Lubango






Capela Nª.Senhora do Monte
Sede Sporting Clube do Lubango
Renovação dos Jardins


Namibe






Rios de Angola






A partir de cima:
Rio Catumbela
Rio Lucala
Rio Queve
Rio Longa
Rio Kwanza
Rio Cutato


Luanda-Fortaleza-Azulejos




Deslocar Populações de Zonas de Riscos Naturais

As autoridades angolanas estão a retirar as populações que vivem em zonas de risco como precaução de futuros desastres naturais (nomeadamente das cheias que, este ano, causaram em todo o país perto de 60 mortes).

Durante dois dias, a Comissão Nacional de Proteção Civil esteve reunida em Luanda com agências das Nações Unidas e outros parceiros para a elaboração do Plano Nacional de Contingência contra Calamidades e Desastres Naturais.

Segundo o relatório final, o plano reveste-se de “extrema importância”, tendo em conta que será o elemento orientador da metodologia a adoptar no caso de surgimento de situações de calamidade no país.

A representante do ministério da Assistência e Reinserção Social na referida Comissão, Teresa Rocha, disse que a primeira medida que está a ser tomada é a retirada das populações que se encontram em áreas de risco para se efectuar a sua instalação em zonas de segurança.

Em declarações à imprensa, Teresa Rocha disse que a maior parte das populações que têm sido afectadas pelas cheias são as que se encontram instaladas “sem autorização” nas zonas de risco. “Nestas áreas (de segurança), os sectores governamentais estão a organizar programas e projectos para facilitar a sua reinserção”, disse Teresa Rocha, acrescentando que há outras acções em curso como o desassoreamento dos rios e a mudança de diques inoperacionais que provocaram algumas cheias.

Aliado a estas medidas, foi também criado um programa de educação para mulheres e crianças sobre os cuidados e procedimentos a ter em situações de desastres naturais.

“Pensamos que nos próximos anos vamos conseguir tirar as populações que estão nas zonas de risco para áreas seguras. O trabalho é para todo o país, mas estamos a dar prioridade às províncias de maiores problemas, como o Cunene (que viveu a situação mais trágica este ano), Moxico, Kuando Kubango e Bengo”, frisou

Correio do Patriota