Huambo

Angop – Setenta e cinco mil chapas onduladas e caneladas foram produzidas e comercializadas, em 2008, pela unidade fabril da firma “Cafilda Lda”, no seu primeiro ano de actividade, informou hoje (quinta-feira) o seu proprietário, Benedito Castro.

Em declarações à Angop, o proprietário da firma precisou que, actualmente são comercializados diariamente uma média de 600 chapas, aos preço de Akz 2.000 (dois mil kwanzas), uma situação ligada ao aumento de construção de infra-estruturas quer do governo, quer de privados.

“Apenas atingiu-se esta cifra de produção por falta de matéria-prima que chega a província depois de 90 dias, vindo da China, mas num ritmo normal as duas linhas com capacidade de produzir 500 chapas/hora, teríamos atingido a cifra de pelo 960 mil nos 12 meses desde o início dos trabalhos”, sublinhou.

Benedito Castro assegurou ainda que a unidade fabril tem a capacidade de dar resposta a procura do material de cobertura para os mercados do Huambo, Kwanza Sul, Bié e Kuando Kubango, que frequentemente procuram chapa de zinco que reúne qualidade recomendada para a construção civil.

A fonte referiu-se ainda que a unidade fabril aguarda a qualquer altura da chegada de mais uma linha de produção de chapas de zinco de estilo de telhas, o que vai facilitar à famílias e aos empreiteiros que executam obras do Estado a adquirir os materiais a preços baixos, sem percorrer longas distâncias e evitar despesas na transportação.

A abertura da fábrica de chapas, localizado na Bomba Alta, arredores da cidade do Huambo, permitiu empregos directos para 12 jovens.

One Response to “Huambo”

  1. Tchi diz:

    >Que bom que a Província retome a sua economia e progresso.

    Que saudades, imensas, tenho do Planalto Central. Muitas dessa cidade do Huambo (ex-Nova Lisboa) onde a minha infância ficou.

    Beijinhos.

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