Pedro Mantorras


Com o Benfica de aflitos já na segunda parte do encontro contra o Rio Ave, entra o Pedro Mantorras e os adeptos da Luz como sempre vibram intensamente com a entrada do jogador da sua simpatia.

Passados 3 minutos, marca o golo que daria a vitória ao seu Benfica.

O Pedro Mantorras teve o grande azar de passar ao lado de uma grande carreira devido aos grandes problemas que teve no joelho, mas também há que louvar o grande apoio que sempre recebeu do seu clube.


Sumbe


Sumbe-Mercado do Quicombo

Angop – Uma marcha, intitulada “caminhada desportiva em prol da saúde”, teve lugar na manhã de hoje, na cidade do Sumbe, no quadro do projecto saúde para todos, por iniciativa da direcção provincial da Juventude e Desporto no Kwanza Sul.
A actividade congregou cerca de cem pessoas de vários estratos sociais e visou incentivar os cidadãos a prática de exercícios físicos, sendo que estes contribuem para a saúde.
Em declarações à Angop, no final da marcha, o responsável local pelos Desportos, Manuel da Silva, prometeu continuar a apoiar a iniciativa, envolvendo professores de educação física, para que se possa expandir a todos os municípios da província.


Aves Diversas

De Edgar Thissen





Luanda



A economia angolana pode contrair-se em 2009, pela primeira vez nos últimos anos, devido ao recuo “dramático” das receitas petrolíferas, alertou quinta-feira Ricardo Gazel, economista chefe do Banco Mundial em Angola.
O relatório de Janeiro do economista, a que a Lusa teve acesso, refere que a quebra nominal do PIB pode atingir os 17 por cento em relação a 2008, com a média anual do preço do petróleo a 50 dólares e o sector não-petrolífero a crescer a 10 por cento ao ano, e a 23 por cento num cenário do barril a 40 dólares.
“Como o sector não-petrolífero depende, em Angola, muito das despesas do sector público, e dado o declínio dramático esperado nas receitas petrolíferas em 2009, os ajustamentos orçamentais deverão resultar num abrandamento no crescimento do sector não-petrolífero e um crescimento negativo da economia no seu todo em 2009”, refere.
“Em qualquer cenário”, salienta, “o governo vai perder receitas em relação a 2008”.
A quebra pode atingir os 50 por cento, num cenário “pessimista” de petróleo a 40 dólares e um corte de produção de 13 por cento.
O declínio do sector petrolífero vai depender “do comportamento dos preços do petróleo e das respostas da Organização de Países Exportadores de Petróleo”, no sentido de cortar ou aumentar a produção, em reacção às oscilações do preço.
Depois de “um ano muito difícil” de 2009, uma recuperação pode surgir já em 2010, a acompanhar a tendência mundial.
Ricardo Gazel defende que “as perspectivas económicas para Angola são profundamente incertas” mas sublinha que “os sinais actuais apontam para um caminho difícil pela frente”.
O texto lembra que o Orçamento Geral do Estado para 2009, “elaborado antes do aprofundamento da crise financeira mundial”, previa um crescimento real de 11,8 por cento, correspondendo a um crescimento de 5,9 para o sector petrolífero e de 16,3 para o sector não petrolífero.
A revisão orçamental já foi admitida pelo executivo de Luanda, embora sem adiantar valores.
No entanto, lembra Gazel, em contraste com o aumento da produção de petróleo previsto para 2009 de 6,6 por cento, a OPEP determinou para Angola uma descida de produção de 13 por cento, cerca de 244 mil barris/dia de um total a rondar os 1,9 milhões.
O preço do barril de petróleo ronda actualmente os 40 dólares, em contraste com os 147 do Verão do ano passado.
Gazel entende, ainda em declarações à Lusa, que já era esperado um crescimento inferior a 10 por cento, como defendem alguns economistas angolanos, com origem nas quebras no sector do petróleo e o impacto da crise financeira mundial, mas também porque o “grande crescimento percentual” dos últimos anos, na ordem dos 20 por cento, é, em parte, explicado porque a partida “foi uma base pequena” que se foi alterando.
No seu relatório, Gazel alerta para a possibilidade de o Governo, “perante este duro cenário”, optar por “cortes substanciais no orçamento” que podem “despoletar muitos efeitos negativos” na reconstrução nacional iniciada após o fim da guerra em 2002.
“Largos cortes nos projectos de investimento têm impactos negativos no esforço de diversificação da economia, limitando o posicionamento de Angola como potencial produtor e protagonista dos mercados regional e global assim que a economia global melhorar no futuro”, alerta.
Ricardo Gazel chama ainda a atenção para o facto de eventuais cortes nas áreas sociais poderem prejudicar proporcionalmente a população mais vulnerável, apontando como essencial que a estabilidade económica conseguida nos últimos anos deve ser “preservada tanto quanto possível”.
E suaviza o cenário recordando que a crise global “não vai durar para sempre” e que “na medida em que a economia mundial vai melhorando, os países mais bem posicionados em termos competitivos e capacidade produtiva vão conseguir ganhos substanciais”.


Isto É Angola

Lobito-Restinga

Lobito-Restinga


Porto Amboim-Seca de Peixe


Kissama Parque Natural


Porto Amboim