Pedra de Água-Centro Industrial e Turístico é Riqueza Estagnada


Jornal de AngolaO centro turístico e industrial da Pedra de Água, situado na comuna da Botera, município do Seles, precisa de investimentos dado ao seu potencial industrial e turístico. A sua reabilitação constitui um dos pilares para o relançamento da indústria de joalharia na província do Kwanza-Sul e o enchimento da água medicinal gaseificada natural, com características únicas em Angola e no mundo.

Localizado a 500 metros da margem do rio Cubal, o local denomina-se “Unchila Wonjamba”, que em português significa “Cauda do Elefante”. O centro industrial e turístico da Pedra de Água tem uma nascente de água gaseificada natural na área da Bamba e à medida em que corre vai ficando em pedra, aglutinando folhas e galhos de árvores. E assim, a partir da nascente de água termal se vai formando uma formosa pedra que só a natureza sabe qual vai ser o tamanho e o fim do processo.
A Pedra de Água é indicada para a cura de muitas enfermidades e tem características digestivas. O português João António Veiga construiu em 1956 uma estrutura para o enchimento da água medicinal a partir da nascente. A marca Pedra de Água era de alto consumo em Angola e já tinha clientes no estrangeiro. Hoje a fábrica e outras estruturas erguidas na época estão em escombros.
O actual regedor da Catanda, soba Filipe Correia, foi trabalhador na fábrica da Pedra de Água durante muitos anos até a sua paralisação em 1980, devido à guerra.

Oficina de joalharia

De acordo com o soba Filipe Correia, o centro industrial e turístico da Pedra de Água contribuiu para o desenvolvimento social e económico do município do Seles. Além do enchimento da “Pedra da Água” havia no local uma indústria de joalharia. A oficina foi construída em 1971 e o seu funcionamento incentivou a exploração de pedras preciosas e semi-preciosas na região o que na época gerou 350 empregos.
“No tempo que funcionava o centro da Pedra de Água, todos nós tivemos apoio em bens alimentares, sabão, roupa, calçado e nada nos faltava. Hoje as pessoas têm de se deslocar à sede do município para conseguirem esses produtos, percorrendo 40 quilómetros a pé”, desabafou o ancião.
O soba, de 63 anos, recorda os bons momentos vividos, naquela época, destacando o fornecimento da corrente eléctrica através da mini-hídrica que o centro dispunha e que permitia a realização de vários serviços em benefício dos habitantes da região.
“Nós vivíamos bem aqui, até as nossas mulheres não se esforçavam a preparar a fuba porque com a luz da mini-hídrica tínhamos as moagens”, disse.

Falta de investidores

A reabilitação do centro, de acordo com o administrador municipal do Seles, Rui Feliciano Miguel, é uma das prioridades do município, mas a não concretização das intenções dos empresários que se propuseram investir está a adiar o desejo das autoridades e das populações.
Para pôr em marcha o plano de reabilitação e exploração dos recursos do centro, a Administração Municipal do Seles pretende efectuar um concurso público para se apurarem potenciais investidores.
O administrador do Seles, Rui Feliciano Miguel, revelou ao Jornal de Angola que para estimular os potenciais investidores, o seu executivo está empenhado na reparação da via que dá acesso ao local o que considerou “uma tarefa que deve contar com a colaboração da classe empresarial da província do Kwanza-sul, do município e do país em geral”, dizendo que o centro da Pedra de Água é uma referência internacional.
O município do Seles tem nove centros turísticos, “Nduva”, “Pedra de Água”, “Mundo Wkua”, “Local dos Hipopótamos”, “Camira”, “Piscina Municipal”, “Quedas do rio Luai”, “Caxita” e “Morro do Nduinguiri”.


Luanda-Selecção do Togo Fora das Duas Próximas Edições do CAN


Angop O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Issa Hayatou, anunciou hoje (sábado) que a selecção do Togo foi suspensa e ficará fora das duas próximas edições da Taça das Nações, em virtude das interferências governamentais que levaram à retirada da equipa da Taça de África da Nações Orange-Angola2010.

