos. Ela anda com o seu bebé ao colo, enquanto pede esmola aos automobilistas e transeuntes. Com excepção da filha de 14 anos, que vive com o irmão na Petrangol, nenhum deles, com idade escolar, estuda.
O marido, pai dos dois últimos filhos, abandonou-a por não querer criar os enteados: “queria que desse os meus filhos a uma tia deles, para os criar. Não aceitei”. No caso de Doroteia, a separação deveu-se à morte de cinco filhos, dos seis que gerou. Já vendeu roupa de fardo, mas não se deu bem. Se tivesse dinheiro, gostava de experimentar vender peixe seco.
Feliciana está disponível para trabalhar como empregada doméstica. Rosa já se sente cansada, por isso pede ajuda ao Ministério da Assistência e Reinserção Social para a sua sobrevivência. Ela e as companheiras também querem ter muletas novas porque as actuais estão gastas. Rosa colocou uma lata pequena em cada muleta, para impedir que se afundem na areia e se desequilibre.
Manuel Cambala, 54 anos, um pedinte também da zona, não usa canadianas, anda de cadeira de rodas e diz que está em mau estado. Gostava de ter uma motorizada para se deslocar e fazer transportes, mas custa entre 160.000 a 170.000 kwanzas. Há 18 anos teve uma paralisia, cuja causa desconhece. Vive no Rangel em casa de uma irmã da igreja, mas tem família no Luena.

Josina de Carvalho/Jornal de Angola

Lobito-Novo Hotel Términus

Este projecto está a ser construído na zona da Restinga da cidade do Lobito, Província de Benguela. Localiza-se na extensão dos terrenos contíguos ao Hotel Terminus Classic que é, igualmente, propriedade da Imogestin. O hotel está a ser erguido numa área de construção de cerca de 8000m2 com localização privilegiada à beira mar com vastas áreas de praias e terá de 4 estrelas:

> 100 quartos, sendo 12 suites de alta qualidade;

> restaurante com 60 lugares de capacidade;

> esplanada jango com 60 lugares sentados com vista para o mar;

> sala de conferências;

> business center com serviço de apoio a homens de negócios como a Internet, fax, secretariado para obtenção de informações;

> sala polivalente para actividades diversas;

> sala de estar VIP;

> adaptado para pessoas com mobilidade reduzida;

> quartos para deficientes físicos;

> parque de estacionamento privativo;

> área de estacionamento público;

> ginásio;

> serviços de rent-a-car e lavandaria;

> estação exclusiva de tratamento de águas residuais (ETAR)