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Agencia Lusa
O ministro sem pasta angolano António Bento Bembe rejeitou esta terça-feira que haja guerra na província de Cabinda, não dando “qualquer credibilidade” a acusações dos independentistas de que o conflito prossegue na região.

Em declarações à Agência Lusa, o governante angolano reagia às informações veiculadas pela Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), segundo as quais as Forças Armadas Angolanas terão abatido na quarta-feira passada três militares deste movimento separatista no interior da República Democrática do Congo, tendo dois deles sido decapitados

“Não demos qualquer credibilidade a essas informações. Eles vão falar até um dia se cansarem, mas a verdade é que não guerra em Cabinda”, disse.

“São fabricações de indivíduos de má fé que estão contra a paz estabelecida na região de Cabinda, pois neste momento esta província goza de um estatuto especial que é uma resposta adequada dada pelo governo de Angola às reivindicações das populações locais”, salientou Bento Bembe.

“Hoje a paz está estabelecida e consolidada em Cabinda e não há mais espaço para guerras. E quem pode testemunhar isso são não só angolanos, mas até estrangeiros que lá trabalham”, frisou.

Em declarações à Lusa na semana passada, Joel Batila, secretário-geral da FLEC exilado em França, disse que os três homens foram capturados e executados por elementos das Forças Armadas Angolanas numa aldeia junto à fronteira do enclave angolano com o país vizinho.

Por seu lado, o Estado-Maior das Forças Armadas Cabindesas reivindicou terem sido abatidos dez soldados angolanos em operações da guerrilha no território.

Na região de Necuto, no enclave, junto da fronteira com a RD Congo, terão morrido quatro soldados a 27 de Novembro e outros cinco no dia seguinte.

A outra alegada baixa terá ocorrido a 01 de Dezembro, na zona fronteiriça de Mabunduka/MBuka Yola.

Na sua mensagem de fim de ano, divulgada segunda-feira, Bento Bembe afirmou que 90 por cento das medidas previstas no Memorando de Entendimento para a Paz em Cabinda foram cumpridas pelas partes que assinaram o acordo.

O Governo angolano e o Fórum Cabindês para o Diálogo (FCD), então liderado por Bento Bembe, assinaram a 01 de Agosto de 2006, no Namibe, litoral sul de Angola, o Memorando de Entendimento para a Paz e Reconciliação em Cabinda, após mais de 30 anos de conflito armado.

O acordo foi sempre contestado pelo líder da FLEC, N`Zita Tiago, que no início de 2006 exonerou Bento Bembe da presidência do FCD, pelo que não lhe reconhece competência para falar em nome daquele órgão criado pela FLEC ou para negociar com o Governo angolano.

Por seu lado, o executivo angolano manteve Bento Bembe como único interlocutor para negociar a paz para o enclave e, após a assinatura do Memorando de Entendimento, o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, nomeou-o ministro sem pasta.

Além das suas principais riquezas, o petróleo – é de Cabinda que provém maior parte da produção petrolífera de Angola – e a madeira, o enclave de Cabinda tem ainda outros recursos minerais, como o fosfato, urânio, ouro e potássio.

No domínio agrícola, a terra é fértil para a cultura de café, cacau, mandioca e milho.


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