De acordo com o site da CAF, a decisão tomada pelas autoridades políticas do Togo transgride os regulamentos da confederação.

De acordo com o regulamento do CAN, “a ausência declarada a menos de 20 dias do início da competição final ou durante o torneio implicará uma multa de 50 mil dólares e a suspensão da selecção nacional pelas duas edições seguintes da Taça Africana”.

Pouco antes do início da Taça Africana, a selecção togolesa foi vítima de um atentado na região de Cabinda. O autocarro que transportava a delegação foi metralhado por rebeldes da Flec. Duas pessoas morreram no ataque: o treinador assistente da selecção do Togo, Abalo Amelete e o chefe de imprensa, Stan Ocloo. O motorista ficou ferido, assim como o guarda-redes suplente Kodjovi Kadja Obilalé, este levado para a África do Sul, onde passou por uma cirurgia.

Depois do atentado, os jogadores decidiram participar da competição para “honrar os mortos”, mas o governo de Togo exigiu de forma taxativa o retorno do grupo.

A selecção estava no Grupo B (Cabinda), ao lado da Côte d’Ivoire, Burkina Faso e Ghana.


Luanda-Final do CAN2010


AngopA final da Taça Africana das Nações em Futebol Orange-Angola 2010, a ser disputada hoje pelas selecções do Egipto e do Ghana, no Estádio Nacional 11 de Novembro, em Luanda, constitui destaque de alguns diários desportivos nacionais e internacionais.

O Jornal de Angola refere que os ghanenses e egípcios chegam à decisão final com mérito, sobretudo os faraós que continuam invictos.

No seu artigo, o Jornal de Angola refere que a selecção egípcia, detentora do titulo e favorita à vitória na partida de hoje, mostrou ao longo da prova muita disciplina e boa organização, enquanto o Ghana apresenta uma excelente capacidade de gestão do jogo, sobretudo quando se encontra em vantagem.

O Jornal dos Desportos destaca que pela primeira vez na história as selecções do Ghana e do Egipto disputam uma final da Taça Africana das Nações em Futebol.

Traz ainda referência na sua edicção de hoje do jogo de sábado, no qual a selecção da Nigéria venceu a sua similar da Argélia, conseguindo assim a terceira posição da prova.

Anuncia, por outro, que a Confederação Africana de Futebol vai investir mais no futebol feminino.

Já o jornal A Bola destaca na sua manchete “Chegou o grande dia. Uma ponta de amargura por os Palancas Negras não terem chegado à final do CAN-2010”.

Este órgão desportivo argumenta que a par da tristeza de ver chegar ao fim a mais bela festa do futebol africano aumenta a ansiedade, à medida em que se aproxima o momento de ver quem se sagrará campeão africano, o poderoso Egipto ou o renovado Ghana.

Sublinha o anúncio de Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol, segundo o qual a selecção do Togo está impedida de participar nas duas próximas edições do Campeonato Africano das Nações (CAN).

A decisão de suspender o Togo foi tomada devido à “interferência do Governo” daquele país, que levou a retirada da equipa do CAN2010.

Já o jornal O Jogo aventa que a selecção do Egipto, recordista em triunfos na Taça das Nações Africanas, parte à procura do terceiro título consecutivo na final com o Ghana, em Luanda.

Os egípcios, que já triunfaram por seis vezes no CAN, disputam a oitava final e apenas perderam uma, em 1962, frente à Etiópia, que venceu no prolongamento por 4-3.

Os ghanenses têm sete presenças no derradeiro encontro da competição africana, mas apenas festejaram o título por quatro vezes, em 1963, 65, 78 e 82.


