Lobito – Sala de Visitas de Angola

Uma dedicatória muito especial a todos os Lobitangas, aos que lá residem e aos que lá viveram há alguns anos. Um Bom Ano Novo.



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Expansão na Área de Transportes Públicos


Jornal de AngolaO director provincial dos Transportes, Correios e Telecomunicações em Benguela, José António “Valongo”, disse ontem que o sector que dirige tem como tarefa prioritária em 2010 a continuidade da expansão dos transportes colectivos públicos em toda a extensão da província e promover o desenvolvimento do serviço de táxis personalizados, com o objectivo de reduzir o fluxo de moto-táxis (kupapatas).

O responsável falava por ocasião do balanço anual das actividades desenvolvidas em 2009, tendo adiantado que, no próximo ano, a instituição vai continuar a acompanhar a evolução da taxa de inflação e a sua repercussão nos preços dos transportes públicos urbanos, assim como o programa de reposição de viaturas destruídas no período de guerra.
Referiu que constam ainda das acções previstas para 2010 a promoção da fiscalização e legalização de todo o sector, mormente oficinas auto, recauchutagens e lojas de venda de equipamento rodoviário, de forma a reduzir a fuga ao fisco.
Segundo José Valongo, no decurso de 2009, no âmbito do programa do Governo de distribuição de autocarros a todas as províncias do país, Benguela foi contemplada com cerca de cem. Surgiram no mercado dois operadores de táxis convencionais, nomeadamente, Rosalina Expresso e Afritáxis. Este ano, foi possível exercer o controlo dos preços dos transportes colectivos. Afirmou que foi criado um programa de fiscalização de todo o sector dos transportes e Telecom, que tem surtido efeito e contribuído para reduzir as fugas ao fisco, assim como constatou a execução dos programas das empresas afectas.
Durante o ano passado foram licenciados 570 táxis, 400 camiões, 155 autocarros e 23 carrinhas. A província conta com 12 viaturas rent-a-car e tem um universo de aproximadamente 300 viaturas. De acordo com o director provincial dos Transportes, a província possui sete operadoras de autocarros, nomeadamente a S.G.O, E.D.T, Transflamingo, STRB, SERES, Chibinha e Capicot. Na província escalam cinco operadoras aéreas, nomeadamente a TAAG, Sonair, Diexim, Air-26 e Gemini. “Acompanhamos a reabilitação dos aeroportos de Benguela, Catumbela e a construção do aeródromo internacional em curso na referida comuna”, frisou.
Debruçando-se sobre as escolas de condução, disse existirem quatro na cidade do Lobito (Quatro Rodas, Auto Renovadora, Lupuka e Loconduz), Benguela (Auto Fama, Elicar e Sijoma), Bocoio, (Auto Cangu), Balombo, (Keve Invest), Cubal, ( Filial Sijoma) e Chongorói, (Cristo Rei).
José Valongo precisou que o sector controla, na província, 34 oficinas-auto, sendo 16 em Benguela e 18 na cidade do Lobito, bem como cinco concessionárias, nomeadamente, Cosal, Toyota, Robert Hudson, M’ Bakassi & Filhos e Ecoserv.
Ainda relativamente aos transportes públicos, foram criadas, com a colaboração das administrações municipais, Obras Públicas e o Instituto de Estradas, novas rotas urbanas e a criação de bases de autocarros nos municípios do interior.
“Acompanhamos a instalação de faróis na orla marítima, a reabilitação do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) e a modernização do Porto Comercial do Lobito, assim como a instalação de cabos de fibra óptica e a modernização da Unitel e Movicel”, referiu.


Calemas Causam Danos Materiais Por Avaliar na Ilha do Cabo


Angop – Várias viaturas soterradas e embarcações de pesca artesanal destruídas é o balanço provisório das fortes calemas que afectam a comuna da Ilha do Cabo, município da Ingombota, em Luanda, desde a tarde de quarta-feira, constatou nesta quinta-feira a Angop no local.

Fortes ventos e ondas que chegam atingir uma altura de dois metros é o cenário que se assiste na Ilha do Cabo. Face à situação, algumas áreas estão intransitáveis como é o caso da avenida Mortala Mohamed e da rua Massano Amorim, dificultando a circulação rodoviária no sentido “Ponto Final, sector da Salga, nas proximidades do “Mercado dos Trapalhões”.

O mesmo acontece com a rua Massano Amorim, que dá acesso à Chicala-I, a partir do parque de viaturas afecta a Polícia de Trânsito.

De acordo com o administrador comunal da Ilha do Cabo, Cirus da Matta, de momento não é possível determinar os prejuízos materiais. Informou ter sido constituída uma equipa composta por elementos ligados à Unidade de Náufragos dos Bombeiros, Administração Municipal, Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (ELISAL) e comissão de moradores para se fazer um levantamento.

Segundo o presidente da comissão de moradores da Ilha do Cabo, Afonso Manuel, o sector da Salga, foi o mais afectado, salientando não ter havido vítimas humanas nem destruição de residências.

Acrescentou, por outro lado, que as zonas do Quilombo e Chicala-I não foram afectadas mercê de medidas preventivas de entulhos, não permitindo a filtração das águas do mar.

O Serviço Nacional de Bombeiros através da Unidade Náufragos, localizada na zona da Chicala I, instalou um sistema de alerta.

Em caso de aproximação de calemas, os moradores serão imediatamente transferidos para locais seguros.

Com cerca de 10 quilómetros de cumprimento e seis de largura, a Ilha do Cabo é habitada por aproximadamente dez mil pessoas.

 


Luanda a Bela Capital