Angola-Mais de 300 Escolas Católicas no País


O PAÍS apurou que existem mais de 300 escolas católicas no país, 30 das quais em Luanda. Segundo a madre Maria da Conceição, a falta de reconhecimento e de apoio da sociedade tem dificultado a sua expansão: “Já estamos cansadas de falar sobre as escolas católicas porque os discursos são todos muito bonitos, quando é para as pessoas arregaçarem as mangas para ajudar notamos uma certa inércia. Para a sociedade esse número pode não dizer nada, mas para nós diz muito e por isso vamos continuar a trabalhar conscientes que Deus reconhece os esforços que temos desprendido”, desabafou a responsável.

Maria Adelina reconhece que, apesar das escolas católicas serem uma minoria, e das dificuldades que enfrentam, não deixaram de existir desde há mais de 2.000 mil anos: “A missão destas instituições é transmitir valores religiosos, morais e culturais.

Nós continuaremos a fazer tudo para cumprir a missão que nos proposemos, por isso é que as nossas escolas estão em zonas do interior onde não há outras”.

Nesta época do ano toda a gente fala sobre as nossas escolas. Nós já fizemos vários apelos através da Rádio Ecclésia e da TPA, mas de nada adiantou porque as pessoas mostram-se insensíveis a esse tipo de acções. Por isso, já não temos muito interesse em falarmos sobre esse assunto”, rematou a madre.

Por outro lado, o sociólogo Afonso Francisco António considera que a procura de vagas nas escolas da Igreja Católica deve-se ao facto de, para além da formação académica, elas incutirem nos estudantes valores morais, razão pela qual são consideradas de instrutoras.

“Não vou falar apenas das escolas da Igreja Católica porque existem as outras religiões que também prestam este serviço à sociedade. Se formos a ver, um indivíduo formado numa dessas escolas adquire um tipo de mentalidade, na maioria das vezes, diferente daqueles que estudaram nas escolas do Estado”, explicou.

Afonso António é de opinião que as pessoas procuram estas instituições porque querem que os seus filhos tenham uma formação de qualidade e com bases bem sólidas: “E, como essa qualidade não é visível em algumas escolas públicas recorrem a esses estabelecimentos de ensino”, explicou.

Questionado sobre se o facto de os educadores se sujeitarem a passar a noite ao relento para conseguirem vaga não demonstra que existe falta de confiança nas instituições de ensino público, o sociólogo disse que “as pessoas passaram a noite defronte às escolas católicas na busca da qualidade que julgam que não encontrariam nos estabelecimentos de ensino público, como acontece em muitos países”.

Afonso António pensa ainda que essa procura poderá resultar nos próximos tempos numa sociedade melhor formada e recta, porque os estudantes que frequentam esses estabelecimentos recebem uma boa educação, nutrida de valores culturais e morais.

“Com esses valores as pessoas depois de formadas estão em melhores condições de contribuírem para o desenvolvimento da nossa sociedade e, por outro lado, prova disso é que da Igreja Católica saíram pessoas que hoje constituem uma grande franja que observa os valores morais”, frisou.

Diante de tal situação, segundo o nosso interlocutor, o Estado não deve agir como inimigo da Igreja, mas encará-la como um parceira e agradecer-lhe pelo trabalho que tem prestado à sociedade, que consiste em educar o homem para garantir o amanhã.

‘As pessoas seguem qualidade’

A representante em Angola da Congregação das Irmãs de São José de Cluny, Maria da Conceição Adelina, esclareceu esta quarta-feira, 28, O PAÍS que a instituição tem apenas 55 vagas e os critérios de selecção consistem em dar prioridade aos filhos das primeiras pessoas que assinaram a lista.

“Nós não mandamos as pessoas passarem a noite ali fora, até porque considerarmos esse acto desumano. Mas elas acharam que só assim conseguiriam a vaga e fizeram”, disse Maria Adelina.

De acordo com a madre, a instituição segue à risca as normas e os regulamentos do Ministério da Educação e foi em cumprimento de tais obrigações que realizaram as matrículas no dia 26.

A madre garantiu que “colaram primeiro um papel na porta anunciando o início das matrículas para a iniciação, as pessoas aderiram em massa e como há poucas vagas sujeitam-se a isso”.

Maria Adelina disse, por outro lado, que contrariamente ao ano lectivo passado em que só leccionavam da iniciação à nona classe, este ano prevêem aumentar para a 10ª classe, visto que o estabelecimento passou a contar, desde o ano passado, com o espaço onde anteriormente funcionava a Universidade Católica de Angola.

No entender da religiosa, as pessoas acorrem ao São José de Cluny não só pelo baixo preço mas também pela garantia da qualidade da educação, porque existem muitos colégios que cobram valores altíssimos mas com baixa qualidade.

Na tabela de preços do ano passado consta que da iniciação à 4ª classe os encarregados de educação devem desembolsar 61 dólares e da 5ª à 9ª classe apenas 66 dólares.

“As pessoas pensam que nós temos muito dinheiro, mas isso não condiz com a realidade e se assim fosse de certeza que construiríamos mais escolas”, realçou a madre.

O salário dos professores desta instituição é pago pelo Estado e o dinheiro arrecadado das mensalidades, segundo a nossa interlocutora, serve para pagar apenas o salário dos seguranças e empregadas de limpeza.

Das mensalidades sai também a remuneração dos professores que ainda não auferem a partir do Ministério, para a manutenção do posto médico e do próprio edifício. A escola fornece uma refeição por dia aos alunos.


Angola-Prémio Nacional de Literatura Infantil


Jornal O PaísO Instituto Nacional das Industrias Culturais (INAIC) aposta no surgimento de novos autores no domínio da literatura infantil. Para o efeito, instituiu o Prémio Literário Jardim do Livro Infantil.O director da instituição outrora designada Instituto Nacional do Livro e do Disco, António Fonseca, revelou a O PAÍS que já tem também divulgado o regulamento do prémio e espera ter um bom resultado.

O projecto visa estimular os educadores e encarregados de educação com talento e habilidades a tentar escrever para os mais novos. No seu entender, é importante que haja mais recursos públicos para este género literário, visto que é por ele que também se forma o carácter, a identidade e personalidade das crianças.

“A nossa literatura tradicional tem textos belíssimos e ricos, e seria de muito interesse que os nossos autores não os ignorassem e que pudessem trazer para a literatura infantil”.

Indagado quanto à participação dos candidatos no referido galardão, António Fonseca avançou que não há, de momento, sinais elucidativos, uma vez que o concurso é feito sob anonimato.

Adiantou igualmente que os resultados serão divulgados depois de seleccionados os trabalhos dos autores pelo corpo de jurado para determinar efectivamente o número de professores e educadores candidatos ao prémio.

“Só depois de conhecer os trabalhos dos autores é que poderemos determinar o número de professores e educadores como candidatos ao prémio. Em todo o caso seria apreciável se fossem muitos e mesmo que não tenham ganho, pelo menos haveriam novos originais, novas obras, que com maior ou menor grau de dificuldades serão publicados”.

Preocupações A falta de editoras dedicadas à literatura infantil no país tem sido também, para o Instituo, um dos grandes obstáculos no domínio da escrita e edição, facto que se reflecte negativamente nas criações de alguns autores.

Muito deles possuem trabalhos, mas não conseguem publica-los por falta de recursos. Preocupado com esta situação, António Fonseca apela à intervenção das instituições ligadas ao processo no sentido de dar maior cobertura de modo a expandir este género literário.

“Acabamos de criar o Prémio Literário Jardim do Livro Infantil que tem o patrocínio da TottalEP e que visa trazer novos autores para o domínio da literatura infantil.

Esperamos que o resultado final seja um sucesso. Continuamos a receber originais até 29 de Fevereiro.

Apesar de poucas, as editoras a trabalhar em torno da literatura infantil, o Instituto Nacional das Industrias Culturais conseguiu registos de entradas para edição da literatura na União dos Escritores Angolanos, Chá de Caxinde e da Texto Editora.

Literatura e autores

Tanto quanto se sabe, a literatura infanto-juvenil no país nasceu, no período pós-independência, pela mão do Instituto Nacional do Livro e do Disco, com autores que inicialmente pertenciam à mesma instituição.

Durante os primeiros anos de independência foram publicadas algumas obras como “Na Floresta os bichos falaram” de Maria Eugénia Neto e “As aventuras de Ngunga” de Pepetela. Do ponto de vista da literatura infantil, o último título produzido pela instituição foi o livro Jardim do Livro Infantil, de Maria Celestina Fernandes.

Ainda que poucos, novos autores foram surgindo como é o caso de Yola Castro, Jhon Bella e Canguimbo Ananás. São nomes que se vêm juntar aos tradicionais Dario de Melo, Octaviano Correia, Cremilda de Lima, Gabriela Antunes, Rosalina Pombal, Zaida Dáskalos.

Para maior incentivo,o Instituto criou um movimento em torno do livro e da leitura, bem como o conceito de oferta de livros em ocasiões festivas. Na mesma perspectiva, fez renascer o Jardim do Livro Infantil, um evento de promoção do livro e da leitura e de incentivo ao gosto pela leitura dos petizes, com periodicidade anual, e que aos poucos se vai expandindo para as outras províncias. Malanje, Zaire e Huíla são as províncias que experimentaram o projecto no mesmo período.

“Fizemos renascer o Jardim do Livro Infantil, que felizmente se vai expandindo para as outras províncias.

O ano passado Malanje, Zaire e Huila, realizaram-no também. Esperamos ver neste ano outras províncias a aderirem ao projecto. A instituição já está a trabalhar em novas edições de modo a proporcionar novidades para a próxima edição do Jardim do Livro Infantil, a decorrer em Junho do presente ano.
Rede de leitura pública

Apesar de algumas insuficiências, Luanda possui um número razoável de bibliotecas que vez têm servido o público leitor. Citam-se os casos das bibliotecas Nacional, Municipal, Alliance Française, Maria Sunta do Complexo Nossa Senhora da Luz, Centro Cultural de Viana, Agostinho Neto, de Katete, Cacuaco, Instituto Camões, Museu de História Natural, Museu da Escravatura, Casa de Cultura do Brasil em Angola, Biblioteca Científica da Força Aérea Nacional, entre outros.

Entretanto, está a ser desenvolvido um vasto trabalho de organização, no sentido de fazer crescer e manter disponíveis os volumes nestas bibliotecas, para além dos que já têm adquiridos.

Há aqui a referir a obra completa de Óscar Ribas, editada no quadro da conferência realizada o ano transacto no Palácio dos Congressos em Luanda e outras de autores nacionais da Colecção Vozes D´África, que vêm sendo editadas pelo Instituto Nacional das Indústrias Culturais.

Música Infantil

No domínio da música infanto-juvenil, não existem quaisquer estatísticas, mas apenas algumas iniciativas manifestadas por alguns jovens, entre os quais os Amigos do Bairro Saneamento, o que no entender de António Fonseca, espera ser um dos parceiros na próxima edição do Jardim do Livro Infantil, a decorrer em Junho.

Por último, apelou a todos quantos estiverem envolvidos neste processo para que o façam com maior qualidade de modo a que transmitam uma imagem de confiança a quem o vai patrocinar. “Tive a oportunidade e prazer de ter mais uma iniciativa do grupo de amigos do Bairro Saneamento e esperamos que venham a ser nossos parceiros no próximo Jardim do Livro Infantil. Surgiram novos nomes que procuram recursos para edições neste domínio e esperamos poder ajudá-los. Há também iniciativas de diversos programas de rádio e de diversos produtores musicais infantis”, concluiu.